Biblioteca Comunitária em Ação

3 de fevereiro de 2010 por Raquel Fernandes

Retirada o Jornal Comunitário Japiim, Comunidade de Suruacá.

A comunidade de Suruacá, dispõem de uma  Biblioteca Comunitária, que vem funcionando normalmente, por usuários do telecentro, alunos das escolas e comunitários.

Muitas são as procurações, porém o livro mas procurado pelos visitantes, são infantis, as crianças e os jovens são os que mas visitam o acervo. Além de deixarem suas assinaturas, fazem um relato das historinhas que foram lidas. As crianças sempre vem acompanhadas de seus pais, quando não, são auxiliadas pelo responsável da biblioteca.

A biblioteca é um espaço bastante procurado também para fazer pesquisas escolares. A mesma vem  ganhando mas doações de livros e com isso vem aumentando o seu acervo.

A escola e rádio comunitária, tem ajudado bastante na sua divulgação, incentivando os comunitários para a importância da leitura.

Ler também é um exercício!

Como ser um Grileiro na Amazônia

2 de fevereiro de 2010 por Fábio Pena

Fonte: Greenpeace

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=0Vz-56Ei9Aw&feature=player_embedded[/youtube]

Defender o Tapajós pela vida

1 de fevereiro de 2010 por Monica de Almeida

Defesa do Tapajós é uma música do cantor e compositor belterrense Dico Tapajós. Ele nasceu e cresceu às margens do Rio Tapajós, na comunidade de Piquiatuba, município de Belterra e em 1992 participou da Eco 92 no Rio de Janeiro. Sua primeira música foi Proteção à Vida que compôs logo após a viagem e desde então não parou mais de compor. As letras falam da proteção à floresta, aos rios, aos animais e do seu amor pela vida amazônica. Este ano prepara um novo CD com músicas populares, que ainda não tem patrocínio. Disponibilizo uma de suas músicas em parceria com Antonia Arcanjo.

Leia o resto desse post »

Sementes florestais da Amazônia

1 de fevereiro de 2010 por Elis Lucien

Do dia 26 à 29 de Janeiro de 2010 foi realizado na Escola da Floresta um curso intensivo de teoria e prática de Colheita de Sementes e Produção de Mudas de Espécies Florestais, ministrado por: Eng. florestal Pesquisadora Amazônia Oriental Noemi Vianna Martins Leão; Assistente de Pesquisa da EMBRAPA/Belém Jorge de Almeida e o  Eng. Florestal da Estação Experiemental de Moji Guaçu Dirceu de Souza. “O Projeto Rede de Sementes da Amazônia objetiva reunir informações, pessoas e instituições de setor para subsidiar a implementação de politicas regionais de fomento, como alternativa para a redução dos problemas ambientais, sociais e econômicos, contribuindo dessa forma, para o desenvolvimento sustentável da região”.

Campus Party Brasil 2010

29 de janeiro de 2010 por Jardson Melo

Campus Party, a maior feira de inovação tecnológica, internet e entretenimento eletrônico em Rede do mundo! Parece mentira, mas, é verdade. A festa começa e não tem hora para encerrar, assim se resumi o conjuto de pessoas em rede na #cpartybr. Muito já foi celebrado e muito ainda tem para celebrar. Programadores, colaboradoes, palestrante de todo canto do país, compartinham conhecimentos e desenvolvem dezenas de atividades relacionados em tecnologia da informação e comunicação eletrônica. No stand da vivo uma pergunta não cala ninguém, a cada rodada de conversa sobre o mesmo assunto com pessoas diferentes. Você conectado, você está em rede seja virtual ou pessoal?

Leia o resto desse post »

Rede Mocoronga está no Campus Party Brasil

26 de janeiro de 2010 por Fábio Pena

Representantes do Projeto Saúde e Alegria e participantes da Rede Mocoronga e projeto Conexão Belterra estão participando do Campus Party Brasil, considerado o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997, que reúne, durante sete dias, milhares de participantes com seus computadores com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias.

Paulo Lima, coordenador de inclusão digital do PSA e os jovens Mônica Almeida, de Belterra, e Jardson Melo, de Suruacá, estão participando do evento.

Amanhã, às 09 hs, no Espaço Design – Arena dos Campuseiros, Paulo Lima vai ministrar a palestra sobre o Projeto Conexão Belterra promovido pelo PSA e Vivo. Como ir muito além da conexão 3G nas comunidades ribeirinhas da Amazônia? Uma apresentação seguida de debate que se propõe a investigar os potenciais humanos e tecnológicos possibilitados pela experiência da Vivo na ativação de sua Estação Rádio Base (ERB) em Belterra, uma cidade de 12 mil habitantes no oeste do Pará. Garantindo as telecomunicações móveis com tecnologia de terceira geração (3G) para transmissão de voz e dados às populações ribeirinhas de dezenas de localidades na região, a Vivo convida especialistas e grande público para um debate criativo acerca dos possíveis desdobramentos socialmente positivos desta iniciativa.

Outra atividade agendada para dia 21, quinta-feira, das 09h às 11h, tem como título Construção da Rede de Desenvolvedores Voluntários de Belterra. Espaço de encontro entre participantes da Rede Mocoronga (Belterra-PA) e desenvolvedores presentes na Campus Party, com o objetivo de criar uma rede de desenvolvedores voluntários que possam atender as demandas das populações ribeirinhas.

Turismo comunitário na Amazônia: uma oportunidade única!

