Tá limpo!

21 de maio de 2011 por Bob Barbosa

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=2i3FEmnb_vs[/youtube]

A Caravana de Educação do Saúde & Alegria, com as arte-educadoras Elis Lucien, Júlia Dene e Betânia Barbosa e com a acadêmica de medicina Andreia Baldissera, desenvolveu na comunidade de Suruacá alguns temas sobre saúde das crianças.

Um desses temas – a higiene – originou, na Oficina de Vídeo com Celulares, o filmete “Tá Limpo”.

Gravado em 31 de março, o vídeo lembra-nos o quanto é importante a atenção à higiene.

Dona Martinha Colares e Carla Alessandra dão dicas pro Palhaço Magnólio, durante visita dele à comunidade.

Quem dá voz ao palhaço é Jaílson Bentes e quem manipula é Luan Castro e Lucas Farias.

Nas câmeras celulares estão Matheus Melo e Jamile Sousa, que também editou o video, na companhia de Djalma Moreira Lima.

A Oficina, uma realização do Saúde & Alegria, com apoio do Instituto Vivo, foi conduzida por Bob Barbosa e Gabriel Abreu, do Projeto de Inclusão Digital.

Jovens Atores

20 de maio de 2011 por Gilberto Sousa



Neste, dia 21/05/2011, jovens da comunidade de Maripá,apresentaram uma Dramatização do relato bíblico de Salomão e a escolha da mãe verdadeira.

Duas mulheres dormimontagem: Gilberto Sousando. Uma dorme por cima do filho e o mata. Então ela troca o filho. A outra acorda e, ao dar de mamar para o filho, percebe que ele está morto e que ele foi trocado. Ela começa a chorar e chama a outra mulher que fala que o filho é dela…..

Salomão: (em pé) Você diz que esse filho é seu (aponta para mulher 1) Você diz que é seu (aponta para mulher dois). De fato uma de vocês é a verdadeira mãe. Guarda, tive uma ideia.   Tragam-me uma espada!

Divida a criança ao meio. Dê a metade a uma mulher e a outra metade para outra mulher.

Mulher 1 : se é pra matá-lo, dê o meu filho para ela. É melhor ele vivo do que morto.

Mulher 2 Divida-o sim, meu rei. Nem dê o filho para mim nem a ela.

 

Salomão; Guarda, dê esta criança a esta mulher (mulher 1), porque de fato ela é a verdadeira mãe. E quanto a esta outra(mulher 2),prenda-a, pois ela é impostora.

Repórter: Gilberto Sousa

 

Soro caseiro, pra criança sorrir :)

17 de maio de 2011 por Bob Barbosa

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=OU6OaYRzRos[/youtube]

A Caravana de Educação do Saúde & Alegria, com os arte-educadores Luiz Evandro “Pimenta” e Edicleise Macacheira, desenvolveu na comunidade de Capixauã algumas temáticas ligadas à saúde das crianças.

Uma delas – a hidratação de crianças com diarreia – originou, durante Oficina de Vídeo com Celulares, o filmete “Pra Criança Sorrir”.

Gravado em 01 de abril , o vídeo dá valiosa dica pras mamães tratarem seus filhos pequenos quando eles estiverem com diarreia: o soro caseiro.

O protagonista mirim é o bebê Edimilson, filho de Maria Carolina, que no filmete também é a sua mãe.  A Agente Comunitária de Saúde é a Marlene; e os vizinhos são interpretados por Gorete, Milene e Rubens.

Mailson, que já havia editado o filmete “O Macaco e a Viada”, também editou “Pra Criança Sorrir”; e Ruthclei e Marliane gravaram as cenas com os celulares.

A Oficina, realizada pelo Saúde & Alegria, com apoio do Instituto Vivo, foi conduzida por Bob Barbosa e Gabriel Abreu, do Projeto de Inclusão Digital do Saúde & Alegria.

O Espantador

13 de maio de 2011 por Bob Barbosa

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=bC36kdw3yoM[/youtube]

A Comunidade de Santí, na margem esquerda do Tapajós, está dando o seu recado para que todos respeitem a floresta ao fazerem seus roçados, não deixando que o fogo ultrapasse os limites do aceiro.

