Rebocador vai ao Fundo

3 de setembro de 2011 por Djalma Lima

No dia 3  de Setembro foi para o fundo o rebocador  com o nome de ACARÍ,  um  quilômetro de distância da frente da comunidade de Suruacá Rio Tapajós  margem  esquerda  Resex , com o vento forte ainda o barco não pude sair do local,  tem varias pessoas trabalhando como funcionário e comunitário de Suruacá , uns trabalhando com balde retirando  àgua e outros funcionando a bomba para retirada da mesma, esperamos que não dei mas um temporal ou vento forte.

informe :  Djalma Moreira Lima

Festival Folclórico da Escola José de Melo Filho

27 de agosto de 2011 por Elis Lucien

Aconteceu na noite do dia 25 último, na comunidade vila de Amorim o I Folclórico da José de Melo Filho, com  apresentacões de danças entre elas: a dança da fita, as pretinhas, carimbó. Teve também apresentações de parlendas, trava-línguas, adivinhações, não podendo faltar as deliciosas iguarías da época como: o tarubá, tacacá, vatapá e entre outros. Para finalizar a programação teve a derruba do mastro, que significa a fartura em nossa região do Tapajós.

Repórteres: Hebe Pereira e Lucivaldo Vieira

Movimentos sociais lançam articulação Pro-Tapajós

16 de agosto de 2011 por Fábio Pena

Aconteceu hoje na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém, o lançamento da Articulação Popular pela criação do Estado do Tapajós. A proposta é envolver cada vez mais a população nos debates, apontando mais do que a campanha pelo SIM, mas também para os desafios que a sociedade terá pela frente na construção do novo estado. A seguir,  a Carta Aberta lançada na manhã de hoje, onde as organizações apontam porque dizer SIM ao novo Estado do Tapajós.

SIM AO NOVO ESTADO DO TAPAJÓS

A criação do Estado do Tapajós sempre foi um ponto central da pauta de reorganização territorial e administrativa da imensidade amazônica. Um processo que já se desdobrou com a divisão do Estado de Mato Grosso, formando então o Mato Grosso do Sul (1977) e com a criação do Estado de Tocantins (1989).

Fruto da revolta de sua ocupação predatória, e com a “ausência do Estado” na região amazônica, a ideia do Estado do Tapajós é um projeto antigo, que tem percorrido toda a história da nossa região. Um projeto que agora volta para mais uma etapa: com o Plebiscito para a criação dos Estados do Tapajós e Carajás, quando pela primeira vez, o povo da nossa região será ouvido sobre a questão.

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Justiça determina demarcação de terra indígena no Pará

8 de junho de 2011 por Fábio Pena

A decisão determina à FUNAI a publicação de relatório para a demarcação da TI Maró, palco de vários conflitos envolvendo indígenas e madeireiros.

A Justiça Federal em Santarém determinou à FUNAI que publique em trinta dias o relatório de identificação e delimitação da Terra Indígena Maró, localizada no rio Arapiuns. A Terra Indígena Maró fica dentro da Gleba Nova Olinda I, próxima à Santarém, local de intensos conflitos entre indígenas, comunidades tradicionais e madeireiros. A decisão determina ainda o pagamento de multa diária caso haja descumprimento por parte da FUNAI.

A demarcação definitiva da área tem sido aguardada pelos povos desde 2004, quando a FUNAI iniciou o procedimento administrativo. Dentro da área do Maró estão as aldeias de Novo Lugar, Cachoeira do Maró e São José III. Os estudos antropológicos já foram realizados e falta apenas a publicação do resumo do Relatório de Identificação e Delimitação, que irá definir o tamanho da área destinada aos indígenas.

A decisão foi motivada por uma Ação Civil Pública iniciada pelo MPF em Santarém, que acompanha o caso desde a mobilização organizada em 2009, quando as comunidades da região da Nova Olinda I retiveram duas balsas carregadas de madeira extraída ilegalmente do local (leia mais abaixo). A região da Gleba Nova Olinda I possui, além dos indígenas, diversas comunidades tradicionais, que denunciam a ação predatória das madeireiras.

