Reforma Ortográfica

26 de novembro de 2008 por Elis Lucien

Atenção Rede Mocoronga! E amantes de leitura, a reforma ortográfica da língua portuguesa irá vigorar em 2009.  Não será tão difícil adaptar-se a essas mudanças, pois em nada vai mudar na fala, só a parte ortográfica – escrita – com o passar do tempo iremos incorporando no dia-a-dia, nas conversas, nas escolas, no comércio, etc,.

Vejamos então o que mudou:

HÍFEN

Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em “antirreligioso”, “antissemita”, “contrarregra”, “infrassom”. Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, “hiper-“, “inter-” e “super-“- como em “hiper-requintado”, “inter-resistente” e “super-revista”
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: “extraescolar”, “aeroespacial”, “autoestrada”

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II PLENÁRIA: O DESAFIO DE DISCUTIR E CRIAR MODELOS

20 de novembro de 2008 por Fábio Pena

Foram 365 dias de debates, discussões, idéias e sugestões em torno de ações para tornar a Amazônia mais sustentável. E agora, que rumo tomar? Essas e outras questões serão levantadas durante a II Plenária do Fórum Amazônia Sustentável, que acontecerá em Manaus nos dias 25 e 26 de novembro.

Ícone mundial da diversidade socioambiental, a Amazônia abriga a maior bacia hidrográfica e a maior floresta tropical do mundo, além de significativa diversidade de povos nativos e outras populações.

Para elaborar mecanismos que garantam a preservação dos recursos naturais existentes na região, o Fórum Amazônia Sustentável criou uma coalizão intersetorial (organizações da sociedade civil, institutos de pesquisa e empresas e poder público). O diálogo é o caminho escolhido pelos atuais 130 signatários do Fórum, que pretendem colocar na pauta da II Plenária discussões sobre tecnologia e sustentabilidade em tempo de mudanças climáticas e mecanismos sustentáveis de fomento para a Amazônia. Leia o resto desse post »

O QUE É O FÓRUM AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL

20 de novembro de 2008 por Fábio Pena

O Fórum Amazônia Sustentável (www.forumamazoniasustentavel.org.br) foi fundado em Belém em novembro de 2007, como resultado de um longo processo de diálogo liderado pelo Instituto Ethos e 40 outras organizações. A finalidade é criar um espaço de diálogo entre empresas, governos e organizações da sociedade civil para propor alternativas de modelos de desenvolvimento sustentáveis para a Amazônia. Leia o resto desse post »

Fórum Social do Oeste do Pará: um marco dos movimentos sociais

17 de novembro de 2008 por Monica de Almeida

Terminou na tarde deste domingo, dia 16, o Fórum Social do Oeste do Pará em Santarém. Foram dois dias de importantes debates entre os movimentos sociais dos municípios do Oeste do Pará, mais precisamente os do Baixo-Amazonas, sendo no total, 13 municípios representados. Durante o Fórum, foi discutido sobre a situação que se encontram as cidades da Amazônia, a educação que não valoriza o censo crítico e os caminhos a serem percorridos pelos movimentos sociais no sentido de que a articulação seja conjunta para melhorar a vida das pessoas da Amazônia.

O resultado do Fórum foi muito importante, uma comitiva da região, composta por representantes das organizações sociais, estará saindo rumo a o Fórum Social Mundial, em Belém, para realizar uma oficina com os resultados do Fórum. Também foi escrita uma carta aberta sobre as dificuldades da região. que assim que pudermos colocaremos aqui no Blog e que também será distribuída em Belém.

Entrevistas com participantes do Fórum

16 de novembro de 2008 por Monica de Almeida

Conversamos com algumas pessoas que estão participando do Fórum Social do Oeste do Pará que está acontecendo aqui em Santarém, 15 e 16 de novembro, no auditório do Colégio São Raimundo Nonato.

Rede Mocoronga-Qual sua avaliação do Fórum Social do Oeste do Pará até o momento?

Sara Pereira da FAMCOS-Federação das Associações de Santarém

“O Fórum é um momento muito importante, servirá para dar visibilidade aos movimentos sociais que atuam na região, e é um esforço para uma articulação conjunta das organizações tendo em vista o Fórum Social Mundial. Mas pensamos que, além disso, que estas organizações sigam juntas, pois se um movimento estiver sozinho fica enfraquecido e temos que alargar essa força de coalizão, debatendo os problemas, mas também as ações para solucionar os problemas.