Para quem não sabe, aceiro é uma pequena faixa de terra circundante aos roçados, que impede a passagem do fogo para a vegetação, evitando queimadas ou incêndios.

E o recado veio através das Oficinas de Vídeo com Celulares, onde a comunidade desenvolveu uma história que mistura uma lenda da amazônia com a prática do roçado, necessário para a agricultura de subsistência.

A Oficina, realizada em 11 de maio, foi conduzida por Bob Barbosa e Gabriel Abriel, com o acompanhamento de Elis Lucien e Edicleise Macacheira, arte-educadoras do Barco Abaré.

Na noite anterior, a comunidade assistiu ao Cine Mocorongo, onde foram exibidos vídeos realizados nas Oficinas em outras comunidades, como Suruacá, Maguari e Jamaraquá.

Na noite seguinte, quase toda a comunidade, composta por 28 famílias, estava presente na exibição do filmete “O Espantador”!

Entre crianças, jovens e adultos, 17 pessoas integraram o elenco e a equipe técnica do filmete, realizado durante a Oficina, que é uma realização do Saúde & Alegria, com o apoio do Instituto Vivo.

Mais de 50 entidades repudiam mudanças no Código Florestal

13 de maio de 2011 por Fábio Pena

EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE BRASILEIRO E DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS:

NÃO AO SUBSTITUTIVO DO CÓDIGO FLORESTAL!

O Código Florestal (Lei nº. 4.771, de 15 de setembro de 1965) está baseado em uma série de princípios que respondem às principais preocupações no que tange ao uso sustentável do meio ambiente.

Apesar disso, entidades populares, agrárias, sindicais e ambientalistas, admitem a concreta necessidade de aperfeiçoamento do Código criando regulamentações que possibilitem atender às especificidades da agricultura familiar e camponesa, reconhecidamente provedoras da maior parte dos alimentos produzidos no país.

É essencial a implementação de uma série de políticas públicas de fomento, crédito, assistência técnica, agro industrialização, comercialização, dentre outras, que garantirão o uso sustentável das áreas de reserva legal e proteção permanente. O Censo Agropecuário de 2006 não deixa dúvidas quanto à capacidade de maior cobertura florestal e preservação do meio ambiente nas produções da agricultura familiar e camponesa, o que só reforça a necessidade de regulamentação específica.

Essas políticas públicas vinham sendo construídas entre os movimentos e o Governo Federal a partir do primeiro semestre de 2009, desde então os movimentos aguardam a efetivação dos Decretos Reguladores para a AF que nos diferenciam do agronegócio.

Foi criada na Câmara dos Deputados uma Comissão Especial, para analisar o Projeto de Lei nº. 1876/99 e outras propostas de mudanças no Código Florestal e na Legislação Ambiental brasileira. No dia 09 de junho de 2010, o Dep. Federal Aldo Rebelo (PCdoB/SP) apresentou à referida Comissão um relatório que continha uma proposta de substituição do Código Florestal.

Podemos afirmar que o texto do Projeto de Lei é insatisfatório, privilegiando exclusivamente os desejos dos latifundiários. Dentre os principais pontos críticos do PL, podemos citar: anistia completa a quem desmatou (em detrimento dos que cumpriram a Lei); a abolição da Reserva Legal para agricultura familiar (nunca reivindicado pelos agricultores/as visto que produzem alimentos para todo o país sem a necessidade de destruição do entorno) possibilidade de compensação desta Reserva fora da região ou da bacia hidrográfica; a transferência do arbítrio ambiental para os Estados e Municípios, para citar algumas.

Estas mudanças, no entanto, são muito distintas das propostas no Projeto de Lei (PL). Nos cabe atentar para o fato de que segundo cálculos de entidades da área ambiental, a aplicação delas resultará na emissão entre 25 a 30 bilhões de toneladas de gás carbônico só na Amazônia. Isso ampliaria em torno de seis vezes a redução estimada de emissões por desmatamento que o Brasil estabeleceu como meta durante a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 15) em Copenhague, em dezembro de 2009 e transformada em Lei (Política Nacional de Mudança do Clima) 12.187/2009.

