Jovens integrantes do Projeto Bandeira Científica da USP em Maguari

12 de setembro de 2011 por Carpeggeane Pantoja




Jovens Universitários da USP, visitaram na ultima sexta-feira, as comunidades de Maguari e Jamaraquá. A USP tem um projeto de extensão chamada Bandeira Cientifica, e que visa promover saúde básica e sustentabilidade em municípios
carentes brasileiros. O projeto atualmente compreende as seguintes áreas; Medicina, Nutrição, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia, Odontologia, Jornalismo e Audiovisual, Engenharias Civil e Ambiental e Engenharia Agronômica.

A Bandeira Científica realiza uma expedição à cidade atendida, sendo que a cada ano uma cidade diferente é escolhida. A expedição ocorre no mês de dezembro, a mesma é organizada por alunos e envolve a realização de atividades como atendimentos  médicos, palestras, oficinas, análises técnicas. O projeto estabelece parcerias com instituição.

O principal objetivo do projeto é atuar diretamente  em municípios carentes do País, promovendo melhoria das condições de vida por meio de atendimentos, atividades educativas, distribuição de medicamentos e trabalhos conjuntos com a Prefeitura.

Articulação Popular realizará seminário TAPAJÓS SUSTENTÁVEL

10 de setembro de 2011 por Fábio Pena

Frente ao processo político de consulta a população do Estado do Pará, através de Plebiscito para a criação do Estado do Tapajós e Carajás, as organizações do movimento popular do baixo Amazonas e oeste do Pará se organizam na Articulação Popular Pró Tapajós – APPT.

Esta articulação, composta por entidades da Sociedade civil e movimentos sociais, ao final identificadas, estará realizando nos dias 13 e 14 de Setembro de 2011, o Seminário “TAPAJÓS SUSTENTÁVEL”.

O Seminário tem por objetivo mobilizar os movimentos sociais e juntos construir um documento que norteie as ações para o novo Estado, com as características que queremos, manifestando o interesse pela sustentabilidade, responsabilidade, governabilidade e cidadania.

O Seminário se move pelo interesse em debater e divulgar o modelo de Estado que queremos e tem a responsabilidade de envolver, ouvir e garantir a participação da sociedade civil e da população de modo geral para legitimar e qualificar o debate.

Local: IATE CLUBEDE SANTARÉM

Data: 13 e 14 de Setembro

Inicio: 9:00 Horas

No dia 14 de setembro acontecerá a Festa Cultural Pró Tapajós, a partir das 17 às 20 horas na Praça do Pescador

SIM ao Novo Estados do Tapajós

Realização: Articulação Popular Pró Tapajós: CEFTBAM, GTA, CEAPAC, GDA, CITA, MOPEBAM, PROJETO SAÚDE & ALEGRIA, STTR Santarém, FETAGRI-Baixo Amazonas, FEAGLE, TAPAJOARA, FAMCOS, AOMTBAM

Laia a carta base divulgada pelo movimento:

SIM AO NOVO ESTADO DO TAPAJÓS

A criação do Estado do Tapajós sempre foi um ponto central da pauta de reorganização territorial e administrativa da imensidade amazônica. Um processo que já se desdobrou com a divisão do Estado de Mato Grosso, formando então o Mato Grosso do Sul (1977) e com a criação do Estado de Tocantins (1989).

Fruto da revolta de sua ocupação predatória, e com a “ausência do Estado” na região amazônica, a ideia do Estado do Tapajós é um projeto antigo, que tem percorrido toda a história da nossa região. Um projeto que agora volta para mais uma etapa: com o Plebiscito para a criação dos Estados do Tapajós e Carajás, quando pela primeira vez, o povo da nossa região será ouvido sobre a questão.

 

O Tapajós é parte integrante do bioma Amazônico, uma região que representa um terço das reservas de florestas tropicais úmidas do planeta, que possui o maior banco genético  e abriga um quinto de toda a disponibilidade mundial de água doce.

