Papo cabeça

11 de Abril de 2008 por admin

Usando o exemplo das Olimpíadas Especiais, esse texto reflexivo mostra o que importa nesta vida: ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.

Dando sentido à vida

Nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.

Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros ouviram o choro, diminuiram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram todos. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: “Pronto, agora vai sarar”.

Todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou, e os aplausos duraram muitos minutos.

Para refletir

Talvez os atletas fossem deficientes mentais… Mas, com certeza, não eram deficientes em sensibilidade. Por quê?

Porque, no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho.

Texto Reflexivo
Repórter: Maila Ediane Rodrigues do Carmo
Jornal Arte Vida / Janeiro 2008
Comunidade de Muratuba

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