São Raimundo muratubense

25 de julho de 2010 por Elis Lucien



Jornal Arte Vida, 5ª Edição.

Repórter: Emanuel Abraão Rodrigues Silva.

O esporte em nossa comunidade, sem dúvida é a atração espetacular principalmente da juventude. Todos os fins de semana a diversão é garantida e a movimentação é agitada, tanto nas férias como nos meses letivos.

Por isso, ao retornar das férias você já tem a programação certa para se divertir. Confira os detalhes do tradicional torneio e festa dançante promovidos pelo São Raimundo Esporte Clube, o Pantera Negra muratubense.

A diretoria do São Raimundo tem o prazer em convidar seu clube de futebol para o seu tradicional torneio e festa dançante que acontecerá no dia 21 de Agosto de 2010. Às 14:00 horas início do torneio com disputa de R$ 600,00 em prêmios.

Programação:

• O campeão de campo receberá R$ 200,00 em prêmio.

• O campeão de cada chave de revanche receberá R$ 150,00

• O vice da cada chave receberá R$ 50,00

• Taxa de inscrição será de R$ 20,00

As regras do torneio serão as de sempre. Durante o dia, som ao vivo com a Banda Léo Show e a noite fica por conta da Banda Alternativa de Santarém.

Venha e participe! Agradece a coordenação.

Capacitação para monitores.

25 de julho de 2010 por Nataleuza Sousa

atentos as informações.

O Telecentro de Belterra está no segundo dia de capacitação para monitores voluntários de informática básica.

Temos vinte e três jovens no total, sendo da comunidade de São Jorge quinze e oito da sede; todos com o mesmo objetivo, estarem aptos em contribuir com a comunidade no sentido de agentes para a inclusão digital.

É importante ressaltar que esta atividade só está sedo possível, porque temos parceiros como a comunidade, secretaria de educação e administração. E justamente em uma dessas parcerias(SEMED) que temos conosco como capacitadores uma equipe do progeto ÁGORA, que tem como foco expandir a inclusão digital e social.

No dia 20 terça feira, fizemos uma discussão sobre princípios de cidadania e o avanço das TICs( Tecnologia da Informação e Comunicação);pela tarde trabalhamos especificamente a meta-reciclagem e funcionamento da máquina;no dia 21 quarta feira, pela manhã aprendemos a fazer instalação de programas; pela tarde iniciamos com os editores de texto, apresentação e calc; amanhã dia22, finalizamos com metodologia educacional voltada para sala de aula.

A cargoraria é intensiva, de 8:00 ás 12:00 e 14:00 ás 19:00, e apesar dos futuros monitores serem jovens estes no fim do dia oque mas anseiam é retornarem para suas casas e ao sindicato de trabalhadores rurais para uma noite de descanso. Mas certos que ao concluírem, voltam munidos de conhecimento, podendo assim fazer o melhor repasse para a comunidade de todo que poderam absorver durante a capacitação.

Chapa 1 vence a eleição do STRB

25 de julho de 2010 por Monica de Almeida



Domingo à noite deu-se um  fim ao impasse pelo qual o que o Sindicato dos Trabalhadores Rurais vinha passando nos últimos oito meses.
Com 942 votos, a Chapa Um venceu novamente as eleições do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Belterra. Encabeçada pela Sra. Raimunda Lúcia Lira de Sousa a Chapa Unir para Produzir derrotou a Chapa 2 denominada Unidos pela mudança que obeteve apenas 361 votos.
A eleição começou às 09 horas da manhã, coordenada pela Comissão Eleitoral(foto), e aconteceu em 08(oito) urnas espalhadas pelos diversos distritos de Belterra seguindo o Regimento Interno e o Acordo Judicial homologado entre as partes na Justiça do Trabalho.
Ficando assim os resultados:
Chapa Um: 942 votos
Chapa Dois: 361 votos
Brancos: 16 votos
Nulos: 56 votos
Total de eleitores: 1374
O resultado foi proclamado pela Comissão Eleitoral às 21 horas com o acompanhamento de representantes do Ministério Público do Trabalho e da 1ª Vara da Justiça do Trabalho.
Entenda o caso:
– No dia 15 de novembro de 2009 ocorreu a Assembléia Eleitoral do STRB. Nela foi eleita a Chapa Um, Unir para produzir tendo como presidente a Sra. Raimunda Lúcia. Assumindo esta no mesmo dia a direção do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.
– Na manhã do dia 16 de novembro, os titulares da Chapa 2, Srs. Adailton Santana e Moisés Cristino entraram com pedido de impugnação da eleição na 1ª Vara da Justiça do Trabalho tendo como advogado o Sr. Oto Santos. Eles alegaram irregularidades na eleição do Sindicato.
– Em 07 de abril ocorreu a audiência, quando foi assinado um Acordo Judicial entre as duas Chapas que determinava a anulação da eleição do Sindicato de 15/11/2009. A foi não ter cumprido o item do Esatuto que trata dos prazos para convocação de eleições. É obrigatório que seja 60 dias e a eleição ocorreu com 58 dias. O Acordo também criava uma Junta Provisória para administrar o STR e convocava novas eleições para 18 de julho de 2010.
– No dia 11 de abril, a FETAGRI – Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Pará realizou uma plenária com os trabalhadores rurais para explicar a situação do Sindicato. Nela compareceram mais de 500 associados e a decisão foi acampar na sede do STR aguardando nova decisão da Justiça do Trabalho que garantissem a continuidade dos trabalhos da diretoria já eleita.
– O acampamento seguiu animado, tendo a participação diária de mais de 100 associados contabilizando mais de 600 participantes até o dia 28.
– O dia 28 de Abril iniciou com a chegada dos integrantes da Chapa 2, a Polícia Federal e representantes do Ministério Público do Trabalho que arrombaram a sede do Sindicato, trocaram cadeados e deram ordem para que a Junta Provisória começassem à trabalhar. Terminava ali o Manifesto.
– Em 16 de maio ocorreu a Assembléia Geral para eleger a Comissão Eleitoral. Foram eleitos os Srs. Maria Irlanda de Almeida, Francisca Auricélia Nunes e Edneldo Freitas que a partir daquele omento eram os responsáveis pela condução das novas eleições.