Uma região riquíssima e de tamanho continental, que abriga numerosos povos indígenas, comunidades tradicionais, além de municípios, metrópoles e estados. Uma variedade e uma peculiaridade que não se encontram em outras regiões do Brasil.

Uma região que apesar desse imenso potencial, continua sofrendo com a “ausência do Estado”, quando verificamos que o Gasto Social per capita na Amazônia, ainda corresponde a pouco mais de 60% do Gasto Social per capita no Brasil. Com a pobreza e a falta de desenvolvimento persistindo para a maioria da população.

Por isso, a presença do Estado, ainda que seja como agente regulador, torna-se imprescindível. Ainda mais no Pará, que mesmo detentor da maior economia da amazônia, é o Estado com os piores índices de desmatamento e de desenvolvimento humano da região norte. Mais uma vez, comprovando a “ingovernabilidade” do seu enorme território, o que torna imprescindível a necessidade de sua redivisão territorial, com a criação de duas novas unidades federativas (Tapajós e Carajás).

O TAPAJÓS QUE QUEREMOS

No Tapajós, o movimento de emancipação nasceu e cresceu sob três grandes pressupostos básicos: O isolamento geográfico; O abandono politico; e as vantagens econômicas da emancipação, elementos esses, que sempre fizeram parte da retórica emancipacionista de diferentes gerações.

Apesar da importância desses argumentos, a ideia de reorganização político territorial do Pará, sempre foi taxada de elitista, com poucos momentos destacando o protagonismo popular da região. Por isso, a popularização do projeto ainda não se consolidou, cabendo agora, ao movimento plebiscitário Pro Tapajós a grande missão de fazê-lo.

Se a “ausência do Estado” foi o motor do anseio popular para um novo Estado, precisamos agora do combustível que fortaleça a perspectiva de sua criação, acrescentando mais elementos ao nosso projeto politico.

Em primeiro lugar reafirmando a Identidade Comum de nossa população com seu território, que hoje representa um conjunto de 27 municípios, unidos pelo mesmo perfil, social, econômico e ambiental. Uma identidade social e cultural construída historicamente, que solidifica e unifica a região.

Em segundo lugar, prezando para a Sustentabilidade Socioambiental da grande região oeste do Pará, uma das últimas fronteiras verdes, com uma significativa população nativa, mestiça e oriunda dos processos de colonização da região.

Uma sustentabilidade associada aos valores humanos, capaz de trilhar um novo modelo de desenvolvimento; ambientalmente sustentável no uso dos recursos naturais, na preservação da biodiversidade; socialmente justo na distribuição das riquezas e na redução da pobreza e das desigualdades sociais; que preserve valores, tradições, e as práticas culturais regionais.

Um novo Estado, que deverá se basear nos princípios da democracia e da participação, acima dos interesses oligárquicos e de grupos políticos que historicamente vem dominando a politica e o poder no Pará. Um estado descentralizado, que não reproduza os vícios que tomaram o Pará e sua capital Belém o centro monopolizador dos recursos públicos. Um Estado que deverá ser a negação de todos os malefícios e práticas politicas que historicamente foram os percalços para que o Tapajós não se desenvolvesse e o povo não fosse feliz.

Queremos um Estado do povo para o povo, representativo de toda a população do Oeste do Pará, nas suas diversas formas de organização cultural e composição demográfica. Um Estado presente, atuante, indutor de políticas que promovam a justiça e a equidade, em oposição a ausência do Estado na região.

Um projeto de Estado com dimensões menores, com a responsabilidade de formar novas lideranças para administrá-lo, sem o qual não superaremos o jogo de dominação que persiste nas regiões do Brasil e da Amazônia em particular.

Enfim, temos o desafio de lutar por um Estado do Tapajós sedimentado em valores modernos de democracia e sustentabilidade social, ambiental, econômica e cultural, que prisma pela “sustentabilidade” e não por um “crescimento” a qualquer custo. Um projeto de reorganização territorial que sempre esteve no imaginário de toda a população do Oeste do Pará.