Os caciques da Aldeia de Novo Lugar, Higino Alves de Sousa e Dadá Borari comemoraram a decisão. “Felizmente agora as autoridades tomaram essa decisão diante de um grande conflito social contra o povo indígena. Já que a própria FUNAI não se preocupou de fazer a publicação, foi preciso que o juiz determinasse”, afirmou Dadá, que é dos defensores de direitos humanos ameaçados na Amazônia. Dadá ficou reconhecido pelas denúncias de exploração ilegal de madeira, trabalho que lhe rendeu, em 2007, o Prêmio José Carlos Castro de Direitos Humanos, da Ordem dos Advogados do Brasil. O Cacique já foi vítima de inúmeras ameaças e atentados e, por isso, recebe proteção policial através do Programa Estadual de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos do Estado do Pará.

Entenda mais sobre o caso:

A Terra Indígena Maró está dentro de um mosaico de territorialidades tradicionais delineados pela Gleba Nova Olinda I, onde vivem comunidades indígenas, extrativistas, pescadores e ribeirinhos, alguns organizados em assentamentos coletivos e outros em loteamentos individuais.

Em novembro de 2009, uma mobilização comunitária reteve e queimou duas balsas carregadas de madeira com indícios de irregularidade. Este caso mostra a deficiência no atual sistema adotado para liberar a exploração de madeira em planos de manejo e uma deficiência na proteção dos defensores dos direitos humanos da região.

Fonte: http://www.terradedireitos.org.br

Zé Claudio denunciou que estava sendo ameaçado

24 de maio de 2011 por Fábio Pena

Veja no vídeo:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=XO2pwnrji8I[/youtube]

Mais de 50 entidades repudiam mudanças no Código Florestal

13 de maio de 2011 por Fábio Pena

EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE BRASILEIRO E DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS:

NÃO AO SUBSTITUTIVO DO CÓDIGO FLORESTAL!

O Código Florestal (Lei nº. 4.771, de 15 de setembro de 1965) está baseado em uma série de princípios que respondem às principais preocupações no que tange ao uso sustentável do meio ambiente.

Apesar disso, entidades populares, agrárias, sindicais e ambientalistas, admitem a concreta necessidade de aperfeiçoamento do Código criando regulamentações que possibilitem atender às especificidades da agricultura familiar e camponesa, reconhecidamente provedoras da maior parte dos alimentos produzidos no país.

É essencial a implementação de uma série de políticas públicas de fomento, crédito, assistência técnica, agro industrialização, comercialização, dentre outras, que garantirão o uso sustentável das áreas de reserva legal e proteção permanente. O Censo Agropecuário de 2006 não deixa dúvidas quanto à capacidade de maior cobertura florestal e preservação do meio ambiente nas produções da agricultura familiar e camponesa, o que só reforça a necessidade de regulamentação específica.

Essas políticas públicas vinham sendo construídas entre os movimentos e o Governo Federal a partir do primeiro semestre de 2009, desde então os movimentos aguardam a efetivação dos Decretos Reguladores para a AF que nos diferenciam do agronegócio.

Foi criada na Câmara dos Deputados uma Comissão Especial, para analisar o Projeto de Lei nº. 1876/99 e outras propostas de mudanças no Código Florestal e na Legislação Ambiental brasileira. No dia 09 de junho de 2010, o Dep. Federal Aldo Rebelo (PCdoB/SP) apresentou à referida Comissão um relatório que continha uma proposta de substituição do Código Florestal.

Podemos afirmar que o texto do Projeto de Lei é insatisfatório, privilegiando exclusivamente os desejos dos latifundiários. Dentre os principais pontos críticos do PL, podemos citar: anistia completa a quem desmatou (em detrimento dos que cumpriram a Lei); a abolição da Reserva Legal para agricultura familiar (nunca reivindicado pelos agricultores/as visto que produzem alimentos para todo o país sem a necessidade de destruição do entorno) possibilidade de compensação desta Reserva fora da região ou da bacia hidrográfica; a transferência do arbítrio ambiental para os Estados e Municípios, para citar algumas.