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Palestra levanta debate no Fórum

16 de novembro de 2008 por Monica de Almeida

No primeiro dia do Fórum Social do Oeste do Pará, foi discutido em gupos e depois em palestras, “O processo predatório das cidades da Amazônia” ministradas por Bruno Malheiros da UFPA e João Gomes da FASE/Belém. Ambos abordaram sobre a implantação de grandes projetos nas cidades da Amazônia causando grandes trastornos ambientais e na população como mineradoras, hidoeléticas, sobre os indíces de violência no campo, a falta de respeito com a cultura amazônida, o exôdo rural, as políticas pensadas para a Amazônia que não levam em conta a diversidade amazônica entre outros assuntos. Aberto ao plenário, houveram várias perguntas e depoimentos.

Por Professor Márlisson de Piquiatuba-Flona Tapajós

Começou Fórum Social do Oeste Paraense

15 de novembro de 2008 por Monica de Almeida

Como preparação para o Fórum Social Mundial que ocorrerá em Janeiro de 2009 em Belém do Pará, começou nesta manhã de sábado, dia 15, aqui em Santarém, o Fórum Social do Oeste do Pará, promovido pelos movimentos sociais dos municípios que compoêm a região.

Padre Edilberto Sena fez a abertura convidando a todos para debater nos dois dias de Fórum que “Um outro mundo é possível preservando a Amazônia”, ressaltou a importância de cada pessoa como protagonista na mudança da realidade, abordou os processos de ocupação da Amazônia, dos conflitos com os grandes projetos que estão em execução e usou um trecho do Hino Nacional Brasileiro como: ” E verás que o filho teu não foge a luta” para levantar a bandeira que são os brasileiros que devem cuidar da Amazônia.

O local do evento é o Colégio São Raimundo Nonato, agora a pouco foram divididos grupos para discutirem sobre “processo predatório de urbanização das cidades da Amazônia” e depois será feito um debate em plenário.

A Rede Mocoronga está fazendo a cobertura completa do evento e mais tarde postaremos mais informações.

RÁDIO PELA EDUCAÇÃO ORGANIZA TERCEIRO ENCONTRO “A ESCOLA QUE QUEREMOS”

14 de novembro de 2008 por Fábio Pena

O projeto Rádio Pela Educação promove no período de 4 a 6 de dezembro, o III Encontro “A Escola que queremos”, nas dependências do Colégio Dom Amando. O encontro é uma continuidade das duas primeiras edições do evento, realizadas em 2004 e 2006.

Neste ano o encontro pretende reunir cerca de 200 alunos(as) e 50 professores(as) das escolas municipais de Santarém, Juruti e Monte Alegre, em oficinas de meio ambiente, arte, educação e comunicação.

O encontro tem como tema “A escola que queremos: 10 anos educomunicando na Amazônia”. Além de estimular os alunos(as) a proporem a escola que desejam, o encontro abre as comemorações dos 10 anos do Projeto Rádio Pela Educação, lembrando os 60 anos do rádio em Santarém, celebrados em outubro.

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Safra do cajú

9 de outubro de 2008 por Elis Lucien

Em todo mês de setembro até o fim do ano a safra do cajú é constante na comunidade São Francisco rio Arapiuns. E quem lucra com isso é o grupo de mulheres que usam a fruta para fazer doces, geléias, salame, compota e outras saborosas receitas na Unidade de Beneficiamento.

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Os desafios do Lago Grande

7 de outubro de 2008 por Fábio Pena

MATÉRIA ESPECIAL O MOCORONGO

Na Gleba Lago Grande, após anos de reivindicação das populações tradicionais e dos movimentos sociais de Santarém foi criado, em 28 de novembro de 2005 pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), o Assentamento Agroextrativista do Lago Grande (PAE Lago Grande), em uma área de 2.503,44 km².

Um Projeto de Assentamento Agroextrativista é uma modalidade de assentamento destinada à exploração de áreas dotadas de riquezas extrativas, através de atividades economicamente viáveis, socialmente justas e ecologicamente sustentáveis, a serem executadas pelas populações das comunidades extrativistas da região. Leia o resto desse post »