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Na mesma semana em que quatro lideranças amazônidas, ligadas afetiva e efetivamente às questões sócio-ambientais, eram apagadas;
na mesma semana em que o Congresso Nacional aprovava a aberração de um código florestal feito sob medida para a elite ruralista,
uma comunidade no meio da Amazônia fazia um vídeo que deveria ser visto pela Presidente Dilma Rousseff, principalmente se a ela for dada a responsabilidade de vetar ou não esse Código Anti-florestal.
Realizado através da Oficina de Vídeo com Celulares, o filmete “Povo Amazônidas”, gravado no dia 25 de maio, mostra os ensaios de uma dança que está sendo coreografada pelos comunitários da Vila de Anã, margem direita do Rio Arapiuns.
Assim como as funções no espetáculo de dança, também as do vídeo foram exercidas pelos moradores da Vila de Anã.
A liderança comunitária Alexandre Goudinho fez a edição, Sara Juliene e Larissa Godinho as entrevistas. Eliane Goudinho além da coreografia e da música, fez o texto e a locução.
Nas câmeras, melhor dizendo nos celulares, estavam Natália Cardoso, Kézia Amorim, Pablo Cardoso, Alexandre Goudinho, Lilian Godinho e Francidelton Imbiriba.
Na equipe de produção, mais anauenses: Alessandra Imbiriba, Lucas Amorim, Francidelton Imbiriba, Francimara Guimarães, Tiago Cardoso e Robson Goudinho.
Ivanilson Pereira, um dos responsáveis pelo figurino, falou, juntamente com Eliane Goudinho, sobre os materiais usados na confecção das vestimentas dos bailarinos.
No corpo de dança estavam boa parte dos trinta componentes do grupo: Sara, Alessandra, Larissa, Francimara, Erivaldo, Eliane, Audenira, Ananias, Diego, Diorlando, Mateus, Augusto, Elaine, Taiza e Ivanilson.
A Oficina, conduzida por Bob Barbosa e Gabriel Abreu, é uma realização do Saúde & Alegria, com apoio do Instituto Vivo.