Circo Mocorongo participa da Semana do Bebê

22 de novembro de 2013 por Adriane Gama

apresentação

Respeitável público! Tá na hora da alegria com o Circo Mocorongo!” A participação social do Projeto Saúde e Alegria aconteceu no último dia da Semana do Bebê, com uma especial apresentação do Circo Mocorongo, às 10h da manhã, no Parque da Cidade, paralela às atividades socioeducativas e de saúde voltada paras as mamães e bebês de Santarém.

A finalidade do circo foi trabalhar com informações e orientações sobre os temas: planejamento familiar e aleitamento materno, brincando através do lúdico, entre brincadeiras, esquetes, músicas educativas e exibição do vídeo “Recado da Lili”, produzido pelos jovens ribeirinhos da comunidade de Suruacá, da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns.

Neste palco circense, foi estrelada pela trupe de arte-educadores do PSA: Magnólio de Oliveira, Elis Lucien, Adriane Gama, Ândrea Colares, Gabriel Abreu e Juscelino Filho, e contou com a participação ilustre dos artistas populares Marisa Correa, Pimenta e Ellen Acioli. O público presente convidado para este show, foram os alunos da escola municipal Ubado Correa, os quais interagiram com muita animação e atenção sobre os cuidados com esta nova geração.

A Semana do Bebê em Santarém finaliza hoje à noite, com uma apresentação cultural com os artistas locais, na orla da cidade. Mas a ideia coletiva continua! Vamos todos juntos fortalecer a proteção e direitos da primeira infância na nossa região!

Comunidades da Floresta recebem Curso de Permacultura

29 de outubro de 2013 por Adriane Gama

curso_permaculturaComeça hoje, dia 29 de outubro e segue até o dia 6 de novembro, o Curso de Certificação em Desenho de Permacultura, de 72 horas, facilitado pelo agrônomo e ambientalista João Rockett, do Instituto de Permacultura e Ecovilas da Pampa (IPEP), em Bagé – RS, na sede do Projeto Saúde e Alegria. Trata-se de um encontro que abordará desde a filosofia e metodologia da permacultura, perpassando pelas áreas de biologia, engenharia florestal, agronomia e economia, fechando com a apresentação de projetos.

Este encontro contará com a presença de 25 participantes, sendo eles, representantes das comunidades ribeirinhas que fazem parte do programa Floresta Ativa na Reserva Extrativista: Solimões, Surucuá, Vila de Amorim e Jauarituba (Rio Tapajós) e Anã, São José I, São Pedro, Mentai e Prainha do Maró (Rio Arapiuns), além dos técnicos do Projeto Saúde e Alegria. A finalidade do curso é aprofundar e interagir os conhecimentos em permacultura com as práticas e vivências locais ribeirinhas. Neste evento, haverá ainda uma atividade prática de campo em uma comunidade.

A permacultura significa um sistema cuja raízes baseia-se em uma filosofia de abundância e generosidade que tem como ética, cuidar das pessoas e do planeta, estabelecer limites de consumo e repartir excedentes. Este termo foi criado nos anos de 1972, na Austrália, pelos ambientalistas Bill Mollisson e David Holgren, com a ideia de projetar espaços de uma agricultura permantente ou cultura humana em harmonia com a natureza, envolvendo plantas, animais, edificações e infra-estrutura (água, energia, comunicações), bem como relacionamentos que podem se criar entre eles.

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João Rockett e Bill Mollison

No Brasil, o processo inicial da permacultura aconteceu no formato de Institutos de Permacultura sediados em 4 biomas: ecossistemas do Cerrado, da Mata Atlântica, do Pantanal e da Amazônia, disseminados com intervenções que coletam tecnologias inovadoras com técnicas milenares, estimulando atividades cotidianas que não comprometam os recursos naturais que pertencem a gerações futuras. O IPEP, por exemplo, surgiu desde 2000, sendo considerado um centro referencial de sustentabilidade a partir do PAL (Permacultura América Latina).

