Oficina de vídeo inicia hoje no Telecentro Castanhal

6 de dezembro de 2010 por Marcela Bentes

Monitores e comunidade da Vila Castanhal recebem curso de vídeo, ministrado por Professores Suécos em parceria com Projeto Saúde e Alegria. Durante toda semana os alunos irão participar da oficina em dois horários, manhã e tarde.

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Encontro de Turismo de Base Comunitária

6 de dezembro de 2010 por Elis Lucien

O turismo de base comunitária é uma  realidade para: Atodí, Arimum, Anã e Vila Amazonas comunidades da região do rio Arapiuns no município de Santarém, Pará.  É uma alternativa com base na economia solidária, valorizando a cultura local e  práticas sustentáveis dos recursos naturais. O Encontro de Turismo de Base Comunitária acontece nos dias 06 e 07 de Dezembro, na sede do Projeto Saúde e Alegria com objetivo de avaliar esses dois anos de trabalho nessas comunidades e apresentar o programa para uma possível ampliação para outras comunidades da região.

Esse turismo aproxima o visitante de uma realidade bastante peculiar de uma determinada comunidade. O turista têm a oportunidade de navegar em embarcações típicas da região amazônica e desfrutar de um um pôr do Sol nas margens do rio Arapiuns, seguindo o roteiro o visitante desce na comunidade e vivencia a vida comunitária no seu dia de trabalho como:  pescar, ir para roça, participar de reuniões comunitárias, estudar, tomar banho de rio e descançar em uma rede depois de muito trabalho.

Para maiores informações:

http://www.saudeealegria.org.br/portal/index.php/home/conteudo/24

Primeira equipe de Saúde da Família Fluvial do Brasil será lançada em Santarém

2 de dezembro de 2010 por Fábio Pena

Projeto demonstrativo do Barco-Hospital Abaré no Oeste do Pará desenvolvido pela ONG Saúde e Alegria em parceria com as Prefeituras de Santarém, Belterra e Aveiro, apoiado pelo Terre dês Hommes Holanda, se torna referência para políticas públicas de saúde básica no País. Através da portaria 2.191 de 3 de agosto de 2010, o Ministério da Saúde autoriza e financia Municípios de toda Amazônia e região do Pantanal interessados na implantação de Unidades de Saúde da Família Fluviais, permitindo o atendimento regular aos milhares de ribeirinhos com dificuldades de acesso aos serviços do SUS.

No dia 07 de dezembro de 2010, às 16:00h, acontecerá em Santarém a cerimônia de oficialização da primeira Unidade de Saúde da Família Fluvial do Brasil. O evento contará com a presença da diretora do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Claunara Schiling Mendonça, do Secretário Municipal de Saúde de Santarém, José Antonio Rocha, diretores do Projeto Saúde e Alegria, representantes dos Municípios de Belterra e Aveiro e Terre des Hommes Holanda. Trata-se de uma conquista de extrema importância para garantir o acesso aos serviços de saúde para populações ribeirinhas vivendo em comunidades distantes dos centros urbanos.

O Projeto Saúde e Alegria em parceria com as Prefeituras de Santarém, Belterra e Aveiro desenvolveram um modelo demonstrativo de atenção primária adaptado ao contexto das populações ribeirinhas da Amazônia que funciona nos moldes de um PSF (Programa Saúde da Família) itinerante. Com o apoio da Fundação Terre des Hommes Holanda, o atendimento básico de cerca de 70 comunidades do rio Tapajós, desde 2006, vem sendo feito através do Barco Hospital Abaré, beneficiando mais de 15 mil pessoas. Elas têm acesso regular à bordo do posto flutuante, de 40 em 40 dias, aos atendimentos médicos e odontológicos, vacinações, procedimentos laboratoriais, pequenas cirurgias, além exames preventivos como o pré-natal e o PCCU.

Ações de educação e prevenção complementam este modelo com a realização de Campanhas Educativas acompanhando as visitas do barco. Arte-educadores apresentam o Circo Mocorongo com teatros e brincadeiras, repassando conhecimentos de como evitar as doenças e promover saúde com alegria.