Santarém, 16 de Agosto de 2011

A Articulação Popular Pró Tapajós (APPT) é promovida pelas seguintes organizações e movimentos sociais:
CEAPAC – CEFTBAM – GDA – CITA – MOPEBAM – PROJETO SAÚDE & ALEGRIA – STTR Santarém – FETAGRI – FEAGLE – TAPAJOARA – FAMCOS

A APPT está aberta à adesão de entidades populares.

7 de Setembro “ Independência do Brasil” Independência ou Morte ?

9 de setembro de 2011 por Rowdinely Oliveira

Denomina-se independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, no início do século XIX.

Momento solene!!

Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado “Grito do Ipiranga“. De acordo com a historiografia clássica do país, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe-regente D. Pedro de Alcântara bradou perante a sua comitiva: “Independência ou Morte!“. Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores em nossos dias.

Em Nuquini, no dia 07 de setembro, houve o desfile, dos alunos da Escola Valeriano de Oliveira, escola esta Municipal e que funciona, no turno matutino, do 1º ao 4º ano.

Desfile nas ruas de Nuquini !

 

Ocoreu, pela manhã, e se estendeu durante o dia, com brincadeiras e lanche aos alunos e aos presentes. Durante o asteamento da Bandeira, houve momento solene, em honra ao nosso Brasil, nossa nação!

” É muito bom, para nós brasileiros, o dia como hoje, dia de indepência, dia de reivindicação, por nossos direitos, somos brasileiros e brasileiro não desiste nunca; vamos preservar nosso Meio Ambiente e cuidar de nossa Mãe Natureza” falou o senhor Julio Rodrigues – Membro do Conselho Deliberativo da Resex.

” Que nossas crianças sejam respeitadas, e apoiadas, não apenas da Professora, mas principalmente dos pais; Respeitem, obedeçam e nunca desistam de seus estudos” argumentou a senhora Gecilda dos Santos – Presidenta da Comunidade.

Que não sejamos brasileiros apenas, em momentos do futebol, e, sim toda vez, precisamos levantar essa Bandeira diante de nossas vitórias, superando o medo e a insegurança que nos cercam.

Desfile em Maguari

9 de setembro de 2011 por Carpeggeane Pantoja



A Direção, Professores e  Funcionários da Escola Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, realizaram neste dia 05 de Setembro mais uma atividade na comunidade de Maguari.

Como já se sabe que nesse período do mês sempre ocorre os desfiles em todas as escolas do País. Em Maguari não poderia ser diferente.

O mesmo teve como tema: Responsabilidade Social e a Vida no Planeta!  Fizeram-se presente no desfile as escolas de Revolta, Santa Cruz, São Domingos, Jamaraquá, Acaratinga, e a escola de Maguari à qual é a polo e comunitários. As autoridades do Município também estiveram presente no evento.

Essa data é cheia de simbolismo, que serve para resgatar e defender nossas ideias.

05 de setembro, Dia da Amazônia

5 de setembro de 2011 por Fábio Pena

Hoje, 05 de setembro, é Dia da Amazônia.Comente: o que podemos comemorar? O que o Brasil está fazendo com a Amazônia? Que futuro você deseja para a Amazônia e sua gente?

 

Alunos da Escola de Ensino Santa Terezinha se mobilizam para limpar rua

4 de setembro de 2011 por Gilberto Sousa



Neste dia 03 de setembro de 2011, alunos da Esola de Ensino Santa Terezinha, juntamente com professores e demais membros da Escola, reuniram-se para juntos limpar as ruas da comunidade para que o desfile da mesma possa percorrer tudo normal.

O desfile acontecerá no dia 07/09, às 08:00 da manhã, e por esse motivo que os alunos não medem esforços para comparece no trabalho de limpeza, porque é um bem que fazem a comunidade e a eles mesmos já que são todos moradores da mesma.

