Rede Mocoronga Presente na 12ª Oficina para Inclusão Digital e Participação Social em Brasília

14 de dezembro de 2013 por Gabriel Abreu

OID

 A Oficina para Inclusão Digital e Participação Social é um evento que acontece desde 2001, inicialmente organizado pelo Governo Federal e hoje contando com a coordenação do movimento social organizado, que busca reunir tanto agentes públicos quanto a população atuante em espaços que oferecem o acesso às tecnologias da informação, para o debate da configuração atual e de novas propostas para a política de inclusão digital no país.

Por ser um espaço de discussão de políticas públicas, estratégicas e diretrizes de ações que promovam a apropriação das tecnologias digitais pela população, a OID (Oficina para Inclusão Digital e Participação Social) tem como eixo fundamental a discussão do acesso às novas tecnologias e a democratização da comunicação. Além dos envolvidos diretamente com as TICs (tecnologias da informação e comunicação), o evento também é aberto a todos os interessados que buscam maiores informações ou até mesmo àqueles que buscam aprimorar seus conhecimentos práticos na área, uma vez que a oficina além das plenárias, palestras e debates, conta também atividades práticas. O evento também disponibiliza, em sua estrutura, uma área montada com computadores e acesso à internet para o uso pelos participantes.

Este ano de 2013 foi o ano que mais teve a participação da região norte na #OID e em especial da @RedeMocoronga que levou representantes de 5 Telecentro  Culturais Comunitários e mais seus arte-educadores populares. Comunidade de Suruacá (Andrea KilviaDora Vasconcelos e Jerffeson Lima), Comunidade de Vila de Boim (Maickson Bhoim), Comunidade de  Nuquinir (Rowdinely de Oliveira), Comunidade de Prainha (Andria Mônika Farias), Pontão de Cultura do Tapajós (Tarcísio Ferreira) e seus arte-educadoras (Adriane  Gama,  Elis Lucien, Gabriel Abreu/O Caboclo da Amazônia e Paulo Lima) no total foram 11 representantes dos telecentros atendidos pelo Projeto Saúde & Alegria.

Ano que vem a meta é aumentar o numero de participantes dos telecentro comunitários ribeirinhos . E mostra que de baixo da floresta existe “caboclos” conectados a grade rede que almejam cada vez mais inclusão digital e Social para suas comunidades

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