Os resultados podem ser vistos na melhoria dos indicadores de saúde da área atendida, entre os quais, podemos destacar: 96,5% das crianças estão vacinadas, indicador superior à média Estadual que é de apenas 83,3%;  apenas 2% das crianças menores de 2 anos estão desnutridas, enquanto nas comunidades não atendidas a taxa é de 5%;  90% das crianças de até 6 meses são alimentadas exclusivamente com o leite materno;  98% das mulheres grávidas fazem o pré-natal, sendo que apenas 73% o fazem no Estado.

Este tipo de atendimento, com regularidade e metodologia diferenciadas, permanecia como um desafio de ser ofertado junto a outros municípios da região, tendo em vista as dificuldades peculiares da Amazônia – grandes distancias e extensões, populações rurais dispersas e de difícil acesso,  carências de transporte e comunicação – somadas ainda à questão da interiorização da medicina e falta de recursos para manutenção desses serviços (tripulação e equipes de saúde embarcadas, combustíveis, insumos diversos, etc).

Com base nesta realidade, no direito a saúde dos ribeirinhos e na experiência demonstrada a partir do barco Abaré, o Ministério da Saúde publicou no dia 03 de agosto deste ano, no Diário Oficial da União, uma portaria que instituiu critérios diferenciados para implantação, financiamento e manutenção da Estratégia de Saúde da Família para as populações que residem às margens dos rios em toda Amazônia Legal e Mato Grosso do Sul. Esta regulamentação permite que os municípios implementem Unidades de Saúde da Família Fluviais – algo inédito no Brasil – viabilizando a acesso aos serviços de atenção básica em áreas remotas.

Assim, as Secretarias Municipais poderão receber recursos para subsidiar os custos operacionais da Saúde Fluvial, especialmente das equipes que necessitam enfrentar jornadas de mais de 15 dias de atendimento em viagens de barco, o que acaba acarretando custos mais elevados  do que aqueles que até então a política de saúde considerava como padrão do SUS.

“É diferente você manter um atendimento numa região urbana, com uma logística relativamente  fácil e onde os profissionais podem ir e voltar no mesmo dia para sua residência. Os custos são diferentes. Além do que precisamos ter uma abordagem diferenciada com as populações rurais em termos das prioridades encontradas no campo da medicina”, afirma o Dr. Fábio Tozzi, coordenador de Saúde Comunitária do Saúde & Alegria.

Na oportunidade será feito o marco inaugural da primeira “equipe de Saúde da Família para Populações Ribeirinhas”, que funcionará no próprio Barco Abaré, que a partir 2011 terá seu funcionamento sustentado pela política pública de saúde, capitaneado pela SEMSA de Santarém. O Projeto Saúde e Alegria continuará seu trabalho demonstrativo e responsável pelas ações de educação, prevenção e controle social do modelo.

O Secretário Municipal de Saúde de Santarém, José Antônio Rocha, comemora a conquista. “É um avanço muito grande a implantação do PSF fluvial em Santarém, sendo o primeiro do Brasil . Isso demonstra que a experiência desenvolvida pela SEMSA de Santarém e Municípios parceiros com o PSA ao longo desses anos, foi uma parceria forte, que deu resultados e que está tendo o reconhecimento do Ministério. E a partir de agora, está sendo levada para outros municípios da Amazônia”.

Para Cristianne Haraki, representante no Brasil da Terre des Hommes Holanda, um dos principais parceiros da iniciativa que resultou na portaria, “desde o início da parceria com o PSA buscamos proporcionar as populações do Rio Tapajós uma assistência de qualidade e alinhada com as políticas preconizadas pelo Ministério da Saúde. No entanto, faltava este reconhecimento. Como organização comprometida em melhorar da qualidade de vida principalmente de crianças e adolescentes, manifestamos nossa satisfação ao PSA, ao Ministério da Saúde, e as Prefeituras de Aveiro, Belterra e Santarém pela iniciativa de inserção da experiência do Barco Abaré a política de saúde do Brasil”, afirmou.