De acordo com o substitutivo, a responsabilidade de regulamentação ambiental passará para os estados. É fundamental entendermos que os biomas e rios não estão restritos aos limites de um ou dois estados, portanto, não é possível pensar em leis estaduais distintas capazes de garantir a preservação dos mesmos. Por outro lado, esta estadualização representa, na prática, uma flexibilização da legislação, pois segundo o próprio texto, há a possibilidade de redução das áreas de Preservação Permanentes em até a metade se o estado assim o entender.

O Projeto acaba por anistiar todos os produtores rurais que cometeram crimes ambientais até 22 de julho de 2008. Os que descumpriram o Código Florestal terão cinco (5) anos para se ajustar à nova legislação, sendo que não poderão ser multados neste período de moratória e ficam também cancelados embargos e termos de compromisso assinados por produtores rurais por derrubadas ilegais. A recuperação dessas áreas deverá ser feita no longínquo prazo de 30 anos. Surpreendentemente, o Projeto premia a quem descumpriu a legislação.

O Projeto desobriga a manutenção de Reserva Legal para propriedades até quatro (4) módulos fiscais, as quais representam em torno de 90% dos imóveis rurais no Brasil. Essa isenção significa, por exemplo, que imóveis de até 400 hectares podem ser totalmente desmatados na Amazônia – já que cada módulo fiscal tem 100 hectares na região –, o que poderá representar o desmatamento de aproximadamente 85 milhões de hectares. A Constituição Federal estabeleceu a Reserva Legal a partir do princípio de que florestas, o meio ambiente e o patrimônio genético são interesses difusos, pertencentes ao mesmo tempo a todos e a cada cidadão brasileiro indistintamente. É essencial ter claro que nenhum movimento social do campo apresentou como proposta a abolição da RL, sempre discutindo sobre a redução de seu tam anho (percentagem da área total, principalmente na Amazônia) ou sobre formas sustentáveis de exploração e sistemas simplificados de autorização para essa atividade.

Ainda sobre a Reserva Legal, o texto estabelece que, nos casos em que a mesma deve ser mantida, a compensação poderá ser feita fora da região ou bacia hidrográfica. É necessário que estabeleçamos um critério para a recomposição da área impedindo que a supressão de vegetação nativa possa ser compensada, por exemplo, por monoculturas de eucaliptos, pinus, ou qualquer outra espécie, descaracterizando o bioma e empobrecendo a biodiversidade.

O Projeto de Lei traz ainda a isenção em respeitar o mínimo florestal por propriedade, destruindo a possibilidade de desapropriação daquelas propriedades que não cumprem a sua função ambiental ou sócio-ambiental, conforme preceitua a Constituição Federal em seu art. 186, II.

Em um momento onde toda a humanidade está consciente da crise ambiental planetária e lutando por mudanças concretas na postura dos países, onde o próprio Brasil assume uma posição de defesa do desenvolvimento sustentável, é inadmissível que retrocedamos em um assunto de responsabilidade global, como a sustentabilidade ambiental.

O relatório apresentado pelo deputado Aldo Rebelo contradiz com sua história de engajamento e dedicação às questões de interesse da sociedade brasileira. Ao defender um falso nacionalismo, o senhor deputado entrega as florestas brasileiras aos latifundiários e à expansão desenfreada do agronegócio.

Sua postura em defesa do agronegócio é percebida a partir do termo adotado no relatório: Produtor Rural. Essa, mais uma tentativa de desconstrução do conceito de agricultura familiar ou campesina, acumulado pelos movimentos e que trás consigo uma enorme luta política dos agricultores e agricultoras familiares.

Por tudo isso, nós, organizações sociais abaixo-assinadas, exigimos que os assuntos abordados venham a ser amplamente discutidos com o conjunto da sociedade. E cobramos o adiamento da votação até que este necessário debate ocorra e que o relatório do deputado absorva as alterações mencionadas no corpo do texto.

Veja quem assina o Manifesto:

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Alteração do Código Florestal é adiada

13 de maio de 2011 por Fábio Pena

Esta semana vivemos momentos de muita apreensão pelo futuro das florestas do Brasil e o desenvolvimento sustentável. Nos últimos dias 10 e 11, na Câmara dos Deputados, em Brasília/DF, estava para ser votado o relatório do deputado Aldo Rebelo (PcdoB-SP) para um novo Código Florestal, que estabelece regras para o uso e a ocupação do solo no país. O que está em jogo principalmente, é a equação entre a preservação de rios, florestas e encostas e a produção agropecuária no país, nos seus diferentes biomas: pampas, mata atlântica, cerrado, pantanal, caatinga e a amazônia.