Entrega de posse da Associação Sereia de Suruacá

24 de julho de 2010 por

Aconteceu no último dia 09 deste, a entrega de posse da Presidência da Associação de Moradores da Comunidade de Suruacá Sereia.

No decorrer da reunião foram pautados diversos assuntos como: Prestação de conta da Associação, prestação de conta do Telecentro e Rádio Japiim e por último a entrega de posse.

Leia o resto desse post »

Para enterder a polêmica sobre a mudança no Código Florestal Brasileiro

7 de julho de 2010 por Fábio Pena

Para entender melhor o que pode acontecer com a mudança proposta por Aldo Rebelo no Código Florestal Brasileiro, acesse este site:

http://www.sosflorestas.com.br

Ruralistas impõem o Substitutivo do Código Florestal Brasileiro

7 de julho de 2010 por Fábio Pena

A votação do Substitutivo do Código Florestal revelou a profunda crise pela qual passam os partidos políticos. Enquanto o líder do PT anunciava seu voto contra o texto, deputados petistas se alinhavam aos ruralistas e votavam favoravelmente. O líder do bloco (PSB, PCdoB, PMN e PRB) declarou e votou contra, mas liberou sua bancada para votar “conforme sua consciência”. O PSDB, também, liberou a bancada. O PSOL e o PV anunciaram seu voto contrário.

Edélcio Vigna, assessor do Inesc

Fonte: www.inesc.org.br

A história é escrita pelos vencedores, as legislações também. Isso ficou demonstrado na votação do Substitutivo do Código Florestal, na Comissão Especial da Câmara dos Deputados. A Bancada Ruralista ligou a máquina niveladora (ou desniveladora) e impôs o texto aos partidos e parlamentares contrários. A Bancada Ruralista, as multinacionais, os oligopólios, os monopólios, as instituições financeiras internacionais estão ditando a legislação ambiental e as sentenças judiciais. A autonomia do Estado brasileiro está ameaçada e suas instâncias legislativas e judiciárias comprometidas.

A segurança legislativa controlou, com rigor, a entrada das pessoas na Comissão. Só entraram os convidados ou os credenciados na Câmara. Os filiados das federações rurais eram em número expressivamente superior às lideranças dos movimentos sociais e ambientais. Muitos trabalhadores rurais e ambientalistas ficaram na porta, no corredor da Comissão.

O plenário estava praticamente tomado pelos líderes rurais, de terno, e pelos liderados de camisetas amarelas com os dizeres “Preservar e Produzir”. Esse desequilíbrio foi questionado, mas o presidente da Comissão sequer se deu o trabalho de responder.

Destroços Partidários

A votação do Substitutivo do Código Florestal revelou a profunda crise pela qual passam os partidos políticos. Enquanto o líder do PT anunciava seu voto contra o texto, deputados petistas se alinhavam aos ruralistas e votavam favoravelmente. O líder do bloco (PSB, PCdoB, PMN e PRB) declarou e votou contra, mas liberou sua bancada para votar “conforme sua consciência”. O PSDB, também, liberou a bancada. O PSOL e o PV anunciaram seu voto contrário.