Estas mudanças, no entanto, são muito distintas das propostas no Projeto de Lei (PL). Nos cabe atentar para o fato de que segundo cálculos de entidades da área ambiental, a aplicação delas resultará na emissão entre 25 a 30 bilhões de toneladas de gás carbônico só na Amazônia. Isso ampliaria em torno de seis vezes a redução estimada de emissões por desmatamento que o Brasil estabeleceu como meta durante a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 15) em Copenhague, em dezembro de 2009 e transformada em Lei (Política Nacional de Mudança do Clima) 12.187/2009.

De acordo com o substitutivo, a responsabilidade de regulamentação ambiental passará para os estados. É fundamental entendermos que os biomas e rios não estão restritos aos limites de um ou dois estados, portanto, não é possível pensar em leis estaduais distintas capazes de garantir a preservação dos mesmos. Por outro lado, esta estadualização representa, na prática, uma flexibilização da legislação, pois segundo o próprio texto, há a possibilidade de redução das áreas de Preservação Permanentes em até a metade se o estado assim o entender.

O Projeto acaba por anistiar todos os produtores rurais que cometeram crimes ambientais até 22 de julho de 2008. Os que descumpriram o Código Florestal terão cinco (5) anos para se ajustar à nova legislação, sendo que não poderão ser multados neste período de moratória e ficam também cancelados embargos e termos de compromisso assinados por produtores rurais por derrubadas ilegais. A recuperação dessas áreas deverá ser feita no longínquo prazo de 30 anos. Surpreendentemente, o Projeto premia a quem descumpriu a legislação.

O Projeto desobriga a manutenção de Reserva Legal para propriedades até quatro (4) módulos fiscais, as quais representam em torno de 90% dos imóveis rurais no Brasil. Essa isenção significa, por exemplo, que imóveis de até 400 hectares podem ser totalmente desmatados na Amazônia – já que cada módulo fiscal tem 100 hectares na região –, o que poderá representar o desmatamento de aproximadamente 85 milhões de hectares. A Constituição Federal estabeleceu a Reserva Legal a partir do princípio de que florestas, o meio ambiente e o patrimônio genético são interesses difusos, pertencentes ao mesmo tempo a todos e a cada cidadão brasileiro indistintamente. É essencial ter claro que nenhum movimento social do campo apresentou como proposta a abolição da RL, sempre discutindo sobre a redução de seu tam anho (percentagem da área total, principalmente na Amazônia) ou sobre formas sustentáveis de exploração e sistemas simplificados de autorização para essa atividade.

Ainda sobre a Reserva Legal, o texto estabelece que, nos casos em que a mesma deve ser mantida, a compensação poderá ser feita fora da região ou bacia hidrográfica. É necessário que estabeleçamos um critério para a recomposição da área impedindo que a supressão de vegetação nativa possa ser compensada, por exemplo, por monoculturas de eucaliptos, pinus, ou qualquer outra espécie, descaracterizando o bioma e empobrecendo a biodiversidade.

O Projeto de Lei traz ainda a isenção em respeitar o mínimo florestal por propriedade, destruindo a possibilidade de desapropriação daquelas propriedades que não cumprem a sua função ambiental ou sócio-ambiental, conforme preceitua a Constituição Federal em seu art. 186, II.

Em um momento onde toda a humanidade está consciente da crise ambiental planetária e lutando por mudanças concretas na postura dos países, onde o próprio Brasil assume uma posição de defesa do desenvolvimento sustentável, é inadmissível que retrocedamos em um assunto de responsabilidade global, como a sustentabilidade ambiental.

O relatório apresentado pelo deputado Aldo Rebelo contradiz com sua história de engajamento e dedicação às questões de interesse da sociedade brasileira. Ao defender um falso nacionalismo, o senhor deputado entrega as florestas brasileiras aos latifundiários e à expansão desenfreada do agronegócio.

Sua postura em defesa do agronegócio é percebida a partir do termo adotado no relatório: Produtor Rural. Essa, mais uma tentativa de desconstrução do conceito de agricultura familiar ou campesina, acumulado pelos movimentos e que trás consigo uma enorme luta política dos agricultores e agricultoras familiares.

Por tudo isso, nós, organizações sociais abaixo-assinadas, exigimos que os assuntos abordados venham a ser amplamente discutidos com o conjunto da sociedade. E cobramos o adiamento da votação até que este necessário debate ocorra e que o relatório do deputado absorva as alterações mencionadas no corpo do texto.