25 de janeiro de 2010 por Elis Lucien

Desde 2001 o Projeto Saúde e Alegria (PSA), vem estruturando sua ação neste campo de atuação. A experiência de facilitar e mediar a interação entre visitantes e comunidades ribeirinhas decorre da prática constante de receber parceiros e financiadores para viagens de trabalho. Foi nesse mesmo ano que se realizou a primeira expedição do Roteiro Amazônia Ribeirinha em parceira com o Projeto Bagagem, e a partir daí o PSA promoveu outras parcerias.

Em Agosto de 2008 o Ministério do Turismo, por meio de um edital publicado no Diário Oficial, selecionou 50 projetos de apoio a atividade ecoturística distribuídos em 19 Unidades da Federação. Entre esses encontra-se o Projeto de Ecoturismo de Base Comunitária no Pólo Tapajós que está sendo executado no Núcleo de Economia da Floresta do PSA.

Leia o resto desse post »

Porto de madeireira é fechado na Reserva Renascer no Pará

20 de janeiro de 2010 por Fábio Pena

Na localidade de Santa Maria do Uruará, município de Prainha (PA), na Reserva Extrativista (Resex) Renascer, foram apreendidos na manhã deste sábado (16) 6.400 metros cúbicos de madeira em tora e serrada, segundo informa o governo do estado. O volume seria suficiente para encher mais de 250 caminhões.

A ação foi uma resposta ao confronto ocorrido na semana passada, na confluência dos Rios Uruará e Tamuataí, em que dezenas de famílias de 7 das 13 comunidades que vivem na reserva e acampam no local para evitar a saída dali de madeira ilegal, foram, segundo o governo estadual, atacadas a bala por seguranças ligados à madeireira, deixando dois agricultores feridos.

O porto da madeireira Jaraú, que já estava sob embargo judicial, de acordo com o governo paraense, foi fechado durante a ação. A empresa está proibida de retirar a madeira do local até que apresente documentos que comprovem a legalidade da extração.

Caso seja ilegal, como alegam os comunitários da Renascer, a empresa terá de pagar multa de R$ 3,4 milhões. A madeira será leiloada e sua renda revertida para as comunidades da Resex.

MPs Estadual e Federal recomendam a não autorização de novos planos de manejo na gleba Nova Olinda

20 de janeiro de 2010 por Fábio Pena

Por: Assessoria de Imprensa (14/01/201)

Em Santarém, o Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal emitiram recomendação conjunta ao secretário de Estado de Meio Ambiente e ao diretor do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor), para que não autorizem novos planos de manejo florestal na gleba Nova Olinda I, até que seja concluído o processo de regularização fundiária da área, onde ocorreram conflitos em 2009, por esse motivo.

A recomendação foi assinada pela promotora de justiça do Meio Ambiente, Lilian Regina Furtado Braga, e o procurador da república, Claudio Henrique Dias. A destinação fundiária da gleba está sendo conduzida pelo Iterpa desde 2008.

Em 2009, os comunitários protestaram contra a exploração ilegal na área, que culminou na queima de duas balsas contendo madeira, no mês de novembro.

Ao emitir a recomendação, o MP considera que desde agosto de 2009, configura-se conflito social no local, com denúncias de exploração ilegal, insegurança dos empresários madeireiros em realizar sua atividade econômica e ameaças à integridade física de algumas lideranças das comunidades tradicionais.

A área da gleba é “bastante requisitada para a execução de planos de manejo florestal”, diz a recomendação, de acordo com relatório da SEMA. O MP considera que está em andamento na Funai o processo administrativo de demarcação da terra indígena Maró, que poderá resultar no reconhecimento de uma área da região como sendo tradicionalmente ocupada pelos índios.

Por esses motivos, a autorização para planos de manejo florestal ou contratos de transição para os manejos, nesse momento de conflito e destinação fundiária, está “em dissonância com as cautelas que esse processo exige, colocando em risco a paz social”, diz o documento.

Caso a recomendação não seja atendida, o MP poderá ingressar com medidas judiciais cabíveis.

Vídeo participativo na Rede Mocoronga

20 de janeiro de 2010 por Elis Lucien

O vídeo participativo vem de uma parceria da Rede Mocoronga de Comunicação Popular do Projeto Saúde e Alegria com o curso de Vídeo Participativo da Escola Nórdica da Suécia. Já estamos com a terceira turma desse curso, tendo como objetivo dos alunos repassar os conhecimentos em vídeo participativo adquiridos em sala de aula e a meta é fazer no final das oficinas um filme com os participantes de cada oficina.
Temos aqui no projeto um grupo de quatro estudantes que já estão realizando essas oficinas para os grupos de jovens das comunidades. Essas produções são realizadas nas comunidades que tem o Telecentro Comunitário visando a infraestrutura do próprio ambiente para melhor aproveitamentos das ferramentas que o espaço oferece. As oficinas são básicas e práticas visando um produto final que é o filme e este será apresentado numa Mostra de Vídeo Participativo no final desse trabalho, lembrando que os temas, as imagens, as músicas e todos os detalhes dessa produção é de escolha do grupo que está fazendo a oficina.
Os primeiros curtas metragem tiveram de dois a dezesseis minutos de muitas histórias, relatos, lendas e belezas naturais que encantaram o público presente na entrega do MocorOscar versão amazônida do Oscar do cinema mundial. Em 2008 e 2009, participaram dessas oficinas jovens das comunidades de: Maguari, Piquiatuba, Muratuba, Suruacá, Cachoeira do Aruã, Vila de Boim, Urucureá e o Telecentro de Belterra.

Elis Lucien