Este curso de Permacultura está estabelecido de acordo com o programa oficial da Permacultura estabelecido por Bill Mollison e segue as normas do sistema de Reconhecimento de Qualificações Profissionais da Austrália. No final do encontro, todos os participantes receberão o certificado de conclusão de curso, assinado pelo instrutor credenciado Rockett.

#ABAREparasempre: o sonho não acabou

21 de outubro de 2013 por Fábio Pena

por Caetano Scannavino (*)

CaetanoForam meses de trabalho buscando unir esforços e construir consensos para que os presentes na reunião da ultima sexta-feira em Brasília – universidades, SEMSAs, Conselhos, Governo do Estado, Promotores de Justiça e PSA – chegassem no Ministério da Saúde focados na busca de uma solução para permanência definitiva do Abaré a serviço dos ribeirinhos do Tapajós.

O que estava em jogo não era apenas encontrar caminhos para manter e sustentar a embarcação, mas também fortalecer a estratégia de Saúde da Família Fluvial, hoje com 64 barcos de atendimento (operantes ou em vias de) por toda Amazônia e Pantanal, filhos do Abaré, um símbolo desta nova política de atenção básica que veio pra ficar.

O Abaré, por ser uma embarcação com instalações acima do padrão das demais Unidades, tem um custeio superior aos repasses federais previstos na Portaria de Saúde Fluvial. Neste sentido, vínhamos insistindo que não se justificava mantê-lo operando de forma ociosa, apenas para serviços “básicos do básico”.

Sob essa lógica, se desdobrou um dos avanços da reunião de sexta, como apontou o próprio ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha, em sua conta no Twitter – “Além de médicos e Programa de residência do #MaisMédicos, o Abaré1 receberá ações do Telesaúde, PET-Saúde e recursos do UBS fluvial” – sinalizando para permanência definitiva da embarcação e sua sustentação por meio da diversificação dos serviços e políticas públicas instaladas.

Se consumado, será uma vitória mais do que merecida do povo do Tapajós, protagonista de toda essa luta, que ganha com a qualificação da assistência e o acesso a novos programas sociais.

O sonho de um barco-hospital escola de ensino/pesquisa também ficou mais próximo, com o desenho definido na reunião: o Abaré indo para UFOPA com apoio federal, em consórcio com a USP e a UEPA, em parceria com as prefeituras, Governo do Estado e Ministério.

Seu papel social seria incrementado como um barco cabeça-de-rede, um laboratório de boas práticas e referências para serem disseminadas também junto as demais unidades fluviais que estão sendo implantadas.

“Com a Coop FMUSP, UFOPA, UEPA, o Abaré1 será campo de prática para #MaisMédicos, PSF Stm, Aveiro e Belterra; e Residência UEPA, UFOPA, USP”, escreveu o ministro Padilha no Twitter.

Sabemos que ainda tem muita coisa pra rolar. Em se tratando de entes públicos, sabemos também que leva tempo entre o discurso e a prática. E chegou a hora de falar com os “russos”, nesse caso, os holandeses da TDH, proprietários do Abaré, ficando na torcida para que reconheçam os avanços, pensem nos ribeirinhos, e reajam com bom senso. Isso sem falar em todos os trâmites burocráticos daqui pra frente.

Mas uma coisa é certa: a reunião de Brasília deu um pequeno grande passo para que essa novela caminhe sim para um final feliz, novela esta que começou lá atrás, quando o nosso atual ministro ainda na USP ocupava o papel de um dos médicos colaboradores na assistência à saúde dos ribeirinhos, como bem lembra ele em mais uma de suas tuitadas – “O Abaré1 foi criação, invenção, obra do ProjSaúdeeAlegria, que recebeu nós médicos do Numetrop/USP de braços e sorrisos abertos”.

#AbareParaSempre

Experiências amazônicas são destaques no maior encontro de internet do Brasil

16 de setembro de 2013 por Adriane Gama

O III Fórum da Internet no Brasil, realizado em Belém do Pará, nos dias 3, 4 e 5 de setembro, mobilizou representantes de diversos setores: governamental, empresarial, universitários e ativistas da cultura digital de vários lugares do país com o objetivo de propagar os “Princípios para a Governança e Uso da Internet”.