“Esta é uma uma vitória importante, pois representa um dos principais objetivos do Projeto Saúde e Alegria e seus parceiros, que é contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas na Amazônia, sobretudo junto às populações mais isoladas e que mais necessitam do acesso a este tipo de serviço. Além de ser um ótimo exemplo de parceria do terceiro setor com o poder público, o que se semeou a partir da experiência no Tapajós poderá gerar frutos para toda Amazônia, estendendo os benefícios a um numero muito maior de pessoas”, afirma o coordenador geral do Projeto Saúde e Alegria, Caetano Scannavino.

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Vivo EnCena em Suruacá: Integração através da Arte

2 de dezembro de 2010 por Paulo Lima

Oficina de Teatro e Animação - VivoEnCena com Saúde & Alegria

O projeto Conexão VivoEnCena cruzou o grandioso Rio Tapajós e chegou à comunidade de Suruacá, localizada a cerca de duas horas de Alter do Chão, no município de Santarém. O evento realizado no Estado do Pará, inédito em território nacional, promove o encontro entre jovens da cidade de Belterra e das comunidades de Suruacá e Capixauã com artistas e orientadores de grandes metrópoles do país através de oficinas de teatro e animação. O principal objetivo da ação é fomentar a partilha de experiências com olhar focado na responsabilidade cidadã e na prospecção por futuras ações sustentáveis. A VJ e documentarista Evelyn Cristina faz registro audiovisual de todo processo para a exibição de vídeo no dia final da primeira etapa do projeto.

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Jogos Internos no Pólo Maguari

1 de dezembro de 2010 por Carpeggeane Pantoja



Jogos Internos - Pólo Maguari

Foi realizado nos dias 20, 26 e 27 de  Novembro, os jogos internos da Escola Perpétuo Socorro de Maguari, município de Belterra, Pará. Participaram alunos de 5ª série à 3º ano do Ensino Médio.  O objetivo principal é que o esporte e o atletismo tenha o fundamento de todos os outros, depende de todas as qualidades ligadas ao esporte como, força física, inteligência, concentração, reflexos, e exige
que o aluno mobilize todos os recursos que lhe permitem superar a si mesmo. E também ele favorece oportunidades para que nossos alunos aprendam a trabalhar em equipe.

V FSPA encerrou com manifestações

30 de novembro de 2010 por Elis Lucien

O V Fórum Social Pan Amazônico foi um encontro marcado por seguimentos de várias etnias e manifestações. Com objetivo de unir os povos da Pan Amazônia (Suriname, República Cooperativa da Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Brasil) nas discussões dos Eixos propostos nesse grande encontro: Em defesa da Mãe-Terra e dos Territórios; Poder para os povos-amazônicos; Direitos Humanos (Dhescas); Cultura, Comunicação e Educação Popular.

O Espaço Pérola do Tapajós situado no parque da cidade de Santarém, oeste do Pará reuniram-se em grande círculo em meio as manifestações das representações de: Abaetetuba;

Movimento Juruti em Ação; Quilombo Murumuru, Itaiutba, Alenquer, Parintins, Planalto Curua-Una;  Xingú Vivo para Sempre;  Quilombo da Guiana Francesa;  São Jorge;  Tupaiú; indía campesina e Movimento de Mulheres. Todos apresentando suas propostas discutidos durante os cinco dias do Fórum,  nos diversos espaços espalhados na cidade encerrando com a leitura da Carta do V Fórum Social Pan Amazônico://www.forumsocialpanamazonico.org/article310.html.

Devido ser um espaço democrático, ocorreu a Feira da Produção Familiar do Baixo Amazonas anexo ao Fórum contando com produtos diversos que vão desde artesanato à praça de alimentação.