Os movimentos sociais e ambientalistas que lutam pela proteção das florestas, como uma fonte de riqueza que não pode ser jogada abaixo para, por exemplo, o plantio de soja e a criação de gado desordenada, como vem acontecendo em muitas regiões da amazônia, lutam contra o poder de setores mais atrasados da política brasileira que vem desde os tempos da UDR, a agora chamada de bancada ruralista. Tudo serve para justificar a produção de alimentos do país, e a importância da agricultura na economia brasileira.

Ruralistas acusam ambientalistas de serem contra o desenvolvimento do país e usam repetidamente a falácia de que estão todos lutando pelos interesses internacionais, enquanto se percebe claramente que muitos desses deputados lutam pelos seus interesses pessoais, visto que vários deles, são grandes latifundiários ou envolvidos em escândalos de grilagem de terras públicas. Não é atoa que querem o perdão para crimes ambientais já cometidos e o relaxamento da legislação atual.

As principais alterações que o projeto prevê no Código Florestal referem-se ao cálculo da reserva legal dentro das propriedades rurais, às áreas de preservação permanente – como margens de rios, morros e montanhas – e à anistia dos crimes ambientais para aqueles que desmataram a floresta

Enquanto por repetidas horas na sessão da câmara do dia 11, se ouviam todo o tipo de verborragia sobre o assunto, o Deputado Aldo Rebelo tentava encontrar acordo entre líderes partidários e o governo para votar o projeto. O neoruralista, como está sendo apelidado por ter demonstrado seguidas vezes ceder às pressões da bancada ruralista, viu seu projeto novamente não ser votado no último dia 11.

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) solicitou o adiamento da votação para a próxima terça-feira (17). “Esse é um tema muito sério para o país e a maioria dos líderes decidiu que era melhor adiar para estudar melhor o texto”, destacou Vaccarezza.

O motivo é justificado por Vaccarezza e vários outros deputados é que o relator alterou a redação do relatório na última hora. Segundo o deputado Paulo Teixeira (SP), a proposta levada ao plenário, por volta das 22 horas, era diferente daquela que ele leu às 21h.

Em seu twitter, a ex-senadora Marina Silva, que exerceu importante papel nas discussões, escreveu: “Estou no plenário da Câmara. Aldo Rebelo apresentou um novo texto, com novas pegadinhas, minutos antes da votação. Como pode ser votado?”.

Em um surto de irritação, Aldo Rebelo resolveu atacar Marina Silva e seu Marido. Aldo afirmou que Fábio Vaz de Lima foi quem praticou contrabando de madeira ilegal. Marina Silva classificou as acusações do deputado Aldo Rebelo como “falsas e levianas”. “Não tenho nenhum receio em relação às acusações assacadas contra minha honra e a de meu marido”, disse Marina durante entrevista coletiva concedida na tarde de quinta-feira. Veja mais aqui

Marco Maia encerrou a sessão cerca das 1h da manhã por falta de quórum. Foram quatro requerimentos e 15 exaustivas de 190 parlamentares presentes. Está marcada para a próxima terça-feira, dia 17 mais uma sessão da Câmara para debater o Código Florestal. Até lá esperamos que nossos políticos tenham um pouquinho mais de lucidez e pensem que o futuro depende do que for feito hoje.

Tapajós é integração e não separatismo

11 de maio de 2011 por Fábio Pena

Caetano Scannavino Filho
Coordenador do Projeto Saúde e Alegria

Se quisermos fazer acontecer o Estado do Tapajós, sabemos que a batalha é árdua. Se por um lado temos que estar unidos, independente das crenças, credos, ser São Raimundo ou São Francisco, por outro a discussão em torno do assunto só vai dar resultados se debatermos de forma qualificada com o outro lado, sem medo de ser feliz.

Com o pessoal de Belém, fazendo-o admitir que do jeito que está e sempre foi, não se deu conta do recado. Se a inclusão da região oeste no processo de desenvolvimento do estado não ocorreu como deveria nessas décadas e décadas de existência não é agora que o faria.