O PSDB alertou que a aprovação do Substitutivo implicará no descumprimento do Acordo de Mudança Climática aprovado em Copenhague e as metas definidas não serão cumpridas. O Estado brasileiro será responsabilizado internacionalmente. Afirmou que ampliar a área de produção não vai melhorar a posição do País no mercado internacional agroexportador e os produtores rurais estão sendo iludidos.

O PSOL e o PV apontaram diversas falhas no processo legislativo. Afirmaram que o Substitutivo é um remedo de Código e em vez de somar, dividiu. “Como ficam os produtores que respeitaram o Código, diante da anistia aos que burlaram a legislação?”, perguntavam os parlamentares.

É lamentável que partidos e deputados legitimados pela luta social estivessem tão distantes das lideranças dos movimentos agrários. Os movimentos sindicais, como a Contag, Fetraf e CUT, estavam alinhados contra o Substitutivo, mas suas vozes não eram suficientes diante dos interesses que moviam os ruralistas.

Pontos Críticos

Entre os pontos que mais agridem o meio ambiente e depredam os recursos naturais e o Tesouro Nacional, estão os seguintes:

– Os proprietários que foram multados até julho de 2008 serão anistiados e poderão utilizar os benefícios do programa de Regularização Ambiental;
– As várzeas não serão mais consideradas como área de Preservação Permanente;
– Liberação dos desmatamentos nos topos de morros;
– Os empreendimentos hidrelétricos não estão sujeitos a constituição de nova reserva legal;
– Supressão de vegetação nativa protetora de nascentes, de dunas e mangues poderá ser autorizada em caso de utilidade pública;
– As pequenas propriedades ficam liberadas de possuir áreas de Reserva Legal;
– O Zoneamento Ecológico-Econômico Estadual poderá reduzir a Reserva Legal na Amazônia Legal em até 50% e no cerrado em até 20%;
– São isentos da reposição florestal aquele que utilize matéria prima florestal “sem valor de mercado”. Leia o resto desse post »

Ruralistas rifam florestas por eleição

6 de julho de 2010 por Fábio Pena

Protesto do Greenpeace em Brasília expõe bancada da motosserra, que aprovou reforma de Código Florestal que anistia crimes ambientais e aumenta desmatamento.

Fonte: www.greenpeace.org.br/brasil

Ativistas do Greenpeace ligaram sirenes hoje na Câmara dos Deputados para alertar os eleitores brasileiros que um grupo de políticos em fim de mandato quer usar as eleições como combustível para acabar com as florestas do país.

O protesto interrompeu a votação da comissão especial que discute o Código Florestal, com a mensagem “Não vote em quem mata florestas”. Apesar da natureza pacífica da ação, três ativistas foram agredidas física e verbalmente pela segurança da casa.

Aumento do desmatamento é o que vai resultar da aprovação, por uma comissão apinhada de ruralistas em fim de mandato, da proposta do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP). O relatório de Aldo Rebelo perdoa quem já cometeu crime ambiental e abre possibilidade de redução dramática da reserva legal, área dentro de cada propriedade que deve ser mantida.

“A proposta votada na comissão especial é o maior retrocesso que nossa lei de florestas já sofreu. Além de dar um sinal verde para mais destruição, com uma anistia ampla a quem desmatou ilegalmente e cometeu crimes ambientais nas últimas décadas, a proposta de mudança permite o uso político do Código Florestal na barganha da campanha eleitoral”, diz Rafael Cruz, coordenador de campanha do Greenpeace.

Assista ao vídeo:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=olOZqNNJdcs&feature=player_embedded[/youtube]

Modificações de última hora apresentadas pelo próprio deputado – após receber críticas de organizações do campo, ambientalistas, parlamentares e partidos que acompanham a matéria, além de parte do Ministério do Meio Ambiente – não são suficientes para impedir o estrago que a proposta pode causar à biodiversidade brasileira.

Um exemplo claro toca as áreas de preservação permanente. Antes Aldo tinha deixado seu desenho nas mãos de governos estaduais, mais suscetíveis a pressões. Isso ele mudou, mas na prática a teoria é outra: agora, quando o órgão estadual achar que há interesse público ou impacto ambiental baixo, pode liberar o desmatamento ali.

O texto agora segue para o plenário da Câmara, onde valem pressões e negociatas políticas. Para Cruz, a preservação das florestas brasileiras, um patrimônio de todos os brasileiros, poderá ser barganhada por votos durante a campanha eleitoral. “Isto não reflete a vontade da sociedade brasileira nem as necessidades de preservação da biodiversidade e do clima em todo o mundo”, diz.

O melhor exemplo de que as verdadeiras intenções dos deputados é usar o Código Florestal como mera moeda em ano eleitoral vem do próprio agronegócio. Na mesma semana que o texto de Aldo Rebelo é aprovado por políticos ruralistas, as empresas comercializadoras de soja renovarão o acordo que fecha as portas do mercado para fazendeiros que desmataram áreas da Amazônia após 2006. Exemplo similar de responsabilidade corporativa está sendo adotado por grandes frigoríficos brasileiros, que também assumiram compromissos contra o desmatamento.