Este evento aconteceu pela primeira vez na região norte, sendo considerado um espaço dialógico e aberto para tratar sobre a internet e seus direitos quanto à neutralidade, acessibilidade, infra-estrutura, marco civil e outros assuntos de interesse coletivo, sempre pautando-se por uma internet livre, democrática e mais participativa.

Com participação custeada pelo auxílio-participativo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI), uma comitiva santarena também se fez presente, compartilhando suas experiências de cultura digital em debates, trilhas geradoras, atividades auto gestionadas e desconferências temáticas, onde abordaram suas conquistas coletivas em comunidades e escolas, e os desafios enfrentados na Amazônia, da questão geográfica a situação limitada da banda larga.

A equipe da comunidade OpenTapajós apresentou o FASOL – Fórum Amazônico de Software Livre – e abriu um diálogo sobre práticas de software livre. Na ocasião, Caio Rego, coordenador do FASOL, lamentou que este importante fórum, até então realizado anualmente, não acontecerá em 2013, devido a falta de recursos.

As atividades sócio-digitais, incluindo oficinas de stop motion e mostras de animação, realizadas nos laboratórios de informática das escolas municipais, através do trabalho do NIE – Núcleo de Informática Educativa da SEMED em parceria com o Puraqué, foram citadas como casos de sucesso em Santarém.

Também foi lembrado, o trabalho ativo de 12 anos de cultura digital e cidadania do Coletivo Puraqué nas periferias da cidade e em outros municípios, bem como as ações dos infocentros e telecentros espalhados nas cidades, reverberando as ações locais colaborativas de cultura digital, fortalecendo assim, as políticas públicas.

As ações de comunicação, nas comunidades ribeirinhas, pela Rede Mocoronga do Projeto Saúde e Alegria tiveram destaque na trilha Educação, Cultura e Direitos Autorais na internet e nos debates sobre gênero e tecnologia, dialogadas pelos educomunicadores Adriane Gama e Gabriel Abreu. O Coordenador de Inclusão Digital do projeto, Paulo Lima, participou dos debates sobre o desenvolvimento da rede. O jovem Maikson Serrão, da Vila de Boim, trocou ideias sobre servidores comunitários para as comunidades ribeirinhas.

Consensos sobre a democratização e aprimoramento da Internet no Brasil, deram o tom final para os encaminhamentos deste fórum, com a certeza unânime de fortalecer a cultura digital no país, em especial na Amazônia.

Conselho Municipal de Meio Ambiente

6 de setembro de 2013 por Elis Lucien

Magnólio de Olliveira, sr. Prefeiro Alexandre Von, Maurício Santamaria-ICMbio, Tibério Allogio.

O meio Ambiente é o quintal de nossa casa, o planeta Terra. Com o aumento da população e consequentemente o uso de seus recursos naturais alavancando  uma série de problemas ambientais. Vários seguimentos da sociedade visando trabalhar para a sensibilização dessas situações, foi criado o Conselho Municipal de Meio Ambiente que segundo o CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente), este Conselho cria...“mecanismos para aumentar a consciência e promover a mudança de hábitos e de comportamentos. Cada vez mais a população, juntamente com o Poder Público, tem sido chamada a participar da gestão do meio ambiente”.

Visando um trabalho efetivo e sensibilizador temos em Santarém, Pará a posse dos novos Conselheiros na defesa do meio ambiente. Onde o Projeto Saúde e Alegria têm uma cadeira nas representações institucionais e dos segmentos da comunidade: com o sr. Tibério Alloggio  o titular e  o sr. Paulo Roberto Sposito de Oliveira, o “Magnólio” como seu suplente.