Por isso, não me agrada muito o termo “separatismo”, mesmo porque nossa relação com Belém é mais do que amizade, são nossos parentes, familiares, que precisam ser solidários a nossa causa e entender que a questão não é separar, e sim integrar o Baixo Amazonas ao Brasil. E o debate tem também que seguir fronteira afora.

A discussão sobre a divisão do Pará pode e deve ser nacional. No entanto, nosso maior desafio é fazer o Brasil entender a Amazônia. Fala-se muito na sua internacionalização, mas o que precisa mesmo é nacionaliza-a, sobretudo o principal centro econômico e de formação de opinião – o eixo RJ-SP – compreender melhor suas realidades, desafios, culturas, oportunidades de negócios, etc.

Aí deixará de enxergá-la como um “ônus” que só tem conflitos e desmates, e perceberá que temos um grande “bônus” nas mãos, com um povo maravilhoso e uma riqueza imensurável que se manejada de forma sustentada e includente poderá impactar o nosso PIB e justificar que o Brasil, o “país do futuro” que ouvíamos na infância, chegou.

Há vários projetos para criação de novos estados tramitando no Congresso. Nesse caso, a lógica comum do pensamento do brasileiro das outras regiões vai ser sempre tender para o oportunismo, os custos de implantação, a solução que não é solução, entre outros coerentes argumentos. Não podemos negar isso, mas fazê-los entender que não podemos colocar toda farinha no mesmo saco – aliás, estaríamos escondendo as delicias da farinha “puba” do Tapajós, algo muito típico e especial da nossa região.

Cada caso é um caso. E o nosso trata da Amazônia, onde municípios tem o tamanho de estados e estes, de países. Quanto a proposta pelo Estado do Tapajós, não falamos da divisão de uma área já interligada como o Triangulo Mineiro, mas sim de uma parcela imensa da Amazônia, sem facilidades de transporte, energia, comunicação, saúde, educação,… com contextos bastante distintos dentro de um mesmo Pará.
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Infância de Cachoeira do Aruã faz homenagem às mães

10 de maio de 2011 por Ray Andrade

O grupo da Infância Missionária de Cachoeira do Aruã, dirigido pela professora Rosane Gonzaga, responsável pelas crianças na comunidade fizeram uma bela Homenagem para as mães neste último dia 08 de Maio de 2011 ( dia das Mães). A Infância Missionária Fundada na Vila do Aruã em 2007, pela pedagoga aposentada, a Srª. Cilene e seu esposo o Srº. João Bosco. Com esse projeto as crianças tem uma assistência religiosa, cultural, familiar e claro educativa.


Crianças da Infância Missionária C. do Aruã Foto: Gerlane Lemos

Mensagem da Infância Missionária de Cachoeira do Aruã para todas as Mães :

Ser Mãe…

É ter um amor enorme

Que não cabe Dentro do peito

É amar sem medidas

É se dar

Se dar… Amar e amar!

FELIZ DIA DAS MÃES!

Visita do Ministro

9 de maio de 2011 por Bob Barbosa

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=GKhTHTKz4ww[/youtube]

O Barco Abaré e a comunidade quilombola de Saracura, no Rio Amazonas, receberam em 30 de abril, a visita do Ministro da Saúde Alexandre Padilha.

A TV Mocoronga, com Fábio Pena entrevistando e Bob Barbosa na câmera, estava lá e mostra neste vídeo os bastidores da visita e também a entrevista exclusiva do Ministro.

A visita que selou compromissos, foi em clima de festa, e teve a presença de lideranças comunitárias e autoridades de Santarém, Belterra e Aveiro.

Conexão Belterra

3 de maio de 2011 por Bob Barbosa

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=YO4Q93yJZNA[/youtube]

É nesta quarta, 04 de maio, o aniversário da nossa querida cidade de Belterra.

Neste mesmo dia, dentro das festividades, será exibido na Praça Brasil às 20:30, um vídeo totalmente gravado pelos participantes do Telecentro de Inclusão Digital.

A produção de “Conexão Belterra”, contou ainda com apoios do Saúde & Alegria e do Instituto Vivo.