Ecoturismo de base comunitária em vídeo

29 de novembro de 2010 por Fábio Pena

O Projeto Saúde e Alegria com o apoio do Ministério do Turismo produziu um novo vídeo para a divulgação do seu programa de Ecoturismo de Base comunitária. É só conferir:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=PVeLvMbrQHY&feature=player_embedded#![/youtube]

Outras fontes de energia são possíveis

29 de novembro de 2010 por Fábio Pena

Outras fontes de energia são possíveis. O modelo energético brasileiro e o potencial da Amazônia para as fontes renováveis. Esse foi o tema de um seminário promovido no dia 26/11 pela Rede FAOR – Fórum da Amazônia Oriental, durante o Fórum Social Pan-Amazônico.

Uma das principais críticas ao modelo energético brasileiro, é de que as grandes hidroelétricas são construídas para abastecer a demanda do mercado e das grandes empresas, especialmente aquelas que exploram os recursos naturais da região, seja no campo da mineração, como em outras áreas. E  de que a energia gerada não serve ao  povo da Amazônia, que sofre diretamente os impactos dessas grandes obras, mas não se beneficia delas. Além dos impactos ambientais que afetam a vida da floresta e o modo de vida tradicional dos povos.

Por outro lado, está claro o potencial da Amazônia para a produção de energia, não apenas no modelo proposta atualmente com as grandes obras, mas principalmente em fontes alternativas. Entre essas alternativas, o biodiesel tem sido proposto amplamente pelo governo como alternativa para que o Brasil possa se tornar um grande produtor de um combustível menos poluente.

No entanto, entra em questão o modelo de produção dos óleos vegetais que podem ser usados na fabricação, como no caso do coco babaçu. No seminário, por exemplo, a Sra. Nazira Pereira da Silva, da coordenação interestadual do Movimento das Quebradeiras de Coco Babaçu, trouxe um sério problema que suas companheiras vêm enfrentado.

Com a chegada da proposta do biodiesel, as quebradeiras de côco que há dezenas de anos manejam, de forma sustentável, áreas com predominância do babaçu, estão sendo pressionadas por empresas interessadas em explorar esse recurso. Há denúncias de ameaças para a expulsão das áreas, pressão  para a compra dos territórios historicamente manejados, o que gera conflitos e prejuízos aos direitos dessas populações tradicionais. É urgente a necessidade de uma ampla discussão sobre esse modelo, em que ponto ele se torna também mais uma ameaça às comunidades amazônicas.

Durante o seminário. o coordenador de desenvolvimento territorial do Projeto Saúde e Alegria, Tibério Allogio, apresentou a experiência realizada na comunidade de Cachoeira do Aruã, no rio Arapiuns, através da implantação de uma mini-central hidroelétrica. O empreendimento foi ousado ao estabelecer as condições para que a própria comunidade pudesse se organizar e torna-se uma produtora independente de energia, por meio da criação de uma associação, a AMOPE, que gerencia a mini-hidroelétrica.

Instalada usando a queda d’água da bonita cachoeira ao lado da comunidade, o empreendimento gerou impacto ambiental praticamente zero, e beneficia diretamente as mais de 50 famílias que moram na comunidade, melhorando sua qualidade de vida e possibilitando incrementar a economia local, especialmente a voltada para o turismo comunitário.

“É claro que estamos falando de uma experiência piloto que não resolve o grande problema da geração de energia em grande escala para o desenvolvimento regional. Mas aqui está demonstrado na prática como é possível gerar energia de forma sustentável se o objetivo é beneficiar diretamente as comunidades locais”.

O modelo implantado em Cachoeira do Aruã, também teve inovações do ponto de vista tecnológico, a partir de experiência de uma empresa local, a ENDALMA, que já havia testado em outra localidade e pôde consolidar a experiência, que em seguida foi adotada por outros projetos, a exemplo das mini-hidroelétricas implantadas pelo INCRA em assentamento da reforma agrária na região.

A Muiraquitã FM está no ar

28 de novembro de 2010 por Fábio Pena

Uma rádio diferente está no ar em Santarém, desde a última quinta-feira, dia 18, no início do Fórum Social Pan-Amazônico. Trata-se da Rádio Livre Muiraquitã, transmitindo na frequência de 88.1 FM.