Veja quem assina o Manifesto:

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Alteração do Código Florestal é adiada

13 de maio de 2011 por Fábio Pena

Esta semana vivemos momentos de muita apreensão pelo futuro das florestas do Brasil e o desenvolvimento sustentável. Nos últimos dias 10 e 11, na Câmara dos Deputados, em Brasília/DF, estava para ser votado o relatório do deputado Aldo Rebelo (PcdoB-SP) para um novo Código Florestal, que estabelece regras para o uso e a ocupação do solo no país. O que está em jogo principalmente, é a equação entre a preservação de rios, florestas e encostas e a produção agropecuária no país, nos seus diferentes biomas: pampas, mata atlântica, cerrado, pantanal, caatinga e a amazônia.

Os movimentos sociais e ambientalistas que lutam pela proteção das florestas, como uma fonte de riqueza que não pode ser jogada abaixo para, por exemplo, o plantio de soja e a criação de gado desordenada, como vem acontecendo em muitas regiões da amazônia, lutam contra o poder de setores mais atrasados da política brasileira que vem desde os tempos da UDR, a agora chamada de bancada ruralista. Tudo serve para justificar a produção de alimentos do país, e a importância da agricultura na economia brasileira.

Ruralistas acusam ambientalistas de serem contra o desenvolvimento do país e usam repetidamente a falácia de que estão todos lutando pelos interesses internacionais, enquanto se percebe claramente que muitos desses deputados lutam pelos seus interesses pessoais, visto que vários deles, são grandes latifundiários ou envolvidos em escândalos de grilagem de terras públicas. Não é atoa que querem o perdão para crimes ambientais já cometidos e o relaxamento da legislação atual.

As principais alterações que o projeto prevê no Código Florestal referem-se ao cálculo da reserva legal dentro das propriedades rurais, às áreas de preservação permanente – como margens de rios, morros e montanhas – e à anistia dos crimes ambientais para aqueles que desmataram a floresta

Enquanto por repetidas horas na sessão da câmara do dia 11, se ouviam todo o tipo de verborragia sobre o assunto, o Deputado Aldo Rebelo tentava encontrar acordo entre líderes partidários e o governo para votar o projeto. O neoruralista, como está sendo apelidado por ter demonstrado seguidas vezes ceder às pressões da bancada ruralista, viu seu projeto novamente não ser votado no último dia 11.

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) solicitou o adiamento da votação para a próxima terça-feira (17). “Esse é um tema muito sério para o país e a maioria dos líderes decidiu que era melhor adiar para estudar melhor o texto”, destacou Vaccarezza.

O motivo é justificado por Vaccarezza e vários outros deputados é que o relator alterou a redação do relatório na última hora. Segundo o deputado Paulo Teixeira (SP), a proposta levada ao plenário, por volta das 22 horas, era diferente daquela que ele leu às 21h.

Em seu twitter, a ex-senadora Marina Silva, que exerceu importante papel nas discussões, escreveu: “Estou no plenário da Câmara. Aldo Rebelo apresentou um novo texto, com novas pegadinhas, minutos antes da votação. Como pode ser votado?”.

Em um surto de irritação, Aldo Rebelo resolveu atacar Marina Silva e seu Marido. Aldo afirmou que Fábio Vaz de Lima foi quem praticou contrabando de madeira ilegal. Marina Silva classificou as acusações do deputado Aldo Rebelo como “falsas e levianas”. “Não tenho nenhum receio em relação às acusações assacadas contra minha honra e a de meu marido”, disse Marina durante entrevista coletiva concedida na tarde de quinta-feira. Veja mais aqui

Marco Maia encerrou a sessão cerca das 1h da manhã por falta de quórum. Foram quatro requerimentos e 15 exaustivas de 190 parlamentares presentes. Está marcada para a próxima terça-feira, dia 17 mais uma sessão da Câmara para debater o Código Florestal. Até lá esperamos que nossos políticos tenham um pouquinho mais de lucidez e pensem que o futuro depende do que for feito hoje.