Segue a lista oficial:

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Prefeito do Município de Santarém visita Suruacá

23 de agosto de 2013 por Djalma Lima

O Prefeito Alexandre Von juntamente com uma comitiva de mas de 40 pessoas de diversas Secretarias de seu Governo, estiveram na comunidade de Suruacá, na qual diversas atividades foram realizadas na área de educação, saúde, esporte e lazer. Houve  também uma ampla  discussão em relação às prioridades da Comunidade, onde o prefeito assumiu compromisso em seu Governo de realizar obras na área de educação (construção de novas salas de aulas, quadra Poli Esportiva), Saúde (construção do centro de saúde, que foi aprovado nas Conferências Municipais desde 2003), infraestrutura (compra de um novo grupo gerador mas potente e ampliação da rede elétrica). A comunidade também solicitou reparo e compra de alguns materiais que faltam para colocar o 2º micro sistema de água em funcionamento que estar parado algum tempo. A comunidade agradeceu a visita do prefeito e sua comitiva.

Ficaremos na torcida para que esses projetos possam ser realizados  e dias melhores venham acontecer em suruacá.

Por: Jerffeson Colares

Lenda do Lago da Velha

11 de junho de 2013 por Elis Lucien

No igarapé que divide a comunidade de Samaúma a Andurú existe um lago, não muito grande, onde os moradores das duas comunidades costumava ver uma velha que sempre ia com uma cabaça, conhecida também como Jamarir. As pessoas que avistavam a misteriosa velha em um segundo de descuido, a velha sumia, e então,  as pessoas sentiam uma forte dor de cabeça que só passava quando o curandeiro da época ia até a pessoa e benzia.

Ainda hoje, o lago continua intacto. As pessoas que habitam as comunidades não vão lá,  porque existe esta velha que protege o lago. Neste lago existe bastante tracajá, pirarucu, mas ninguém tem coragem de capiturá-los. Dizem que a velha é muito má com quem vai lá. O lago está como era há muitos anos.

Jornal Folha de Samaúma, ed. 19ª, ano VII.

Reportagem: Lana Rodrigues Xavier.

Abaré: 29 anos de lutas e sonhos

3 de junho de 2013 por Eugenio Scannavino

 


Como um dos coordenadores gerais do Projeto Saúde e Alegria (PSA), diante dos últimos acontecimentos sobre o Abaré, acho o momento oportuno também para trazer um pouco do resgate histórico disso tudo.

Sou médico formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, fiz residência na UFF e vim para a Amazônia para trabalhar no hospital da Universidade em Oriximiná, por ser desde aquela época apaixonado pela região e suas comunidades, e querer atuar em áreas onde poderia ser mais útil na minha profissão. 

Cheguei em Santarém em 1984, a convite do então prefeito Ronan Liberal, para atender as comunidades ribeirinhas, na época 800 localidades sem nenhum tipo de assistência de saúde. Muitos comunitários nunca haviam visto um médico, ainda mais vindo até suas casas. Encontramos uma situação drástica com crianças morrendo a rodo por simples diarreias pelo fato de beberem água direto dos rios sem tratamento, ausência de sanitários nos domicílios, anemia e parasitoses, feridas na pele, dentes ruins e infectados, índices de vacinação baixíssimos, etc. Doenças primárias e simples que por falta de ações básicas e preventivas nas comunidades, acabavam por se agravar e levar a um quadro emergencial de saúde na região.

Iniciamos, eu e minha ex-esposa (a arte-educadora Márcia Gama) um enorme trabalho de educação e prevenção em saúde, mobilização dos moradores, construção de fossas sanitárias, tratamento da água, saúde da criança, e treinamento de agentes locais. As respostas foram imediatas e a melhoria na saúde significativa.

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Movimento social perde Luzia Fati

4 de março de 2013 por Fábio Pena

Faleceu nesta segunda-feira, dia 04, em Macapá, a sindicalista Luzia Fati, com 42 anos, após um ataque cardíaco. Os movimentos sociais do norte perdem uma grande liderança. Em 1995 Luzia foi a primeira mulher a presidir um dos maiores sindicatos de trabalhadores rurais do país, o STR de Santarém. Porém, um pouco antes, com apenas 18 anos de idade, Luzia já estava na luta dos trabalhadores rurais. Vinda da pequena comunidade de Guaraná, região do Curuá-Una, ocupou a Secretaria Geral da então diretoria eleita na presidência de Natanael Alvez de Sousa.