A rádio é uma experiência organizado por um coletivo de organizações que lutam pela democratização dos meios de comunicação e acreditam em uma nova forma de fazer comunicação, aberta, democrática e que valorize a identidade cultural da nossa região. Através do Pontão de Cultura Digital do Tapajós, o Laboratório de Comunicação Compartilhada, o Projeto Puraqué, o Projeto Saúde e Alegria e a Casa Brasil de Santarém se uniram para colocar no ar, que é livre, a voz dos participantes do Fórum Social Pan-Amazônico que está acontecendo em Santarém.

Além de divulgar ao vivo as notícias e a programação do fórum, a rádio tem uma seleção musical que valoriza principalmente as músicas regionais, de artistas populares, que normalmente não teriam espaço nas rádios comerciais. Dois Cds foram lançados durante a programação da Rádio, produzidos pelo próprio pontão de cultura digital do Tapajós. Um deles é do Seu Tatuzinho e outro do compositor Juvenal Imbiriba, o Juveco, ambos da região do Rio Arapiuns. As músicas em geral, falam da vida, do dia a dia nas comunidades ribeirinhas e tem forte apelo ecológico. Outro destaque na programação são as músicas produzidas pelo estúdio livre do coletivo poraqué, com diversos artistas de Santarém, entre eles o grupo Nossas Lembraças, do Bairro do Maracanã.

Funcionando com equipamentos adquiridos pela Associação Rádio Comunitária Muiraquitá FM, a rádio já tem um longo histórico pela sua legalização. Já passou por diversos processos buscando sua outorga, mas a burocracia imposta por muito tempo inviabilizou que rádio fosse implantada. Os equipamentos são homologados pelo Ministério das Comunicações, mas o processo caminha a passos lentos.

Os participantes que reanimaram a Muraquitã durante o Fórum, ganharam novo fôlego para lutar por uma rádio comunitária em Santarém. Espera-se que o nome da rádio também ajude. Muiraquitã é nome de um amuleto da sorte, encontrado no lago verde de alter do chão. Trata-se de um objeto indígena sagrado, acredita-se que traz felicidade, sorte e também cura a quase todas as doenças a quem o possui. Foi com esse sentido que espera-se que a rádio tenha força para divulgar a voz das comunidades.

Pastorais Sociais no V FSPA

26 de novembro de 2010 por Elis Lucien

A Comissão Pastoral da Terra (CPT), especialmente da Diocese de Santarém vem acompanhando de perto todo o impacto social trazido pelos conflitos gerado pelos grandes empreendimentos no Oeste do Pará. Além de denunciar a extinção de comunidades desde de 2005, acompanha de perto os processos judiciais de manutenção de posse e ameaças às terras indígenas. Então, as pastorais trouxeram para o V Fórum Social Pan Amazônico um número considerável de representantes da: CPT de Bélem, CPT Br 163 Itaituba, CEMI Norte 2, ULBRA/Santarém, Religiosos do Brasil,  Pastoral Carcerrária, Jacareacanga, Prelazia de Óbidos, STTR Alenque, JUPIC Amazõnia, GCEM, Irmãs Missionárias Imaculada Conceição, Pastoral de Santarém, Religiosos Comunidade de Boa Esperança para a Tenda das Pastorais Sociais, que ficou localizada no Centro Comunitário de São João Batista com as seguintes discursões: Direito de Resistência ministrado pela Dra. Merilúcia Xavier Cohen representada na Comissão Nacional dos Direitos Humanos da OAB do Conselho Federal e o Dr. Felício Pontes para

melhor entendimento da situação e a Comissão de Justiça e Paz contemplando a Justiça Social num povo desigual realizado pelo Pe. Edilberto Sena. Fechando o encontro com o lançamento da Cartilha Povos da Floresta, resistência contra o grande capital do Baixo Amazonas.