Teia Cabocla começa com animação e lança olhar juvenil das comunidades

17 de dezembro de 2010 por Fábio Pena



Uma animada dinâmica de integração marcou o início do IX Encontro da Teia Cabocla, com a presença de 104 jovens vindos de mais de 40 comunidades ribeirinhas dos rios Tapajós, Amazonas e Arapiuns, Oeste do Pará.

Uma a uma, as comunidades se apresentaram e mostraram as expectativas para esta nova edição do encontro que ocorre anualmente, com o objetivo de incentivar o engajamento social da juventude, fortalecendo sua cidadania e sua participação ativa em ações comunitárias. A novidade deste ano, é que cerca de 15 novas comunidades estão participando pela primeira vez do encontro, demonstrando a expansão da inciativa para novos grupos.

Após a apresentação dos objetivos gerais do evento, iniciou-se uma dinâmica de mapeamento participativo, com o objetivo de registrar, a partir da memória dos participantes, os conhecimentos sobre a realidade de suas comunidades.

“O reconhecimento do território e a ampliação da visão da realidade é um dos passos fundamentais para o exercício da cidadania”, afirma Magnólio de Oliveira, que coordenou a atividade. Qual o retrato atual das nossas comunidades? Através dessa pergunta, os participantes da Teia Cabocla iniciaram a construção de um grande mapa em que mostram através de desenhos, legendas e textos,  sua percepção territorial e sua representação socioambiental, e quais são as inciativas existentes nas comunidades em relação ao trabalho do Projeto Saúde e Alegria.

A dinâmica permitiu que fosse lançado um olhar juvenil sobre a realidade das comunidades. Os jovens têm uma nova percepção, pois estão em processo de formação da identidade e com aspirações diversas para o futuro. Manifestaram a necessidade de interação com o mundo moderno (acesso às novas tecnologias), mas ao mesmo tempo, identificam os laços que os ligam com sua cultura tradicional, com os laços comunitários.

Adultos, lideranças, estão também participando do encontro. E assim, o encontro do passado com o presente ajuda a tecer a teia do futuro, expressando melhor no futuro que queremos para as comunidades ribeirinhas. Uma amazônia desenvolvida, com seu povo conectado, com um olhar cidadão da realidade e forte em sua cultura e identidade.

Teia Cabocla reúne jovens para promover cultura digital e educação comunitária

16 de dezembro de 2010 por Fábio Pena

Cerca de 80 jovens, comunicadores e agentes de educação popular vindos de 40 comunidades ribeirinhas dos municípios de Santarém, Belterra, Aveiro e Juruti estarão reunidos neste final de semana, dias 17, 18 e 19/12 em Santarém, no centro de formação Emaús, para o IX Encontro da Teia Cabocla. Trata-se de um encontro promovido anualmente pelo Projeto Saúde e Alegria com o objetivo de incentivar o engajamento social da juventude, fortalecendo sua cidadania e sua participação ativa em ações comunitárias. Este ano, o evento conta com o apoio do Instituto Vivo, da Fundação Konrad Adenauer e LAZ/ União Européia.  Terá como foco principal, o fortalecimento de uma rede de aprendizagem colaborativa na Amazônia, por meio de agentes comunitários de educação que utilizam as tecnologias digitais, a arte e cultura regional.

Suruacá, Capixauã, Maripá, Muratuba, Piquiatuba… Nomes típicos de comunidades ribeirinhas da Amazônia, já demonstram a diversidade que estará presente no encontro. Viajando muitas horas descendo os rios Tapajós, Amazonas e Arapiuns, os representantes de um total de 40 comunidades vão se encontrar em Santarém, trazendo na bagagem suas experiências e muita vontade de aprender coisas novas, que possam retornar em benefício para suas comunidades.

O evento vai agregar os participantes das diversas iniciativas empreendidas pelo Projeto Saúde e Alegria no campo da educação, cultura, comunicação e inclusão digital. Representantes de Comissões Locais de Saúde, Agentes Multiplicadores do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente; jovens repórteres e monitores de telecentros estarão presentes. Juntos, durante dois dias e meio, eles irão discutir temas como a educação popular para a promoção da saúde; a garantia dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes; a cultura digital e a comunicação comunitária; a sociedade em rede e a presença das comunidades ribeirinhas.

Vários participantes já estão em Santarém. Adailson Vieira Carvalho, Agente Comunitário de Saúde da Comunidade de Cabeira do Amorim, conta que está ancioso para o encontro começar. “Minha expectativa é muito grande. Já participo pela segunda vez da Teia Cabocla. Será uma oportunidade de encontrar com os amigos que também participam dessa Rede. Quero mostrar o trabalho de comunicação que faço na Rádio Juventude de Cabeceira do Amorim, onde tenho um programa que valoriza os artistas da comunidade, além de divulgar assuntos educativos sobre saúde para a população”.  Adasilson trouxe também seu colega Josimar Bentes, de 18 anos. Com um pouco de timidez, Josimar conta que é o técnico de som da rádio comunitária. “É a primeira vez que venho participar, quero aprender mais sobre rádio e conhecer novas pessoas”.

Adailson e Josimar vão se juntar às dezenas de jovens que também participam da Rede Mocoronga de Comunicação Popular, presente em 24 comunidades com rádios, jornais locais, equipes de vídeo e cineclubes e blogs colaborativos. E assim promete ser o evento, um espaço de novas aprendizagens. Os mais experientes vão fortalecer suas iniciativas, enquanto os iniciantes terão também espaços para aperfeiçoar seus conhecimentos, com oficinas técnicas de rádio, jornalismo comunitário, blogs e produção de vídeos.

As experiências de cultura digital e comunicação comunitária tem ampliado as oportunidades de inclusão das comunidades ribeirinhas na sociedade da informação e do conhecimento. A Rede Mocoronga já conta com 12 telecentros equipados com computadores e acesso à internet no meio da floresta, onde os jovens podem divulgar sua realidade e ter acesso às informações que podem ser úteis no seu próprio crescimento pessoal e de suas comunidades.

Através da parceria com a Vivo, mais um aporte tecnológico vai contribuir para expandir essa experiência. A partir da implantação de uma antena 3G em Belterra em 2009, e a recém instalada torre na comunidade de Suruacá, às margens do rio Tapajós, as comunidades estão tendo acesso à telefonia celular e à internet 3G. O trabalho envolve também a doação de celulares smartphones de última geração para 15 grupos e cerca de 100 comunidades receberam aparelhos para a melhor interlocução com as atividades do Projeto Saúde & Alegria.  Esses aparelhos terão um pacote de dados para acesso à Internet e trinta reais de créditos por um ano.

“Os jovens que estão recebendo celulares smartphone, participarão de oficinas práticas para o uso destes dispositivos para a produção de fotos, vídeos e sua publicação na internet, o que elevará consideravelmente a presença das comunidades e seus conteúdos na rede”, conta Paulo Lima, coordenador de inclusão digital do PSA.

Cada vez mais, o rico repertório sócio-cultural das comunidades ribeirinhas, antes escondidos debaixo da floresta, passa a estar nas telas de um smartphone ou à um clique de um post num blog com nome curioso, como Muratuba ou Suruacá. No evento será lançando o Concurso de Cultura Digital que tem esta finalidade, estimular a produção cultural das comunidades rurais que já dispõem de aparelhos celulares com características multimídia. Com o tema “O que é a cultura da minha comunidade?” a iniciativa visa registrar aspectos importantes ou originais da cultura ribeirinha, documentando lendas, contos, histórias e demais elementos do patrimônio cultural local.

“Na teia cabocla vamos juntar as experiencias educativas que o projeto saúde e alegria vem desenvolvendo nos rios e a diversidade cultural que as comunidades trazem. Por isso o encontro será um rico laboratório de experimentações, aberto à criação e ao fortalecimento desta grande rede de aprendizagem. Tudo isso deverá resultar no que estamos chamando de Arranjos Educativos Locais”, conta Fabio Pena.

Além das oficinas, haverá momentos de planejamento para a multiplicação das experiencias nas comunidades, através da metodologia dos Arranjos Educativos Locais, onde as pessoas podem se juntar, se conectar em rede para aprender juntas, de forma colaborativa pautando os temas do seu interesse pessoal e coletivo.

Novos participantes já estão em Santarém para a 9ª Teia Cabocla

16 de dezembro de 2010 por Raquel Fernandes

Nem o forte temporal, impediu os jovens ribeirinhos das comunidades a chegarem a Santarém. A sala de comunicação do PSA, ficou pequena para as visitas que vieram confirmar e fazer seu credenciamento para o encontro.

As comunidades de Pedra Branca, Novo Progresso , Vista Alegre do Capixauã e  Cabeceira do  Amorim, trouxeram suas representações, muitas experiências e conhecimentos em suas bagagens. Os jovens, irão participar de oficinas praticas de Jornal, rádio, video, blog e ainda avaliar  as ações que já  foram  desenvolvidas em suas comunidades em 2010 e  planejar as ações para 2011.

Os primeiros da Teia

16 de dezembro de 2010 por Elis Lucien



O grupo de jovens Lírios do Vale da comunidade de Samaúma foram os primeiros jovens a chegarem para a 9ª Teia Cabocla. O grupo participa da Rádio Comunitária Arariuá e o Jornal Folha de Samaúma com apoio da Rede Mocoronga, Igreja Católica, B/M  7 de Julho, Luza Portuguesa, Colônia de Pesca Z 20 e a Coordenação Comunitária.

Todas as segundas-feiras os moradores de Samaúma realizam os trabalhos comunitários (limpeza na comunidade, igarapés, ramais, etc;), e o grupo de jovem sempre marca sua presença nesses serviços.

A Virleide, o Odair e o Juliano já circulam na cidade, prestigiando outros eventos.

9ª Teia Cabocla reunirá dezenas de Jovens riberinhos

15 de dezembro de 2010 por Raquel Fernandes

Uma rede de aprendizagem colaborativa na Amazônia

De 17 a 19 de Dezembro será realizado no Centro de Formação Emaús, a 9ª Teia Cabocla de Lideranças Juvenis, reunindo Agentes Multiplicadores do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), Comissões Locais de Saúde, Jovens Repórteres da Rede Mocoronga e Monitores dos Telecentros comunitários.

A Teia Cabocla, se tornou um marco para os jovens repórteres ribeirinhos, que vêem em busca de mais aprendizado e trocar experiências com jovens de comunidades diferentes.

O encontro procura promover a participação das comunidades, para avaliar e planejar as ações de educação, dos grupos das Comissões Locais de Saúde, capacitar jovens das rádios e jornais comunitários para melhorar a produção de conteúdos comunitários na Rede Mocoronga e valorizar o papel dos adolescentes e jovens no desenvolvimento de suas comunidades, fortalecendo a Teia Cabocla de Lideranças Juvenis. E ao final, integrar todas essas iniciativas em Arranjos Educativos Locais.Dentro da Teia Cabocla, acontecerá ainda, o lançamento do Concurso Cultura Digital com dispositivos móveis, abordando o tema “ O que é a cultura da minha comunidade ?”. O concurso tem por finalidade estimular a produção cultural com dispositivos móveis (telefones celulares) das comunidades rurais que participam da Rede Mocoronga de Comunicação Popular e que dispõem de aparelhos celulares com características multimídia.

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VIII Mostra de Educação Ambiental

14 de dezembro de 2010 por Elis Lucien

Demonstrar os processos de Educação Ambiental das escolas de Rios, a partir de uma visão de gestão escolar integrada, baseada em suas vivências e experiências de manejo sustentável dos recursos naturais é objetivo geral da VIII Mostra de Educação Ambiental das Escolas de Várzea que será realizada nos dias 16 e 17 de Dezembro de 2010, no Salão Tapajós, no parque da cidade de Santarém/Pará. Com o tema Cultura e Biodiversidade da Amazônia as comunidades de Aritapera, Ituqui, Tapará, Urucurituba, Curuaí (Lago Grande), e Surucuá (Tapajós), irão demonstrar através de stands, apresentações culturais todo o trabalho desenvolvido no ambiente escolar durante o ano de 2010.   Segundo a Fernanda Pimentel, Assessora de Rios SEMED.  “Essa iniciativa de Mostra de Educação Ambiental, construídas inicialmente na Várzea do Ituqui e posteriormente expandida para as regiões do Tapará, Urucurituba, Aritapera, com apoio do IPAM, em sua trajetória histórica vem envolvendo anualmente cerca de 200 professores e mais de 10 mil alunos, através do enfoque de temas geradores relacionados à ecologia de Várzea, que buscam uma ligação de aprendizado e transformação, a partir da realidade local”.

Folha destaca lançamento do barco de saúde da família

14 de dezembro de 2010 por Fábio Pena

Na edição de hoje, 14/12, Jornal Folha de São Paulo destacou o lançamento da primeira equipe de saúde da família fluvial do Brasil. “Boa Notícia: Barco-hospital vira política pública em rios da Amazônia”, diz a chamada de capa.

DE SÃO PAULO

A população ribeirinha da região amazônica e do Mato Grosso do Sul ficará mais perto dos cuidados de saúde.

Uma portaria do Ministério da Saúde oficializou financiamento para que equipes do Programa de Saúde da Família viajem pelos rios da região, levando cuidados médicos e odontológicos.

O modelo é o da ONG Saúde e Alegria que, desde 2006, com o barco Abaré, atende 13 mil pessoas em Santarém, Aveiro e Belterra, no Pará. Até agora, o projeto era financiado pela ONG em parceira com as secretarias de saúde municipais. A partir de 2011, o atendimento médico do barco passa a ser responsabilidade do poder público.

“O que foi semeado na nossa região pode gerar frutos em toda a Amazônia”, diz Caetano Scannavino, 44, coordenador da ONG.

Veja aqui a reportagem: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd1412201003.htm

Santarém, Belterra e Aveiro recebem primeira equipe de Saúde da Família Fluvial do Brasil

11 de dezembro de 2010 por Fábio Pena

Fotos: Tamara Saré

As comunidades ribeirinhas dos municípios de Santarém, Belterra e Aveiro receberam nesta última terça-feira, 07/12 em Santarém, a primeira Unidade de Saúde da Família Fluvial do Brasil, um projeto inédito no contexto das políticas de saúde no país, resultado da portaria ministerial 2.191 de 3 de agosto de 2010.

À bordo do navio Abaré, a cerimônia contou com a presença da Prefeita de Santarém, Maria do Carmo, do Secretário Municipal de Saúde de Santarém, José Antonio Rocha; o prefeito de Belterra, Geraldo Pastana; a presidente do Conselho Municipal de Saúde de Santarém, Maria das Dores Colares; o presidente da Camara de Vereadores de Santarém, José Maria Tapajós; o enfermeiro Marco Aurélio, representante da prefeitura de Aveiro; Eugênio Scanavino, fundador e coordenador geral do Projeto Saúde & Alegria; Critianne Haraki, representante nacional do Terre dês Hommens Holanda, e a médica Claunara Schillig Mendonça, diretora do Departamento da Atenção Básica (DAB) do Ministério da Saúde.

A iniciativa toma como referência o projeto demonstrativo do Barco-Hospital Abaré no Oeste do Pará desenvolvido pela ONG Saúde e Alegria em parceria com as Prefeituras de Santarém, Belterra e Aveiro e apoiado pelo Terre dês Hommes Holanda.

A partir dessa experiência e como resposta a demanda antiga das comunidades amazônicas, o Ministério da Saúde lançou a portaria que instituiu critérios diferenciados para implantação, financiamento e manutenção da Estratégia de Saúde da Família para as populações que residem às margens dos rios através de Unidades de Saúde da Família Fluviais, que podem utilizar barcos e equipes de trabalho que necessitam se deslocar para atender comunidades em áreas remotas.

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Grupo de teatro de Suruacá participará de Festival em Santarém

10 de dezembro de 2010 por Monica de Almeida

Grupo de teatroDe 10 a 12 de dezembro, ocorrerá em Santarém, o Festival de Teatro e Cidadania promovido pelo Ponto de Cultura da Associação de Teatro Amador de Santarém(ATAS). Um dos espetáculos a ser apresentado será “E assim surgiu Suruacá”, produzido e encenado por jovens da comunidade ribeirinha de Suruacá, localizada na margem esquerda do Rio Tapajós dentro da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns. A encenação do grupo está prevista para o dia 12, às 9 horas na Casa da Cultura.

Teatro eles já estão fazendo há cinco anos. Tudo começou em 2005 quando alguns jovens tiveram a idéia de fazer uma peça sobre a paixão e morte de Jesus Cristo e exibi-la na própria comunidade durante a páscoa. Aquele movimento chamou a atenção dos moradores e os motivou para novos trabalhos. Vieram espetáculos no Natal, em festejos da escola e na festa do padroeiro. Surgindo assim, o Grupo de Teatro de Suruacá.

Em maio de 2010 viram uma nova oportunidade com a chegada da ATAS e a proposta de uma Oficina de Teatro com os integrantes do grupo. Segundo Maiara Bentes, 17 anos, “a oficina foi importante para o grupo conhecer a técnica do fazer teatral e também para nos abrirmos a novos horizontes”. Convidados pela Associação para se apresentarem no Festival de Teatro e Cidadania, o grupo se empolgou. Criaram então um espetáculo que conta a história da sua comunidade.

“O mais importante deste trabalho é que é uma forma da juventude se unir. Aqui tem três grupos de jovens, que só se juntam para fazer teatro”, afirma Djalma Lima Junior, de 16 anos, um dos mais animados do grupo. Ele também conta que está ansioso para a apresentação na Casa da Cultura: “Esta é uma oportunidade de mostramos o nosso trabalho para um número maior de pessoas”.

No final do mês de novembro receberam ainda mais inspiração para a interpretação, criação de figurinos e melhoria no corpo cênico com a Oficina de Teatro VivoEncena. Uma atividade organizada pelo Instituto Vivo em parceria com o projeto Saúde e Alegria que mobilizou outras comunidades para o desenvolvimento das artes cênicas.

A travessia do Rio Tapajós já começou para os jovens lutadores de Suruacá e se depender deles vão ainda mais longe.

Rádio pela Educação em sintonia

10 de dezembro de 2010 por Elis Lucien

Oficina de Vídeo

O Projeto Rádio pela Educação vem promovendo educação e comunicação nas ondas do rádio desde 1999. A turma utiliza a sintonia do rádio para transformar o dia-dia escolar de mais de 250 crianças e adolescentes nas escolas públicas dos municípios de: Santarém, Monte Alegre, Aveiro,  Juruti e Belterra em Educação e Cidadania. Através do programa Para Ouvir e Aprender, veiculado na Rádio Rural de Santarém uma emissora AM, leva as informações através das ondas nos diversos assuntos pautados no incentivo à leitura e à escrita, a educação ambiental, os direitos da criança e do adolescente, cidadania,conta com a participação de  professores desenvolvem as atividades em sala de aula, com base em um Guia Pedagógico, produzido pela equipe do PRPE em parceria com a Universidade Federal do Pará.

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