Luzia, apesar da pouca idade, convencia à todos, que nada vinha de graça para os trabalhadores e sim, que cada conquista, seria fruto de muita luta. Ela sempre dizia que a luta sem a participação da mulher ficaria pela metade e ela provou isso em 1995 quando foi eleita a primeira mulher presidente do STTR de Santarém”, comenta Carlos Dombroski, que também ocupou cargos de direção no sindicato ao lado de Luzia Fati. Foi com ela na diretoria que o sindicato ganhou mais uma letra T, e passou a ser mais do que dos Trabalhadores, e também das “Trabalhadoras”.

A CUT – Central Única dos Trabalhadores, divulgou nota em que diz: “Comprometida com a luta por uma sociedade justa, democrática e igualitária, buscando avançar nas questões socioambientais, Luzia cumpriu papel fundamental na formação e organização da classe trabalhadora na região Norte, estimulando com seu exemplo de abnegação e coragem os dirigentes sindicais nessa luta, reforçando o seu envolvimento e comprometimento. A ação na base deu resultado e redundou num forte crescimento do sindicalismo cutista, particularmente entre os trabalhadores rurais”.

História – Em 1989 foi da secretaria geral do STTR de Santarém. Em 1995 eleita a primeira mulher presidente do mesmo sindicato. Em seguida Luzia foi eleita para a Executiva Nacional da CUT no 6º CONCUT, realizado em 1997, representando o STTR De Santarém – PA. Foi reeleita para a Executiva Nacional no 7º CONCUT, realizado em 2000, e também no 8º CONCUT, em 2003.  Integrou a Comissão Nacional sobre a Mulher Trabalhadora da CUT e foi coordenadora da Comissão Nacional da Amazônia da CUT, criada no 8º CONCUT, em 2003. No campo da gestão pública participou do governo da ex-prefeita Maria do Carmo (2005-2012), ocupando o 1º escalão, quando esteve à frente do Isam (Instituto Sócio Ambiental).

Escola de Anã na Olimpíada de Língua Portuguesa

28 de agosto de 2012 por Elis Lucien

Por: Cibele Gomide

No dia 21 de Agosto foi realizada na Escola Nossa Senhora de Fátima, na comunidade de Anã, a seleção de textos para a participação das Olimpíadas de Língua Portuguesa: Escrevendo o Futuro.

Uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e da Fundação Itaú Social, com coordenação técnica do Cenpec — Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária,  a Olimpíada de Língua Portuguesa realiza um concurso de produção de textos que irá premiar as melhores produções de alunos de escolas públicas de todo o país. Na 3ª edição nesse ano de 2012, participam professores e alunos do 5º ano do Ensino Fundamental (EF) ao 3º ano do Ensino Médio (EM), nas categorias: Poema no 5º e 6º anos (EF); Memórias no 7º e 8º anos (EF); Crônica no 9º ano (EF).

O tema dessa edição é : “O lugar onde vivo”. A professora de língua portuguesa da Escola Nossa Senhora de Fátima, Eliane Amorim Goudinho, coordenou a participação dos alunos da escola na Olimpíada, e juntamente com a diretora Renata Alves Godinho, convidaram para formar parte da comissão julgadora escolar: a também professora da escola Ruti Rico Rodrigues, Alexandre Godinho, da Associação Tapajoara e Cibele Gomide, da equipe do Projeto Saúde e Alegria.

O grupo se reuniu as 20:30hs na Escola Nossa Senhora de Fátima e de acordo com os critérios sugeridos pela coordenação das Olimpíadas, avaliaram e selecionaram 1 texto de cada categoria: Crônica, Memórias literárias e Poema.

Veja os selecionados:
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