Rebocador vai ao Fundo

3 de setembro de 2011 por Djalma Lima

No dia 3  de Setembro foi para o fundo o rebocador  com o nome de ACARÍ,  um  quilômetro de distância da frente da comunidade de Suruacá Rio Tapajós  margem  esquerda  Resex , com o vento forte ainda o barco não pude sair do local,  tem varias pessoas trabalhando como funcionário e comunitário de Suruacá , uns trabalhando com balde retirando  àgua e outros funcionando a bomba para retirada da mesma, esperamos que não dei mas um temporal ou vento forte.

informe :  Djalma Moreira Lima

Coordenação do FASOL já programa proxima edição do evento

2 de setembro de 2011 por Andria Mônica

O III FASOL que esta sendo realizado na cidade de santarém no Instituto Federal do pará nós dias 30, 31 de agosto e 01, 02 setembro esta com um publico de aproximadamente 1000 pessoas credenciadas, que por sua vez, estão participando de todas atividades que estão sendo realizadas. Conversamos com um dos coordenador do FASOL Caio rego onde ele falou sobre as suas expectativas para atividades do FASOL e o que irá acontecer quando os participantes voltarem para as suas comunidades ou cidades” ele espera que o publico que estava participando diretamente do FASOL na IFPA ou que estava acompanhando a través da internet que eles possam ter absorvidos o máximo de informações de todas atividades que foram realizadas.” Nessa III edição do participou 13 palestrante de outros estados ou de outros município; foram e estão sendo realizados minicursos, oficinas , Palestra.

Caio relata que espera ter retornos e que as pessoas possam sair da qui com novas formas de pensar em relação do software livre começar a trabalhar com essas ferramentas. FASOL 2011 foi voltado mas pra os empresários de uma forma que eles também possam trabalhar com Linux dentro das suas empresas e isso foi um tema bastante debatido nas palestras . Caio rego agradece a todos os participantes e aos colaboradores que contribuíram para realização do evento e diz que já esta pensando na realização do IIII FASOL.

Colaboração de : Rondinely de Oliveira

A menina que queria estudar

2 de setembro de 2011 por Bob Barbosa

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Pf8tmlWYifA[/youtube]
É preciso garantir que as crianças e adolescentes possam exercer o direito de irem pra escola, estudar! A Comunidade de Pedreira, na Floresta Nacional do Tapajós, considerando esse direito e baseada na própria realidade, produziu durante a Oficina de Vídeo com Celulares o curta “A menina que queria estudar”.

Conduzida por Bob Barbosa e Gabriel Abreu, a Oficina foi precedida na comunidade por debates sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, promovidos pela equipe de Arte Educação do Projeto Saúde & Alegria, que realizou as atividades com o apoio da Fundação Telefônica.

Os próprios comunitários, que gravaram as cenas com celulares, também editaram o vídeo, agora ponto de partida para refletirmos sobre a necessidade de garantir-se o direito à Educação, mesmo em comunidades, como a de Pedreira, que vivem da agricultura familiar.

Espírito Livre – uma revista digital escrita colaborativamente

1 de setembro de 2011 por Maickson Bhoim

Seguindo o conceito da comunidade Linux, João Fernando Costa Júnior, idealizou em 2008 uma revista livre, aberta à comunidade. Em 2009, essa ideia começou a ganhar “vida” e em formato PDF chegou aos leitores de forma inovadora.

A revista Espírito Livre (http://revista.espiritolivre.org), é uma publicação em formato digital, construída colaborativamente, por pessoas que abordam os mais diversos assuntos.

O princípio da revista é levar conteúdos de qualidade, com formato aberto de distribuição e publicações de entrevistas e artigos inéditos.

A revista possui 140 páginas com publicações mensais de personalidades nacionais e internacionais. Segundo, seu idealizador, alguns países já mostram interesse em possuir uma versão da revista em suas línguas, inclusive de edições passadas.

João Fernando Costa Júnior, seu editor-chefe, diagramador e responsável, defende que tudo na revista é amplamente discutido antes do fechamento de qualquer edição, afirma ainda que defende seis horas diárias de seu tempo para a revista, tudo para levar um ótimo trabalho ao leitor.

Por: Andria Monica, Maickson Santos e Rowdinely Oliveira