“Os responsáveis por duas das principais commodities brasileiras compreendem que o mercado moderno não quer produtos manchados pela destruição ambiental. Enquanto eles investem no Brasil do futuro, os políticos da motosserra na mão olham apenas para o passado”, diz Paulo Adario, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace.

Festa do Gambá

5 de julho de 2010 por Elis Lucien

Jornal Itapára, comunidade de Pinhel

Repórter: José Freire

Ao longo dos tempos, vem sendo realizado na comunidade de Pinhel no município de Santarém/PA. A festa de São Benedito ou popularmente a festa do Gambá.

Como já sabemos esta cultura é realizada de ano em ano sempre no mês de Junho. A festa inicia pela madrugada do dia 28, às 03:00 horas, com alvorada na comunidade; às 06:00 horas prossegue o Banho de’Cheiro à beira do igarapé. Às 10:00 horas o festival continua com a esmolação (onde o Santo e os devotos visitam as casas comunitárias. Enquanto isso, os outros festeiros organizam-se para o grande mastro, que vai ser enfeitado com frutas, farinha, massa de carimã, etc;. Quando está pronto, as 17:00 horas é levantado, logo segue a ladainha. Temos café com biscoito e a dança do gambá, tomando o tarubá gostoso. Às 20:00 horas noite cultural onde danças disputam o primeiro lugar da premiação folclórica.

Leia o resto desse post »

Medalha Felipe Bettendorf

30 de junho de 2010 por Elis Lucien



A cidade de Santarém, Pará completou 349 anos. Uma cidade de grande beleza cênica, com um povo acolhedor, cultura, lendas,magia, encantos, danças, comidas típicas amazônicas e muita história para contar.

Uma delas é a história de vida do sr. Antonio de Oliveira, nascido na localidade de Jauarituba no rio Tapajós, carinhosamente chamado de: “Seu Mucura”, apelido recebido pelos pais por ter cabelo ralo e teso com o couro cabeludo exposto, assemelhando-se ao famoso marsupial da região amazônica. O seu Mucura foi um dos homenageados com a Medalha Felipe Bettendorf,no dia 18 de Junho na Câmara Municipal de Santarém, abrindo as comemorações do Aniversário de Santarém, Pará, que se estende até o dia 30 de Junho.

Um pouco dessa história de vida:

1982 à 1985, foi Delegado Regional do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém (STTR/STM);

1985 à 1989, Diretor Regional do STTR/STM;

1989 passou a trabalhar no Grupo de Defesa da Amazônia (GDA), Centro de Apoio a Projetos de Ação Comunitária (CEAPAC), e Partido dos Trabalhadores PT;

1992 à 1996, volta ao STTR/STM, como tesoureiro;

1997 à 2000, trabalhou no CNPT/IBAMA coordenando o PRODEX e projetos do Programa Amazônia Solidária (hoje comunidades tradicionais);

2000 à 2003 passa a trabalhar no Ministério do Meio Ambiente. Em seguida, tesoureiro do Centro Agroextrativista da Amazônia – CAAM; é sócio da ACOSPER, cooperativa que ajudou a fundar, ajudou nos trabalhos do Centro Nacional dos Seringueiro (CNS), sócio do STTR/STM e da AMPRAVAT.

Hoje, faz parte da coordenação da Escola da Floresta, atuando como Educador Ambiental e responsável pelo cultivo de mandioca e outras culturas.

Encerramento da Oficina

25 de junho de 2010 por Nataleuza Sousa



A 9ª Oficina para a Inclusão Digital teve suas atividades encerradas agora a pouco, mas deixa como legado um sentimento de esperança para todos os seus participantes, que por três dias participaram de debates, oficinas, palestras e plenárias, analisando o passado e debatendo o futuro da inclusão digital na sociedade brasileira.

O coordenador do Comitê Técnico para a Inclusão Digital e presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, considera-se satisfeito com o resultado final da 9ª Oficina: “Foram mais de 1.300 pessoas inscritas, entre representantes de todos os estados. Estou muito feliz por ver que este projeto, iniciado dez anos atrás, dá cada vez mais resultados e continua firme e forte no seu objetivo de garantir a inclusão digital”, disse.

Ao completar 10 anos de discussão como política pública, a inclusão digital passou de um ideal para uma certeza cada vez mais consolidada. Para Rodrigo, a estrutura está pronta para novas conquistas. “Olhamos para trás e vimos que a vivência do passado foi interessante e enriquecedora, e com essa experiência adquirida queremos traçar metas para a próxima década”, finalizou o coordenador.