O Ministro @padilhando

2 de maio de 2011 por Fábio Pena

Entrevista exclusiva à Rede Mocoronga

O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é um adepto das redes sociais, sabe da importância da comunicação para a promoção da saúde, e, pode-se dizer, é um fã da nossa Rede Mocoronga.

Quando chegou para visitar o Abaré, no último sábado, 30/04, em meio a dezenas de repórteres e equipes de TV, o Ministro brincou: “só dou entrevista para a Rede Mocoronga!”. E nos concedeu uma exclusiva que já já vai estar aqui no vídeo.

Já sabemos disso desde que por volta de 2002, o então médico Padilha participou com nossa equipe da realização da IV Copa Três Rios de Saúde e Alegria, que utiliza o potencial mobilizar do esporte e das artes para promover a educação em saúde. Com participação de mais de 3 mil comunitários, padilha foi um dos repórteres e comentaristas da Rádio Mocoronga na transmissão dos jogos. Estamos caçando nos nossos arquivos VHS estas imagens.

O Ministro também destacou a importância das tecnologias que encurtam distâncias e podem ajudar a salvar vidas. “Por exemplo, com essa Rede Mocoronga de internet, o comunitário já pode se comunicar na comunidade, o profissional da saúde à bordo já pode receber orientação à distância”.  Disse Padilha se referindo aos telecentros implantados pelo Saúde e Alegria, e aos pontos de telefonia celular e conexão 3G que conectam as comunidades ao Abaré, com o apoio da Vivo.

“Hoje o MS já tem mil equipes de saúde da família que tem contato diretamente via internet, pra tirar dúvida num diagnóstico com um profissional que está num centro mais especializado, ou seja, são essas iniciativas que incentivam os profissionais médicos a melhorar seu trabalho e para que estejam mais no interior do país”, complementou o Ministro.

E para quem quer mandar uma mensagem ou acompanhar o que faz o Ministro, é só segui-lo no Twitter, no endereço @padilhando

Veja o que ele postou durante sua visita a Santarém:

No dia do casamento real, relembrando a visita do Principe Charles

29 de abril de 2011 por Fábio Pena

Hoje um dos assuntos mais comentados foi o casamento do príncipe William com Kate Middleton na Inglaterra. Aproveitando o ensejo, a Rede Mocoronga relembra a visita do pai do noivo, o Príncipe Charles, em Santarém e Belterra. Na comunidade de Maguari, o príncipe conheceu projetos de desenvolvimento sustentável na Floresta Nacional do Tapajós e as iniciativas sociais do Projeto Saúde e Alegria. O príncipe visitou o Barco Hospital Abaré que presta atendimento em saúde para as comunidades da região, numa parceria entre o Saúde e Alegria, a Fundação Terre des Hommens e a Prefeitura de Santarém e Belterra.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=1mbdwgtKxIc[/youtube]

 

Camila Pitanga com Saudades de Santarém

23 de fevereiro de 2011 por Fábio Pena

No blog de Patrícia Kogut:

No ar como Carol Miranda, em “Insensato coração’, Camila Pitanga contou com exclusividade ao blog que está com saudades do Pará. Antes de começaram as gravações da novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, a atriz passou uma temporada naquele estado, para rodar o longa “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”, de Beto Brant e Renato Ciasca, que ainda será lançado.

– Fiquei encantada com o carimbó e por pouco não participei de uma festa especial de lá, o Sairé – conta Camila. – As mulheres usam saias compridas e ornadas de flores, lindo de morrer! E os homens, chapéus de palha e calça. Há uma mistura de sensualidade e elegância que me conquistou.

A atriz ficou numa comunidade chamada São Pedro, a qual chegou após uma viagem de oito horas de barco, partindo de Santarém.

-Conheci pessoas fantásticas, como o Magnólio,­ uma mistura de sábio e palhaço. Ele é de São Paulo, mas está sempre por lá atuando num projeto social lindo. O escrito Éfren Galvão e sua mulher, Ana, lindos (foto abaixo). Além de Dinael e Dadá, nosso anfitriões, que lutam pela demarcação de terras indígenas – lembra Camila.

A atriz contou ainda que está com saudades da culinária local.

– Tinha um prato chamado Mega Tapajós, uma delícia!

Abaixo, a foto de Magnólio: