MPF quer pressa para solução de conflito no rio Arapiuns

11 de Novembro de 2009 por Fabio Pena

Fonte: MPF

Lideranças indígenas e ribeirinhas na praia de São Pedro durante a reunião com MPF

Ontem, após nova reunião para debater o assunto, comunidade incendiou duas balsas com madeira que estavam bloqueadas há mais de um mês. Moradores apontam atividade madeireira irregular e MPF pede intervenção mais eficaz de autoridades.

O conflito que se arrasta há quase um mês entre madeireiros e populações tradicionais do rio Arapiuns, em Santarém, oeste do Pará, teve mais um momento de tensão hoje. Os moradores incendiaram as duas balsas carregadas de madeira que estavam bloqueadas desde o dia 17 de outubro no rio.

O episódio aconteceu após reunião em que estiveram presentes representantes do Ministério Público Federal, do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará e da Prefeitura de Santarém. O MPF considera necessária uma intervenção mais eficaz dos órgãos públicos para mediar o conflito. Entre as medidas que já solicitou, recomendou à Funai que apresse a demarcação da Terra Indígena Maró e pediu a extensão da operação Arco do Fogo para o território que está em disputa.

O estudo de identificação e delimitação da Terra Maró foi concluído em julho, mas até agora não foi apreciado pela presidência da Funai. - A lei estabelece prazo de 15 dias para que a Fundação Nacional do Índio aprecie o relatório de identificação, diz a recomendação do MPF. O prazo já se esgotou, mas a recomendação concede outros 15 dias para que seja resolvido o problema.

Para a procuradora da República Nayana Fadul, que assina a recomendação, a demora potencializa a tensão na região. - Índios das etnias Borari e Arapium e empresários madereiros estão em conflito, gerado, entre outros fatores, pelas permutas realizadas pelo Estado do Pará, sendo que parte da Gleba Nova Olinda I, que é estadual, invade território ocupado tradicionalmente pelos indígenas.

Os moradores acusam a Secretaria de Meio Ambiente do Pará de permitir manejo irregular no território que reivindicam como posse das comunidades tradicionais. Para o MPF, há evidências de extração irregular e a fiscalização é necessária.

Pauta de reivindicações dos ribeirinhos e indígenas:

* Realização de operação pente-fino na gleba Nova Olinda com uma articulação entre os órgãos federais e estaduais;
* Que a madeira das balsas barradas seja identificada e medida na comunidade de São Pedro, com o acompanhamento dos comunitários do movimento, e que essa madeira, em caso de irregularidade, seja destinada às comunidades da região;
* Paralisação por completo a de todos os planos de manejo da gleba Nova Olinda;
* Doação/regularização das Terras Indígenas Maró com a demarcação pela Funai;
* Que a madeira que se encontra no pátio e nos planos de manejo seja beneficiada em Santarém  e que por meio de leilão seja criado um fundo de reserva em benefício da Gleba Nova Olinda, sendo que parte do arrecadado deve ser doada para as comunidades afetadas pela enchente no município de Santarém;
* Retirada dos grileiros e madeireiros da gleba Nova Olinda;
* Ampliação da área do projeto de assentamento agroextrativista de Vista Alegre.

92 Responses to “MPF quer pressa para solução de conflito no rio Arapiuns”

  1. anônio Says:

    Lamentável que nosso governo tenha deixado isso acontecer!
    Tanta madeira ILEGAL circulando por ai e vão justamente queimar uma que estava explorada legalmente, proveniente de Projeto de manejo que foi autorizado, que esta sendo executado realmente? Tantos projetos fantasmas que existem só para circular crédito de papel, e quem o faz e o executa paga este preço ai que o Brasil esta vendo: toras e toras viraram cinza.
    Lamentável que o setor empresarial seja sempre o punido. Infelizmente tudo irá continuar na mesma situação, pois a definição de área indígena independe do poder que eles tanto falam que os empresários possuem e sim de reconhecimento da Funai, que por sinal emitiu certidão para o Estado do Pará em 1999 garantindo a NÂO existência de índios na região e autorizando o governo do estado para fazer a regularização fundiária da mesma, o que esta sendo feito por sinal e satisfaz 11 das 14 comunidades ali existentes ao entorno da gleba nova oinda I.
    Quem esta por trás destas 3 comunidades que querem ser índios? Quais os interesses?
    Lembrando que reserva indígena passa a ser patrimônio da humanidade, acooordem, o Brasil esta virando só reserva e a nossa Amazônia esta indo embora aos poucos!!!
    Quem forneceu toda aquela gasolina para atear fogo na madeira? Quem será indiciado pelo crime? Quem será preso pela baderna? Quem irá responder por este ato absurdo que aconteceu?
    Porque as ONGs não estão divulgando este ocorrido? Por quê?
    Cadê o discurso deles de defesa da floresta? Isso é defesa? Queimar 1500m3 de madeira nativa? Isso é defesa da floresta será? Incrível, lamentável, absurdo, revoltante!

  2. Pedro Says:

    MANIFESTANTES QUEIMAM BALSAS COM MADEIRA E MPF DEFENDE INCENDIÁRIOS

    Por Paulo Leandro Leal

    Um grupo de moradores da região do rio Arapiuns incendiou na terça-feira, 10, duas balsas carregadas com cerca de dois mil metros cúbicos de madeira legal retirada em área de manejo florestal na Gleba Nova Olinda. Os ribeirinhos liderados pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém (STTR) avisaram na semana passada que iriam incendiar as balsas e cumpriram a promessa após uma reunião com o Ministério Público Federal, que sabia da intenção, não fez nada para impedir e nem sequer condenou o ato criminoso.

    Os ribeirinhos - a maioria da Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns - interditaram o rio Arapiuns no dia 12 de outubro e apreenderam as balsas, que transportam madeira retirada de áreas de manejo que, segundo vistoria da Secretaria de Meio Ambiente do Estado (SEMA), não possui nenhuma irregularidade. Os manifestantes deixaram claro que fizeram a interdição para pressionar o governo a demarcar áreas indígenas na Gleba Nova Olinda, posição endossada pelo Ministério Público Federal em Santarém.

    Os manifestantes usaram como pretexto para o seqüestro das duas balsas, denúncias de uma suposta atividade madeireira ilegal na área, o que foi descartado pelos órgãos ambientais responsáveis pelo licenciamento e pela fiscalização. A madeira era legal, oriunda de plano de manejo aprovado pela SEMA em áreas tituladas. O caso vinha sendo acompanhado pelo Procurador da República, Dr. Cláudio Dias, que em entrevista ao repórter na semana passada disse que os próprios manifestantes reconheciam que os documentos em poder dos tripulantes das balsas atestavam a legalidade da madeira.

    Mesmo assim, os manifestantes mantiveram a ameaça de incendiar as balsas e a madeira e tampouco o MPF alertou que eles poderiam estar cometendo um crime. Todas as notas do MPF divulgadas à imprensa endossavam a manifestação e as reivindicações dos ribeirinhos (algumas ridículas), consideravam a madeira ilegal mesmo com a documentação comprovando a legalidade e lançava suspeitas sobre a atuação dos órgãos ambientais, sem qualquer fato que pudesse ao menos indicar a ilegalidade denunciada.

    Na noite de terça-feira, o MPF emitiu um comunicado à imprensa inacreditável. O órgão responsável por ser o guardião das leis, simplesmente ignorou o ato criminoso e terrorista dos manifestantes e adotou a postura de defensor de uma causa. A nota, acima de tudo, é mentirosa, ao informar falsamente que “o conflito que se arrasta há quase um mês entre madeireiros e populações tradicionais do rio Arapiuns, em Santarém, Oeste do Pará, teve mais um momento de tensão hoje”.

    Não existe nenhum conflito. Existe um protesto ilegal de ribeirinhos, que seqüestraram bens particulares e um carregamento de produto considerado legal pelos órgãos competentes. Que conflito? Onde? Momento de tensão? Como assim? Algum madeireiro foi lá ameaçar os manifestantes? Tinham armas? Ora, quem participou da reunião foi o próprio Procurador da República, que pelo jeito assistiu a tudo sem nada fazer. Ou ele participou também da ação?

    A própria nota do MPF reconhece que o “episódio” aconteceu após reunião em que estiveram presentes representantes do Ministério Público Federal, do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará e da Prefeitura de Santarém. Na mesma nota, o MPF diz que considera necessária uma intervenção mais eficaz dos órgãos públicos para mediar o conflito. Que conflito?

    Note bem, leitor, que o MPF insiste em propagandear a existência de um conflito na região, que não existe. Podem existir diferenças de opinião quanto a destinação da Gleba Nova Olinda, o que é perfeitamente normal, mas se o MPF considera isso um conflito que justifique atos como o incêndio criminoso a bens particulares, é porque o Estado Democrático e de Direito já não mais vigora no Brasil.

    Mas a verdade é que o MPF atua como aliado incondicional de uma causa de fundo nesta questão, que é a demarcação de terras indígenas na área. Cumpre informar que a criação destas reservas é um projeto da ONG Greenpeace, que parece ter contaminado as mentes de muitos procuradores com o ambientalismo radical usado por países e grandes conglomerados empresariais para engessar a região amazônica.

    O Ministério Público Federal nem mesmo faz questão de esconder as suas reais pretensões. Diz no comunicado oficial que entre as medidas que já solicitou, recomendou à Funai que apresse a demarcação da Terra Indígena Maró. O pano de fundo para toda esta manifestação é mesmo a criação das terras indígenas e a inviabilização de qualquer atividade econômica na região, mesmo sendo ela sustentável. E o MPF é aliado desta causa.

    Agora pasmem, pois as áreas reivindicadas como terras indígenas não abrangem as áreas tituladas onde foram aprovados os planos de manejo. Isso mesmo. A atividade madeireira acontece em áreas já destinadas e não coincidem com as áreas pretendidas pelo supostos indígenas. Supostos porque há estudos que mostram que se trata de índios de araque, mais falsos do que nota de três reais.

    O que está em questão - Toda esta mobilização acontece porque a Gleba Nova Olinda está em processo de ordenamento fundiário, executado pelo Governo do Estado, detentor da área. O governo realizou dezenas de audiências públicas na região, ouviu lideranças comunitárias para dar uma destinação às terras. Foi definida a criação de assentamentos para contemplar as comunidades ribeirinhas, a criação de reservas ambientais e a concessão florestal, além de o governo ter decidido não dar destinação às áreas requeridas por populações indígenas.

    O governo decidiu também que iria respeitar as áreas privadas com titulação definitiva na região. Estas áreas foram tituladas em regime de permuta com pessoas que tinham adquirido terras do Estado em outra região, mas perderam estas terras por causa da criação de reservas ambientais. A titulação está condicionada ao uso da área de forma sustentável, sendo vedado o desmatamento para atividades como pecuária e grãos, por exemplo. Os donos das terras foram orientados a desenvolver o manejo florestal sustentável. Estas áreas estão inclusive em processo de certificação ambiental, que o que comprova a legalidade da atividade na região.

    Fonte: O Impacto

  3. Rose Says:

    Por favor,

    Esse jornaleco, muito menos esse pseudojornalista, tem crédito algum pra falar o que tá falando. O cúmulo de questionar o ministério público, dizendo que ele está influenciado pelo Greenpeace e pelos interesses internacionais, parece conto pra madeireiro dormir em paz.
    Não tinha nenhum madeireiro dentro da balsa na hora da queima da madeira? Vai ver que ele saiu nadando com um plano de manejo super sustentável na mão!
    Porque, se estão achando que estão assim tão certos, não protocolam denúncia no ministério público também? Assim iam saber se o procurador está sendo parcial.

  4. Cínita Lopes Says:

    Essa ação é crime e pronto. é uma pena que pessoas entendam isso e outras atitudes como manifestação. Isso, a derrubada de pés de laranja pelo MST, a depredação de fazendas no pará tb pelo MST, tudo isso é crime, vandalismo. Daqui a pouco estarão matando gente tb a pretexto da boa causa. Crime e ponto. Não há discussão, não tem jusitificativa. Crimes são crimes, independentemente de quem o cometa: madeireiro, índio, ribeirinho, advogado, etc e tal. Crime é crime, não deve ser admitido.

  5. Anonimo Says:

    Se crime é crime, coloquem na cadeia esses madeireiros destruidores da amazònia, criminosos disfarÇados por de traz de papéis chapa branca

  6. Cínita Lopes Says:

    coloque na cadeia esse tipo de madeirero, apoiado, concordo plenamente. Agora, coloque tb esses aí que se dizem injustiçados e queimam o produto do trabalho de pessoas, que derrubam pés de laranja, que ameaçam os outros ribeirinhos que não são a favor do protesto, coloquem todos na cadeia!! Todos criminosos, inclusive estes do protesto que se dizem ”manifestantes”, mas que são criminosos, vândalos e que estão ameaçando outros ribeirinhos da região!!!!!

  7. Marina Says:

    Notícia boa e justa: já foram indiciados 10 dos ”manifestantes” que cometeram o crime de queimar toda aquela madeira proveniente de Projeto de Manejo. Ah, esses mesmos ”manifestantes”andam ameaçando outros ribeirinhos da área que são contra o protesto. Ameaçando de morte, ameaçando de vão entrar no Projeto e queimar tudo. Precisam mesmo ser indiciados e tomara que presos tb! Criminosos, vândalos.

  8. Anonimo Says:

    O bom da foto dessa “reportagem” é o suposto índio com a maquina fotografica na mão.. risos.. No mínimo deve ser pra colocar no orkut dele.. To achando esses falsos índios mais “moderninhos” que os ribeirinhos da Nova Olinda que estão sendo ameaçados de morte por eles..

  9. Anonimo Says:

    Anônimo, não dá pra rir, da mesma forma como você faz no seu comentário. Só é possível ter pena de você com seu pensamento ridículo de que índio não pode usar máquina fotográfia, orkut e outras coisas dos tempos atuais, mais comuns do que feijão na mesa do brasileiro.

  10. Anonimo Says:

    E ameaçar as outras 11 comunidades ribeirinhas que nao apoiam o movimento das 3, é pra ter pena? E oferecer R$70,00 por dia pra “ficar como índio” no movimento, é pra ter pena também?

  11. Anonimo Says:

    Anônimo das 12:46,
    Você poderia listar quais as 11 comunidades que não estão no movimento? E também provar que alguém recebeu R$70,00 por dia para ficar no movimento como índio? Você pode também me dizer se o pessoal ainda está lá pagando, porque tô afim de ir lá também receber 70 reais por dia. Ridículo hein! Se fosse verdade, de qualquer forma 70 reais por dia deve ser melhor do que aquilo que os madeireiros pagam aos comunitários que trabalham pra eles.

  12. Marina Says:

    Anonima das 12:27.
    E vc anonima, pode provar que eles sao coitadinhos?? que foram ameaçados?? pelo que sei é o contrário. Vc não vem aqui e fala um monte de coisas a favor desses criminosos? Nós, que pensamos diferente, tb colocamos aqui o que nós ficamos sabendo e vemos lá pela Gleba. Isso é democracia, meu caro(a).
    E olha, esses manifestantes já foram indiciados, estão respondendo inquéritos. Posso provar que um crime ao menos eles cometeram (a queimada da madeira legal). E é óbvio que posso provar quais são 11 as comunidades que estão contra este protesto. Ah, como vc prova que eles são índios se nem a Funai os reconhece como tal, pelo menos por enquanto??.
    já te mostro o nome das onze listas, vou providenciar isso e volto.

  13. Marina Says:

    Comunidades da Gleba que são contra essa ”manifestaçao”:
    SÃO LUIZ, com 13 familias e 55 pessoas
    NOVO PARAISO com 16 familias e 99 pessoas
    SAO FRANCISCO com 34 familias e 174 pessoas
    SAO RAIMUNDO com 15 familias e 64 pessoas
    VISTA ALEGRE com 21 familias e 83 pessoas
    SOCIEDADE DOS PARENTES com 26 familias e 86 pessoas
    REPARTIMENTO com 30 familias e 123 pessoas
    SEMPRE SERVE com 29 familias e 81 pessoas
    MARIAZINHA com 24 familias e 100 pessoas
    PRAINHA com 12 familias e 73 pessoas
    FE EM DEUS com 41 familias e 104 pessoas

  14. Marina Says:

    só para conhecimento.
    Que se declaram indios e estão nesse ”protesto” sao somente 3:
    NOVO LUGAR com 18 familias e 94 pessoas
    CACHOEIRA DO MARÓ com 18 familias e 86 pessoas
    SÃO JOSÉ III com 11 famílias e 79 pessoas

  15. Pedro Says:

    E agora Anonima das 12:27? Vc pelo menos conhece as 11 comunidades citadas pela Marina? Destas, eu, PESSOALMENTE, conheço 7.. E TODAS ELAS são DECLARADAMENTE contra o Manifesto.. Então, de falar besteira, vá lá conhecer esse pessoal da Gleba Nova Olinda antes de falar merda..

  16. Anonimo Says:

    Realmente essas são as 11 comunidades comunidades que vcs citam como estando contra o movimento e as três que estão como um todo no movimento. Acontece que mesmo nessas 11 comunidades, nem todas as pessoas estão assim tão satisfeitas com a postura das madeireiras. Sabe-se que nessas comunidades os madeireiros mantém rédia curta com alguns poucos funcionários que são das comunidades que não querem perder seu emprego, mesmo que com míseros salários. O resto dos moradores dessas comunidades, infelizmente, pela sua condição social desfavorável, acabam se vendendo por um motor de luz, uma rabeta, uma cesta básica. Existem informações que, por exemplo, na comunidade de vista alegre, a própria SEMA participou da doação de materiais para as comunidades feita pelos madeireiros, enquanto deveriam estar lá fiscalizando.

    O fato é que na entrevista feita por uma das lideranças do movimento na rádio rural, a mobilização não é somente das comunidades da gleba nova olinda, e muito menos somente das comunidades indígenas, mas sim de toda a região do maro e arapiuns. E é um movimento que não vai terminar só com esse manifesto que já aconteceu, mas pretende se fortalecer daqui pra frente como o Movimento em defesa da vida e da cultura do Arapiuns. Assim sendo, acho que vocês vão ter ainda muita dificuldade pra ficar transportando madeira no arapiuns. A não ser que comecem a viajar armados. Viva a organização do povo!

  17. Anonimo Says:

    Ouvi dizer que chegou um avião do greenpeace carregado de gasolina que sobrevoou a balsa derramando o combustível que depois foi só queimado pelos manifestantes! rsrsrs

  18. Anonimo Says:

    Se o greenpeace está de olho na Amazônia, o que será que eles estão fazendo na indonésia?

    Mais de 30 ativistas do Greenpeace foram presos ontem em protesto na Indonésia contra o desmatamento de suas florestas. Os 11 ativistas estrangeiros, incluindo um brasileiro, estão detidos com a polícia de imigração e poderão ser deportados. Os que são naturais do país estão soltos, porém precisarão se reportar à polícia uma vez por semana durante o próximo mês.

    No protesto, os ativistas se acorrentaram a sete escavadeiras da empresa APRIL, uma das maiores companhias de papel e celulose da Indonésia. Em uma carta de esclarecimento, a APRIL afirma não realizar mais operações na Península de Kampar. Apesar disso, o Greenpeace apresentou no início dessa semana evidências – inclusive imagens aéreas – de que a exploração continua. E mais: há indícios que as escavações estão atingindo profundidades superiores a três metros e atingindo a chamada “floresta de turfa”, o que é proibido por lei no país.

    A destruição das florestas tropicais da Indonésia levou o país ao terceiro lugar no ranking de emissores de gases de efeito estufa.

  19. Anonimo Says:

    A destruição das florestas tropicais da Indonésia levou o país ao terceiro lugar no ranking de emissores de gases de efeito estufa.

    Enquanto isso o brasil está quase lá entre os primeiros lugares, sabem porque? Não é por causa das indústrias, como nos estados unidos, é por causa do desmatamento na amazônia, que gera destruição e baixo retorno social, em muitos casos gerando ainda mais pobreza!

    Enquanto isso em santarém, devastadores, madeireiros com caras de bonzinhos, acham lindo derrubar a floresta pra ganhar dinheiro e engordar seu bolso gordo e guloso. E chamam de vandalos e criminosos, ribeirinhos que entendem a importancia da floresta em pé e lutam por ela.

  20. Marina Says:

    Anônima das 5:01, queria muito que vc se identificasse para que eu pudesse te levar até a justiça. Vc iria ter que provar esses absurdos que está dizendo e ia ter que pagar um indenização por calúnia, além de ser crime, lógico. Se identifique, por favor.

  21. Gabriel Says:

    Realmente os ribeirinhos que estavam no protesto estão super preocupados com a Amazonia e meio ambiente. Sim, sim. Bem por isso eles queimaram toda aquela madeira legal que estava nas balsas, fora o estrago das balsas. Esses manifestantes querem ser índios para ganhar terras e nao trabalhar, essa é a verdade. Nunca foram índios, até a funai atestou isso com aquela área foi permutada. Atestou que ali não havia ínidos. Ah, esses mesmo manifestantes pobres coitados têm dinheiro para comprar tanta gasolina e queimar tudo?? kkkkkkkkkkk. bando de criminosos fora da lei. Ah, mas isso foi bom para sociedade ver quem é quem. Assim como já estão vendo em rellação ao MST tb. Ah, e estão vérios sendo intimados para ir até a justiça (Odair José que se denomina Borari) e esclarecer esse crime, fora que vão ter que arcar com isso! Achei muito bom por um lado. Criminosos que queimaram a madeira, que mentem e que ameaçam quem não quer fazer parte do movimento, ameaçam mesmo, com arma e tudo. Criminosos!!! Viva a justça, viva quem trabalha corretamente e paga seus impostos!!!! uhhhhhhhh. Abaixoooo os marxistas hipócritas!! uhhhhhhhhhhhhhhhhh

  22. Anonimo Says:

    Gabriel,

    Você só não é mais tolo porque faltou espaço na cabeça. É claro que queimar a madeira não foi uma solução ideal para aquele impasse, mas demonstra o quanto o governo está omisso aos problemas que acontecem na região, dando mais crédito a alguns invasores que chegaram na região depois de 2000 do que para quem mora lá por várias gerações. Quanto á justiça, claro que será feita, aqui agora ou no futuro, quando seus descedentes vão te cobrar na tua consciência, por achar que é errado defender o meio ambiente.

    Quanto à forma escrota como você se direciona às comunidades que se auto determinam indígenas, só demonstra o lado podre como a história desse país foi sendo construída, e como ainda hoje é possível encontrar pessoas com pensamento como o seu. É nessas horas que Darcy Ribeiro diria: como eu tinha razão quando escrevi “o povo brasileiro”, e o porque o Brasil é o que é. Chamar os índios que querem terra pra não trabalhar é o cúmulo. Se tem alguém querendo ganhar dinheiro fácil, sem trabalhar, é esse bando de madeireiros, isso sim.

    Quanto aquelas comunidades serem índios ou não, a FUNAI não tem nenhum documento público afirmando qualquer coisa, pois o que foi assinado pela FUNAI ao governo do estado na época que vc se refere, foi uma resposta objetiva a uma pergunta clara: em Nova Olinda tem comunidades indígenas reconhecidas? A FUNAI disse não. Mas isso foi quando aquelas comunidades não tinham pedido seu direito de autoafirmação indígena. Agora que elas pediram, a FUNAI já fez vários estudos e a resposta deve sair logo logo, principalmente porque o Ministério Público está forçando isso. Não se apresse.

    Quanto ao MST, sorte de vocês que esse movimento ainda não está aqui, porque aí sim vocês iam ver o que gente lutando com força pelos seus direitos.

    Quanto aos marxismo, bom, deixa pra lá… uhhhhhhhh. é isso que vc sabe sobre isso?

    Marina, manda teu sobrenome completo que eu mando o meu.

  23. Gabriel Says:

    Querido anonimo, e a forma escrota como vc se refere aos empresários hein?????? Vc pode falar de quem quiser e os outros nao. Dá pra ver mesmo o tipo de democracia que vc gostaria de viver, quem sabe vc seria mais feliz em cuba ou na venezuela. Qt hipocrisia e ignorancia!!!!!

  24. Marina Says:

    anonima, meu nome é Maria Soares. Meu e-mail é marinasoares21@gmail.com
    Por favor se identifique porque vou entrar em contato com vc por e-mail para conseguir pegar seus dados e vamos até a justiça agora pra vc falar tudo o que vc diz lá. Chega de conversinha. Eu posso provar que aquela madeira era legal, por isso nao tenho nada a temer. Faça o favor de mandar um e-mail pra mim pq vou querer teus dados. Vamos resolver isso de forma legal, na lei. Chega de seu blá blá blá que os empresários daquela área pagam salários míseros, que eles praticamente escravizam as pessoas, que ameaçam as pessoas. Vais ter que falar e provar na justiça. Eu provo que a madeira era legal e que no projeto que me refiro as pessoas são registradas e felizes com o emprego que tem. Aguardo seu contato, marxista socialista hipócrita e que está cometendo o crime de calúnia nesse fórum. Sim, pq vou entrar com essa denúncia contra vc, vc fez várias imputações criminosas aos madeireiros, e até a funcionários públicos. Agora vamos provar!

  25. Ronaldo Says:

    Anonima das 7:22, vc chama de invasores quem compra terras depois de passar por um trâmite legal, quem tem um título registrado no Registro de Imóveis?????? Faz-me rir. Sinceramente, acho que é na sua cabeça que tem espaço demais para tantos delírios.
    E permita-me dizer que vc a todo instante se referiu a empresários da região de uma forma muito podre.
    Vc é comunista e alienada pelo jeito. Pra vc só os índios prestam e os madeireiros são todos errados. Isso é ridículo, qq criança sabe que em todos os setores da sociedade existem os corretos e os errados.
    Seus pensamentos são ridículos. Vá até a justiça, como disse alguém aqui do site e fale tudo isso lá. Faça isso pq pelo que sei, os madeireiros da região estão procurando seus direitos na jusitça, pelo meio correto e de quem tem como provar as coisas, inlusive parece que eles vão são ressarcidos dos danos que os manifestantes causaram.

  26. Rodrigo Says:

    Essa anônima das 7:22 deve ser uma tal de Rose que estava no site antes. Ela está perdendo a noção das coisas, falando que funcionários públicos ganham dinheiro para não fiscalizar. Isso é crime. Quero só ver qd algum funcionário ver isso, vai dar merda pra ela, vão se ofender. Eu hein… essa discussão de vcs tá perdendo as rédeas, vcs estão ultrapsassando os limites, não se pode falar tantas coisas assim sem provar, isso é crime gente. Parem com isso ou vai pegar pra vcs.

  27. Marina Says:

    Tb acho, Rodrigo. Agora não vou mais falar nada aqui. Quero que ela prove isso que ela disse dos madeireiros. Vou lançar uma representação contra ela por calúnia. É crime e ilícito civil tb, vai me gerar uma boa indenização.

  28. Camila Says:

    MST luta pelos seus direitos???? kkkkkkkkkk. Não acredito que ainda existe gente que acha bonito o que MST tem feito?!!! Isso é crime, isso sim!! Anonina, o que o MST faz é cirmeeeeeeeeeeee, vai no dicionário que vc vai entender!!

  29. Anonimo Says:

    Gostaria que vcs me mostrassem em que momento eu disse aqui um NOME de algum funcionário público e de que ele FOI COMPRADO. Vcs sabem ler?
    Mas eu acho interessante como vocês conseguem se perfilar tão bem pousando de autoridades, de gente dentro da lei. Olha só, estão me fazendo até intimação!!
    Tudo bem delegada Marina, meu nome é Ana Maria Braga, meu e-mail está no site da globo, rsrs
    Vão contar história pra madeireiro dormir em outro lugar.

  30. marina Says:

    lógicooo que ela nao vai dar o e-mail! querida(o), qd foi dito que vc falou coisas aqui foi pq se presumiu que vc era a Rose de antes. Vc nao sabe ler não, e sabe o significado da palavra presunção?? Não vai dar o e-mail??? Ohhhhhh!! E eu acho interessante como vcs conseguem se perfilar tão bem pousando de injustiçados e coitadinhos!!! ai que pena de vcs!!!
    Querida, meu nome é esse mesmo, me manda um e-mail que te respondo, viu ana maria braga. Eu nao tenho medo de me identificar nao, nem de ir até a justiça com vc, ana maria braga!!

  31. marina Says:

    Ana maria Brgada, não vai me mandar um e-mail mesmo??? Acabei de ver minha caixa de entrada e nada! Poxa, não era vc que estava cheia de denúnicas a fazer sobre os madeireiros???? Vamos lá, estou esperando….

  32. Anonimo Says:

    Que coisa, vc ainda manda essa mensagem com seu atestado de bu…

  33. Anonimo Says:

    Espera aí sentada em frente ao computador!

  34. Anonimo Says:

    Se eu quisesse trocar mensagem com o além, entrava numa sala de pate papo, que seria mais proveitoso do que essa conversa pra madeireiro dormir

  35. GABRIEL Says:

    kkkkkkkk, bando de gente que fala e na hora do vamos ver correm. É bem assim que eles são, Sabe pq ela(e) não se identificou, Marina? Pq é mentira o que fala, não tem como provar, ficou com medo dos comentários que fez. É bem do tipinho da esquerda radical mesmo. AMARELOUUUUUUUUUUUUUUU PQ MENTEEEEEEEEEE, PQ NÃO PROVA O QUE FALA, PQ TUDO QUE DIZ É SEM FUNDAMENTOOOO

  36. CAMILA Says:

    uai, cade a anonima?? nao vai se identificar? tava doida pra saber se ela ia ter coragem. Ei anonima, pq se esconde agora?? nao tem como provar as suas ”denúncias”???? vamos lá, é a sua chance de realmente fazer jusitça!!!! hauhauhuha. Gente que fala sem provas dá nisso, foge na hora h

  37. Marcio Says:

    Anonima, agora é o seu “5 minutos de fama”. Vamos lá, se identifique! Apareça e faça esse denúncia formal! Se não fizer isso, saberemos que não passa de uma irresponsável e baderneira que só ver a bagunça e não está nem aí para os moradores e natureza assim como os seus amiguinhos. O povo de Santarém já está cansado de tipinhos como você. Se é para atrapalhar, nem apareça!

  38. Anônimo Says:

    É impressionante como uma discussão tão importante acaba caindo no ridículo do disse me disse, “manda teu e-mail”, “se mostra”, levando a discussão para um esvaziamento de conteúdo, algo muito comum quando a defesa de interesses particulares não se sustenta mais do que em alegações genéricas do tipo: olha como estamos dentro da lei porque temos plano de manejo, olha como aqueles índios falsos são vândalos.

    Até eu cai nessa, afinal, parece que estou só aqui nessa discussão, pena que as comunidades envolvidas não tem acesso à internet, porque tenho certeza que a qualidade do debate seria bem melhor. Enquanto me vejo discutindo com o incrível exército de Brancaleone da madeira perfilados disparando suas pérolas. Me pede identidade, como se as suas, de Márcios e Pedros não pudesem ser as mesas ou também inventadas, assim como camilas, Grabriel e Marinas.

    Mas a questão é que é visível que a verborragia anti-esquerda, anti-indígena, enfim, é muito menos eficiente do que a motoserra que usam para derrubar a floresta. Aliás, não são eles que derrubam, pagam os ribeirinhos com um “super salário” para fazer isso, invertendo os papéis de uma população que sempre protegeu seu meio ambiente, para uma população que agora derruba porque se vê obrigada, pelas condições sociais desfavoráveis que se encontram para ter outra opção.

    Enquanto isso, eles querem passar por cima da questão principal, e focar a discussão apenas no acontecimento da apreensão das balsas e da queima da madeira, que foi na prática um grito de alerta da população ribeirinha e indígena em defesa de seu território. Mas para eles não foi, foi só vandalismo desses índios falsos… criminosos! Abrem a boca para dizer essas coisas, deixando suas bocas ainda mais sujas do que o próprio ato que criminalizam.

    O problema que está em jogo é o destino de uma região rica em recursos naturais, em comunidades, e uma das últimas fronteiras para onde se volta a ocupação predatória em nossa região. É o histórico e documentado uso e a ocupação do território por comunidades tradicionais em Nova Olinda, se chocando com interesses particulares, com foco apenas econômico, onde a suposta responsabilidade social e ambiental, é apenas um subterfúgio para justificar a exploração dos recursos naturais em uma região onde nem mesmo o governo decidiu totalmente a sua real destinação.

    Ou seja, é a pressão econômica de empresários que chegaram na região a poucos anos, conseguiram documentos “legais” pelas largar brechas do nosso tal estado de direito, e agora se acham no direito de decidir o que fazer com um território que historicamente não lhes pertence. Mesmo se tratando de áreas públicas, são portanto terras de todos nós cidadãos, e por isso mesmo, seu uso e ocupação não deve privilegiar somente aqueles que querem explorar, deve privilegiar também as comunidades que querem preservar.

    Questionam que o número de comunidades do movimento comunitário é apenas trẽs da principal região em questão, Nova Olinda, e que as demais (mais de 20) que estão no movimento nada tem haver com aquela área, pois moram no rio Arapiuns. Só esquecem de considerar que quando se trata de territórios com seus ecossistemas integrados, o problema é de todos. Os rios principais, Aória aruã e Maró, limitam a Gleba nova Olinda I. São rios que formam o rio Arapiuns, afluente do rio Tapajós. O rio Aruã possui cerca de 25 afluentes (igarapés), e o rio Maró cerca de 66, somente no trecho que atravessam a Gleba Nova Olinda I. incluindo alguns rios perenes. Por tanto, para quem mora no Arapiuns a floresta de nova olinda é tão importante quanto para as comunidades que moram especificamente nela.

    Mas do outro ponto de vista, se existe legalidade na exploração madeireira na área, fato que é questionado pelo movimento, pois há suspeitas de que a exploração está acontecendo para além dos falados planos de manejo, porque então que vocês atiram pedras nos ribeirinhos com sua manifestação. Vocês não estão mirando para o lado errado? Não seria ao governo do estado que vocês deveriam exigir explicações pela situação.

    Já que vocês se dizem ter tão bom convivência com as comunidades, agindo assim vocês estariam também ajudando na mesmo reivindicação que o movimento quer: maior presença do estado, maior fiscalização, solução para os conflitos fundiários mas com respeito ao direito das comunidades.

  39. Karla Says:

    Boa tarde, andei lendo os comentários acima e fiquei chocado com um pouco de cada um, pois não acredito que este tipo de discussão leve a algum lugar.
    Aqui vão algumas observações minhas, no intuito de esclarecer algumas coisas:
    Primeiramente é cruel a forma como estes manifestantes resolveram seu protesto e mais absurda ainda é a omissão do governo ter deixado tomar esta proporção.
    Tanta madeira ILEGAL circulando por ai e vão justamente queimar uma que estava explorada legalmente, proveniente de Projeto de manejo que foi autorizado, que esta sendo executado realmente? Não se se os srs tem conhecimento, mas existem tantos projetos fantasmas que servem somente para circular crédito de papel, e quem o faz e o executa paga este preço ai que o Brasil esta vendo: toras e toras viraram cinza.
    O que mais me impressiona e assusta é o uso do termo “devastando a floresta”, utilizado em diversos momentos por alguns comentaristas. Manejo Florestal não é corte raso nem desmate e sim a retirada apenas de arvores minuciosamente selecionadas através de inventario florestal, como árvores adultas, deixando em pé as matrizes e remanescentes para que a floresta volte a se auto reconstruir e que possamos voltar lá somente depois de 30 anos e realizar nova colheita.
    São 6 os projetos de manejo aprovados em área particular na gleba nova Olinda I, e todos eles podem ser claramente comprovados através de imagens satélites que estão sendo executados dentro da área autorizada, ou seja, não existe exploração fora de áreas autorizadas, um grande passo dentro do contexto geral que temos na Amazônia, aonde existem infinidades de explorações aonde se quer são autorizadas, isso sim é ILEGAL!
    Pelo que sei, existem inclusive, empresas com projetos de manejo em processo de certificação FSC dentre os citados o que também não parece ser algo bem visto por alguns comentaristas, pois aqui esta sendo discutido de uma forma tão radical que nem mesmo uma organização de renome internacional como o FSC esta sendo respeitado, preocupante este radicalismo.
    Com relação aos ribeirinhos que querem ser reconhecidos como índios, realmente concordo, enquanto a Funai não der decisão final eles devem ser respeitados, mas isso não pode fazer com que as empresas legais ali instaladas sejam vistas como criminosos e tenham que ter suas atividades legais paralisadas, pois empregam cerca de 200 pessoas, desenvolvem o comercio da região, pagam seus impostos, possuem infra-estruturas de alojamentos nos padrões do ministério do trabalho, fornecem todo o material de EPI necessários aos seus funcionários, alimentação não falta, mantêm folha de pagamento em dia, realizam trabalhos sociais para as comunidades mais próximas e principalmente pagam ao estado por cada metro cúbico explorado um valor altíssimo (hoyalties) que por sinal deveria ter um percentual direcionado diretamente as comunidades, pois não e papel dos empresários construir escolas, postos de saúde, estradas e etc, isso é papel do governo do estado. Temos que cobrar realmente mais dos nossos governantes, isso sim é nosso papel!
    Com relação a doação de certos objetos aqui citados, acho estranho a reclamação, pois se as empresas não doam nada, dizem que não ajudam, se doam, dizem que estão comprando. Realmente fica difícil saber como devem se posicionar. A verdade é que nunca se agrada a todos, infelizmente, mas cada um tem o direito de ajudar como pode e como vê a necessidade local. Não sei quem doou o gerador, mas acredito que se houve uma doação foi porque a comunidade pediu e quem doou deve ter isso tudo documentado.
    Enfim, penso que a preocupação e a discussão que aqui deveria existir esta tomando proporções sem fundamento e espero que possamos fazê-la mais útil nos próximos comentários

  40. Karla Says:

    Mais um detalhe, concordo plenamente que a solução para o impasse seja uma fiscalização na área para ser comprovada a legitimidades dos fatos. Mas vale ressaltar que tive conhecimento de duas fiscalizações já realizadas pela Sema, Ideflor e Ibama no período em que as balsas estavam presas e que nada foi constatado de ilegal.
    Contudo se as mesmas não atenderam as perspectivas de um todo, vamos lá cobrar de nossos governantes nova fiscalização, mas desta vez que se faça valer, pois meu medo é que hoje queiram uma fiscalização da sema, amanhã do ibama, depois do chico mendez e assim por diante… Tem que ser sentado e acordado: quais são os órgãos que os srs. querem que sejam fiscalizadores? Fulano e ciclano? Então vamos lá e que se faça justiça ao se detectar legalidade que seja reasgatada a imagem das empresas e possam continuar desenvolvendo seus trabalhos de forma normal e não com toda esta tensão que lá se implantou

  41. Marina Says:

    Anonima (o), se vc mente ou esconde a sua identidade isso é uma posição sua. Faz o seguinte, se vc acha que é mentira só faz um teste e manda um e-mail para o meu e-mail que te falei antes. Vamos ver quem mente aqui, querida. Eu tenho quase certeza que vc é a mesma rose de antes. Não existem duas pessoas tão bitoladas e bu… no mundo iguais. Vamos lá, vamos levar isso a Jusitça!
    Gente, não adianta falar nada para este anonimo, ele não escuta, é caso perdido. Ignorância em pessoa. Eu desisto dele(a). Karla, teu posicionamento é perfeito, parabéns pela reflexão.

  42. paulo Says:

    http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI105789-15223-1,00-O+LAMPIAO+TUPINAMBA.html

    gente, virou moda se declarar índio!!!!! olhem essa reportagem! sabe de uma coisa? eu sou índio tb!! me dá terra agora!!!!

  43. Flávia Sousa Says:

    Quro saber passo a passo dos conflitos fundiarios do estado do pará, como aconteeu o que se prosegui e as soluçoes.

    agradeço desde ja.

  44. Marcio Says:

    Flavia Souza,

    Dá uma olhada na reportagem que o Paulo mandou.. é exatamente assim que está acontecendo aqui..

  45. paulo Says:

    » “Eu sou meio cabreiro com essas ONGs , principalmente as internacionais que se instalam no Brasil, com o objetivo de nos “ajudar” a “resolver” nossos problemas e nos “fazer ver” o que na visão deles não enxergamos. Eu não acredito em almoço de graça, muito menos quando essa benesse nos vem por mãos estrangeiras. Eles dão uma coisa, mas querem dez, trazem a água, mas querem a feijoada. Essas bandeiras que eles levantam, de defesa dos direitos humanos, ajuda humanitária e filantropia, é uma balela que só ilude aos ingênuos e aos governos, cegos ou comprometidos. O gozado desse processo é que ninguém se dá pela conta dessa aberração, à qual eu atribuo algumas razões. Ou o povo está cego pelos véus da fantasia que a mídia deita sobre o assunto, ou como tanta gente, já perdeu a capacidade de questionar ou indignar-se. Vamos estabelecer um exercício de memória, comparando as duas regiões mais carentes do Brasil. O sertão do Nordeste e a Amazônia. O que temos no Nordeste? As vítimas da seca. O que temos na Amazônia? Os índios e as populações ribeirinhas. Quantas são as vítimas da seca? 10 milhões de indivíduos. Quantos são os índios da Amazônia? 230 mil.Sabem quantas são as ONGs estrangeiras “ajudando” Às vítimas da seca? Nenhuma! Aos Índios da Amazônia, 350. Que explicação dar a essa preferência maciça pelos índios? A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, madeira, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares. O semiárido do Nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras apoiando os famintos. Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres. Agora uma pergunta deste cronista chato: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito? Estude o assunto; debata com seu círculo de influência; denuncie; encha o saco do deputado que você elegeu.” (TEXTO DE ANTÔNIO MESQUITA GALVÃO)

  46. Rafael Says:

    os ”índios” cometeram mais um vandalismo, crime. Entraram na propriedade privada da Rondobel que tem projeto de manejo na Gleba e atearam fogo na madeira do estoque. Ah, e fizeram isso de madrugada, quando todos estava dormindo!!! Parabéns mais uma vez! Coitadinhos deles, tão inocentes, não??? Bando de criminosos!!!!!
    Sabe porque eles fizeram isso logo com a Rondobel? Porque os donos de lá não estão quietos, estão na Justiça. Fazem questão de serem fiscalizados, fazem questão de que as pessoas conheçam o ProJeto deles, estão limpos nessa história. Conheço o dono de lá, um homem honesto que trabalha direito, que faz questão de procuradores e autoridades visitem a sua área pq tem tudo dentro da lei, registro no cartório, pagou por aquela terra, e tem um projeto de manejo que é referência no Brasil. O Projeto dele até saiu num site inglês. Absurdo isso que essa meia dúzia de manifestantes fez! Criminosos! Mas é bom para sociedade ver quem é quem

  47. Maria Regina Says:

    Uma denuncia:
    Os manifestantes ameaçam ir ate as áreas de manejo de propriedades privadas e atear fogo em toda a madeira já explorada, ameaçam atear fogo em uma ponte que as empresas estão construindo que ira interligar duas comunidades, Sempre Serve e Cachoeira do Aruã, ameaçam atear fogo nas infra-estruturas das empresas que lá trabalham. A situação esta tensa, e é preciso ir força policial para a área urgente para manter a paz que sempre existiu por lá. Esta presença policial já foi solicitada a dias para as autoridades do Estado, mas até o momento ninguém foi lá.

  48. Anonimo Says:

    Paulo (que copia antônio),

    Já que você copiou tbm vou copiar. Trago um texto que li no blog do Jeso, que acredito ser uma boa resposta a essa falácia de ONGs, que vcs enchem a boca pra falar bobagens, quando nem sabem direito do que se trata, só sabem mesmo é que elas incomodam vocês e seus interesses.

    por Tiberio Alloggio (*)

    As recentes polêmicas sobre desmatamento, a questão indígena e a troca de ministros voltaram a colocar a Amazônia no topo dos noticiários midiáticos.

    Na imprensa apareceu de tudo um pouco, e questões politicas, ambientais e cientificas acabaram misturando-se com os velhos “mitos e paradigmas”, muitos deles sabidamente sopradas por grupos de interesses.

    A questão da soberania nacional (uma suposta conspiração internacional para tomar a Amazônia dos brasileiros) chegou num nível de arrepiar. Até o presidente Lula, com arroubos nacionalistas, entrou nesse debate, expondo suas conhecidas lacunas sobre Amazônia e à questão ambiental.

    Tamanho foi o grito Amazônia é nossa! que ficou esquecido o fato de a Amazônia ser um bioma que extrapola as fronteiras brasileiras. As Guianas, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Equador e Peru devem até ter ficado preocupados com esse surto “imperialista brasileiro” que deixou a impressão de o Brasil querer a Amazônia só para si.

    Oriundos dos círculos predatórios, ressuscitaram velhos e falsos clichês materializando nos índios e nas ONGs o vilão da soberania nacional. No caso das ONGs, a técnica usada chega até ser ridícula, pois utiliza-se um “acrônimo”, ou seja, uma forma “sofisticada” de pronunciar uma sigla, para que essa se torne uma marca virtual, perdendo a relação com seu significado original.

    A TAM, por exemplo, é uma companhia de aviação. Surgiu como sigla de Transportes Aéreos Marília, que evoluiu até se tornar a principal empresa do setor. Mudou a razão social, mas manteve a sigla. Que se tornou uma marca.

    É o que ocorre com as tão faladas ONGs, cujo significado é Organizações Públicas Não Governamentais, mas cuja sigla virou (para os interesses escusos) uma marca sinônimo de “interesses internacionais”.

    As ONGs têm finalidades pública, elas complementam órgãos públicos. Quando o Poder Público está frágil ou ausente e as comunidades estão carentes, as ONGs ocupam o espaço. (…)

    Uma grande parte das ONGs está voltada para o atendimento educacional, de saúde ou assistência social. Em outros casos, elas atendem as ações não priorizadas pelos governos, como é o caso do meio ambiente e da Amazônia.

    Para milhões de pessoas, a Amazônia é um patrimônio que deve ser preservado, e para tanto decidem agir, organizar ou se envolver com ONGs. Essa perspectiva humanitária passa a ser vista (em círculos escusos) como ameaça à soberania nacional, como uma “invasão estrangeira”, uma forma de tirar do país a gestão sobre a amazônia. Óbvio que no meio de tantas ONGs deve ter também “picaretas”, mas, no geral, as ONGs ocupam o vazio deixado pelo poder público.

    Enquanto ocorre a “viagem” sobre a internacionalização”, a discussão sobre a Amazônia brasileira continua minguando. No Brasil, a Amazônia oficial é conhecida como “Amazônia Legal” instituída para se beneficiar de renúncias fiscais e de financiamentos favorecidos. Por isso, os políticos lutaram (e conseguiram) a extensão atual, envolvendo além das áreas florestadas, grandes regiões sem florestas (parte do Maranhão, o Estado de Tocantins), que têm nesgas do bioma amazônico. Criou-se a Sudam e estabeleceram-se “incentivos” que ao longo do tempo acabaram desaparecendo, mas a “Amazônia Legal” ficou.

    A expansão de atividades não florestais (agricultura e pecuária) em áreas de cerrado na “Amazônia Legal” obriga essas áreas a preservar 80% da propriedade com florestas que em muitos casos nem existem, são áreas que acabaram se tornando ilegais e não terão acesso ao crédito rural.

    A exceção agora concedida para essas áreas põe a nu os limites do arranjo “Amazônia Legal”. Se essas áreas estão fora das florestas e não comprometem o sistema hídrico, deveriam ser retiradas da Amazônia Legal. Por que estabelecer a exceção? Não seria melhor redefinir os limites da “Amazônia Legal” e blindar as áreas florestadas?

    Outro paradigma que não se sustenta é o número dos tais 25 milhões de moradores da Amazônia Legal, com renda precária, sustentando a falsa idéia de que são moradores originais da floresta.

    A maioria dessa população não está na floresta, mas nos grandes centro urbanos. São pobres, tais como os de outras regiões metropolitanas que estão sendo atendidos pelos programas sociais.

    Uma outra parte está na floresta, porém urbanizados em cidades menores, em sua maioria formada por imigrantes que oriundos do garimpo ou da exploração florestal, ou dos programas de colonização. Só uma minoria formada por indígenas e populações tradicionais é da floresta.

    A grande questão que precisa ser melhor discutida, sem os emocionalismos alimentados pelos factóides, é se a floresta amazônica deve continuar a ser ocupada (com brasileiros não índios) ou se deve ser preservada, sem a ocupação humana, exceto pelos moradores originais.

    Se deve continuar a ser ocupada é preciso dar melhores condições de sobrevivência a essa população, sabendo que e a pressão sobre a floresta será inevitável. Se deve ser preservada não deve ser ocupada. E o processo deverá ser de reversão da imigração.

    O governo não pode querer resolver a questão Amazônia só com medidas de impacto ou factóides, mas sim estabelecer as regras do jogo que pretende jogar, e sobretudo garantir os recursos (sempre contingenciado) no orçamento. Sem dinheiro não há, de fato, nenhuma política para a Amazônia, só demagogia e propaganda.

    A Amazônia precisa de ordenamento territorial e fundiário, de fiscalização, financiamento para sua conservação e crescimento sustentável. Precisa expulsar o desmatador, o ocupante ilegal de terras, manter o 80% de floresta (o governo acabou de legalizar as terras desmatadas até 1.500 hectares!).

    Enfim, precisa da presença efetiva do estado de direito, sem o qual nada mudará.e

  49. Anonimo Says:

    Rafael,

    Quais foram os índios que cometeram o vandalismo? Ja que vc pode sair assim fazendo acusações, nao caberia também perguntar se não foram os próprios madeireiros que queimaram uma meia duzia de toras, pra criar um fato tbm (quem sabe eles aprenderam isso com o pessoal que queimou a madeira da balsa) e sair publicando no Impacto, o jornal de maior credibilidade no oeste do pará!? Ou melhor, se vai ter fiscalização, é bom que não tenham muitas provas por perto, não é mesmo?

    Outra coisa, não estava sabendo que o governo do estado tinha vendido terras naquela região, teve algum leilão público, como se deu essa negociação. Vc nem sabe do que fala, o maximo que aqueles madeireiros tem são permutas.

    Otra coisa, não e vocês que nao gostam de gringos, de ONGs, e agora vem com essa conversinha que o projeto exemplar da tal empres foi ate publicado num site inglês!!! Que maravilha contraditória hein!

  50. Anonimo Says:

    Maria Regina,
    Porque vc nao vai no ROTA, é lá que eles costumam divulgar factóides como esse que vc tenta fazer. Tudo mundo sabe que as vezes nem precisa pagar, é pela sacanagem mesmo…

  51. Marcio Says:

    Denúncia atinge ONGs

    O LIBERAL, Edição:ANO LIX – Nº 31.025 Belém, Terça, 17/05/2005

    Santarém (Agência Amazônia) - O Grupo de Trabalho da Amazônia (GTAM), um colegiado informal composto por integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e de órgãos de Inteligência das Forças Armadas e da Polícia Federal, elaborou um relatório secreto que acusa várias Organizações Não Governamentais (ONGs) de atuarem na Amazônia como fachada para os interesses de países ricos. O relatório, que veio à tona no início do mês, confirma o que vinha sendo denunciado por entidades ligadas ao setor produtivo e coloca em xeque a ação de poderosas ONGs que atuam na região.

    Segundo a assessoria de comunicação da Abin, o documento foi assinado pelo coordenador do GTAM e representante da Abin, Gélio Fregapani, e é consenso entre os integrantes do GTAM. Segundo o relatório, que veio à tona depois do conflito iniciado com a criação da reserva “Raposa Serra do Sol”, em Roraima, existem interesses estrangeiros sendo defendidos dentro da Amazônia brasileira pelas ONGs. Ainda de acordo com o documento, cerca de 115 ONGs atuam na Amazônia Ocidental sem que se saiba quais os reais interesses dessas entidades. O relatório revela que importantes ONGs internacionais agem pela internacionalização da Amazônia e aponta a participação de entidades brasileiras, algumas delas ligadas à Igreja Católica.

    O relatório do coronel Gélio Fregapani alerta para o perigo da atuação livre dessas organizações, que seriam fachadas para os interesses econômicos e geopolíticos de países ricos como os Estados Unidos e alguns da Europa. “Muitas vezes, a serviço de outras nações, as ONGs valorizam o mapeamento detalhado das riquezas minerais, o acesso aos recursos genéticos e aos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade da região, sem o devido controle governamental”, diz o documento, que depois de divulgado por alguns jornais, não foi contestado pela Abin.

    Jogo - O GTAM concluiu em viagem à Amazônia que existem fortes indicações de que os problemas ambientais e indigenistas são apenas pretextos e que as principais ONGs são, na realidade, “peças do grande jogo em que se empenham os países hegemônicos para manter e ampliar sua dominação. “As ONGs certamente servem de cobertura dos serviços secretos de países ricos”, diz um trecho do relatório.

    O documento confirma o que já vinha sendo denunciado há algum tempo por entidades ligadas ao setor produtivo na Amazônia: que as ONGs contribuíram para a criação de extensas terras indígenas, áreas de proteção ambiental e corredores ecológicos que, atualmente, “sem dúvida alguma, dificultam e inibem a presença do Estado e (aplicação) dos programas de políticas públicas para a região”.

    Documento mostra que as entidades são apoiadas por príncipe e banqueiro

    O GTAM denomina os movimentos ambientalistas de “Clube das Ilhas” e os classifica em três setores: um elabora as diretrizes gerais, outro planeja as operações e um terceiro, a chamada linha de frente, realiza a ação direta como uma “tropa de choque”. No topo da pirâmide de importância, segundo o relatório, estão a União Nacional para a Conservação da Natureza (UINC) e o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), orientado pelo príncipe Charles, do Reino Unido, e que teria entre seus dirigentes o banqueiro Joseph Safra. As informações do GTAM confirmam as denúncias feitas pelo Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), que edita várias publicações que acusam diversas ONGs de atuarem contra os interesses do Brasil.

    Um dos líderes do movimento no Brasil, o jornalista mexicano Lorenzo Carrasco, em entrevista a O LIBERAL, denunciou a existência de uma “guerra de quarta geração” na Amazônia, com o objetivo de tomar a região do Brasil. Lorenzo é o autor do livro “Máfia Verde”, que foi tirado das bancas por determinação judicial, depois que a WWF moveu ação contra a publicação. As denúncias de Lorenzo são confirmadas pelo relatório do GTAM.

    O GTAM denuncia que na área da reserva ianomâmi, bem ao lado da “Raposa Serra do Sol”, uma das ONGs com maior influência é a Survival International (SI), cujo roteiro de atuação foi criado pelo príncipe Philip, também do Reino Unido. A ONG internacional mais estruturada seria o grupo Greenpeace. As ações mais radicais seriam executadas pelo Greenpeace e Amigos da Terra, que já promoveram verdadeiras cruzadas contra obras de infra-estrutura e projetos de desenvolvimento na Amazônia. Segundo o MSIa, o objetivo das ONGs é dificultar o desenvolvimento econômico do Brasil e ao mesmo tempo passar a imagem que o país não tem capacidade de administrar a Amazônia, justificando a internacionalização.

    Ajuda - A Abin confirma ainda outra denúncia feita por entidades da região: que o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), da Igreja Católica, principal defensor da “autonomia e da autodeterminação dos indígenas”, teria recebido, entre 1992 e 1994, US$ 85 milhões da Fundação Nacional para a Democracia, dos Estados Unidos, mantida pelo governo e dirigida pelo Congresso norte-americano.

    Tudo indica que uma reunião secreta entre membros do GTAM e várias entidades em Santarém, no oeste paraense, tenha contribuído com as investigações que culminaram no polêmico relatório. A reunião aconteceu no dia 6 de fevereiro, quando manifestantes tentaram bloquear o rio Amazonas em protesto contra a paralisação do setor madeireiro na região. No mesmo dia, representantes das Forças Armadas se reuniram secretamente com várias entidades, entre elas as Associações Empresarial de Santarém (Ases) e das Industrias Madeireiras de Santarém (Asimas). As entidades denunciaram que a ação das ONGs estava paralisando a economia regional.

    Coronel denuncia que organizações querem barrar o desenvolvimento

    O coronel Gélio Fregapani já afirmou, publicamente, que o interesse de boa parte das ONGs que atuam na Amazônia é barrar o desenvolvimento do Brasil. Gélio Fregapani é o mentor da Doutrina Brasileira de Guerra na Selva e já esteve em quase todos os locais habitados e desabitados da Amazônia. Segundo o coronel, a Amazônia será ocupada por nós ou por outros e apesar de o Brasil ter legitimamente a posse, essa legitimidade não nos garante o futuro, segundo ele. “Se nós não ocuparmos a Amazônia, alguém a ocupará.. Se nós não a utilizarmos, alguém vai utilizá-la. Portanto a questão é: devemos ocupá-la ou não? Nós somos brasileiros, então devemos ocupá-la”, defende.

    Gélio Fregapani diz que haverá pressões e que outros tentarão ocupar a Amazônia. “Sabemos que se nós não a ocuparmos, certamente teremos uma guerra pela ocupação”, alerta o coronel. Ele afirma que a necessidade de ocupação da Amazônia é um fato e a melhor forma é deixar prosseguir a fronteira agrícola. “E quanto mais perto das serras que separam o Brasil dos países ao Norte, melhor”, diz. Para o coronel, é nítido o desejo dos povos desenvolvidos tomarem conta das serras que separam o Brasil da Venezuela e da Guiana, por dois motivos: para evitar que o Brasil concorra com seus mercados e como reserva futura de matéria-prima.

    Interesses – Fregapani denuncia que há três países especialmente interessados na Amazônia: os Estados Unidos, a Inglaterra e a Holanda. Eles teriam coadjuvantes: França, Alemanha e outros. “Mas o interesse dos Estados Unidos é mais profundo. Se nós explorarmos o ouro abundante da Amazônia, vai cair o preço do ouro, e isso vai diminuir o valor das reservas dos Estados Unidos, onde está certamente a maior parte do ouro governamental do mundo”, argumenta o militar. Segundo ele, isso seria um baque para os Estados Unidos, talvez pior do que perderem o petróleo da Arábia Saudita. “A grita ambientalista atende principalmente aos Estados Unidos, para cortar a exploração do ouro, e também para não atrapalhar seu mercado de soja”, denuncia.

    Outro interessado, segundo Fregapani, é a Inglaterra, que tem especial interesse pelo estanho, mercado que sempre dominou. “Uma só jazida de estanho na Amazônia, do Pitinga, quebrou o cartel do mineral, fazendo despencar o preço de US$ 15 mil a tonelada para menos de US$ 3 mil. Agora está em US$ 7,5 mil, mas não voltou aos US$ 15 mil por causa de uma única jazida”, explica. O coronel reconhece que há ambientalistas sinceros, mas que, segundo ele, “acreditam nessas falácias, nessas mentiras, ostensivas, como a de que a Amazônia é o ‘pulmão do mundo’ e que os pólos estão derretendo por causa disso e por causa daquilo. Os pólos estão derretendo porque ciclicamente derretem e se alguma coisa influi nisso são os países industrializados”.

    Sobre os pontos específicos de interesse estrangeiro na Amazônia, Fregapani diz que entre eles está as serras que separam o Brasil da Venezuela e da Guiana. “Lá é que estão as principais jazidas e minerais do mundo. É lá que eles forçam para a criação de nações indígenas e, quem sabe, vão forçar depois a separação dessas nações indígenas do Brasil”, denuncia. Um segundo ponto, segundo ele, é a orla da floresta, essa transição da floresta para o cerrado, perfeitamente apta à agricultura. Isso entraria em choque com os interesses dos Estados Unidos.

    Retirado do site CMI Brasil

  52. Anonimo Says:

    Marcio,
    Essa balela já foi desmarcada faz tempo, já foi feito até CPI sobre o assunto que concluiu que as informações são todas falsas.
    Essa notícia vai e volta sempre que um tema coloca em jogo debates entre ONgs, Movimentos Ambientalistas, Setores progressistas da Ingreja Católica contra setores mais conservadores e de pensamento atrasado da sociedade brasileira.

    De vez em quando um iluminado (normalmente a turma do agronegócio, da exploração madeireira) volta a copiar esse tipo de mensagem.

    Sobre isso, o CIMI - Conselho Indigenista Missionário, atacado nessas reportagens já respondeu:

    Nota pública do CIMI
    17/5/2005

    Conselho Indigenista Missionário (CIMI) divulga nota pública sobre matéria publicada pelo jornal O Estado de São Paulo

    Cimi processa o jornal O Estado de S.Paulo

    No dia 8 de maio, o jornal O Estado de S. Paulo publicou matérias com os títulos “Uma crise no horizonte de Roraima” e “ONGs são fachadas para países ricos, diz relatório”, nas quais acusa ONGs e a Funai de estarem a serviço de “grupos e países interessados nas riquezas minerais das reservas indígenas localizadas na fronteira norte do pais”. Segundo o jornal, a demarcação das terras indígenas seria parte de uma estratégia de dominação dos “paises hegemônicos”.
    As matérias teriam sido baseadas em um relatório secreto, produzido pelo coronel Gelio Augusto Barbosa Fregapani, chefe do Grupo de Trabalho da Amazônia (GTAM), lotado na Agência Brasileira de Informação (Abin), em Brasília.
    No final da segunda matéria, o jornal, sempre se baseando no relatório da Abin, afirma que o Cimi “teria recebido, entre 1992 e 1994, US$ 85 milhões da Fundação Nacional para a Democracia, dos Estados Unidos, mantida pelo governo e dirigida pelo Congresso americano”.
    O Cimi vem a público informar que está tomando as providências legais cabíveis para responsabilizar judicialmente o jornal O Estado de S. Paulo pelas acusações publicadas, e a União, pelas inverdades que, segundo o jornal, constam no relatório da Abin.
    Além de acusar o Cimi - e outras organizações não-governamentais – sem comprovações sobre o que foi publicado, o jornal desrespeita um dos princípios básicos do jornalismo, pois em nenhum momento ouviu as entidades que cita.
    As acusações e falsidades arroladas na matéria são velhas conhecidas do Cimi, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e dos indigenistas brasileiros. Durante o processo Constituinte, em 1987, as mesmas acusações foram publicadas pelo jornal O Estado de S.Paulo, em “reportagens” sobre a suposta atuação de missões religiosas como fachada de interesses de mineradoras estrangeiras. Após seis dias publicando matérias que acusavam diretamente o Cimi, o jornal O Estado de S. Paulo foi obrigado a publicar o direito de resposta da entidade. A repercussão das denúncias terminou por instaurar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) cujo relator, Senador Ronan Tito, comprovou a falsidade das acusações.
    As acusações repetiram-se após a homologação do Território Yanomâmi, no mesmo estado de Roraima, nos anos 90, e periodicamente voltavam a ocupar páginas da mídia e os discursos de parlamentares anti-indígenas no Congresso Nacional, sob a forma de “denúncia” da “internacionalização da Amazônia”.
    As “análises”,”relatórios” e ”reportagens” produzidos de tempos em tempos com as mesmas acusações beberam sempre da mesma fonte: textos de um senhor chamado Lorenzo Carrasco, no livro “A Máfia Verde”, e de Lyndon La Rouche, que chegam a acusar a Coroa Britânica de estar por trás, como estrategista e financiadora, dos movimentos indigenista e ambientalista. Ambos autores são conhecidos no meio político internacional por suas posições de extrema-direita e, inclusive, de cunho fascista.
    Estas mesmas acusações foram feitas pelos políticos anti-indígenas de Roraima e pelos invasores da terra indígena Raposa Serra do Sol, em especial pelo prefeito de Pacaraima, Paulo César Quartieiro que, com tratores e jagunços armados, atacou malocas indígenas em novembro de 2004 e deixou, além de casas e objetos dos índios destroçados, suásticas pintadas no local.
    Fecha-se o ciclo: textos de obscuros autores anti-indígenas alimentam a atitude violenta de invasores de territórios; com estes, inspiram relatórios de “inteligência militar” e estes a jornais conservadores, como é o caso de O Estado de S. Paulo. E este jornal vem “noticiar” uma iminente “crise de fundo entre o governo Luis Inácio Lula da Silva e as Forças Armadas”.
    Talvez, mais do que uma notícia forjada, a “reportagem” seja um desejo manifesto de um órgão informativo ligado ao latifúndio e aos setores mais atrasados da sociedade brasileira. É de lamentar que um organismo de Estado como a Abin participe de tal farsa, afinal, contra o próprio governo do qual faz parte.
    Ao atacar, de forma irresponsável, o Cimi e os demais aliados da causa indígena, os funcionários da Abin e o jornal O Estado de S. Paulo têm como objetivo maior, mais uma vez, colocar sob suspeita os povos indígenas e violentar seus direitos constitucionais.
    Conclamamos os setores esclarecidos e democráticos da sociedade brasileira a juntar forças e impedir que o obscurantismo, a intolerância e a manipulação grosseira da informação continuem vicejando nos meios de comunicação e em organismos estatais, pois o direito à liberdade e à verdade foram conquistados com muito sofrimento, luta e determinação pelo povo brasileiro.

    Brasília, 16 de maio de 2005

    Cimi – Conselho Indigenista Missionário
    http://www.cimi.org.br

  53. Anonimo Says:

    São Paulo (SP), Brasil —
    O jornal O Estado de São Paulo publicou, no último domingo (08/05), reportagem “ONGs são fachada para países ricos, diz relatório” sobre a atuação de ONGs na Amazônia. A matéria, baseada em um relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), reproduziu acusações a diversas entidades, incluindo o Greenpeace, sem ouvir todos os lados da questão. Veja aqui a resposta do Greenpeace ao jornal:

    São Paulo, 09 de maio de 2005

    Ao
    Jornal O Estado de S.Paulo
    Sandro Vaia

    Falta inteligência na Agência

    Senhor Editor:

    Foi com extrema surpresa que lemos a reportagem publicada pelo O Estado de S. Paulo no último domingo, dia 8 de maio, a respeito de relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre a atuação das ONGs na Amazônia, mencionando, entre outras entidades, o Greenpeace. Em primeiro lugar, porque o jornal não cumpriu sua missão básica, que é a de ouvir todos os lados da questão. Publicou acusação às organizações sem lhes dar o direito de se manifestar.

    Além disso, divulgou dados de um relatório que teria sido escrito por um coronel da Abin sem uma apuração responsável. O jornal poderia ter prestado um serviço aos seus leitores se verificasse a semelhança entre os argumentos do relatório da Abin e os do livro “A Máfia Verde”, escrito pelo mexicano Lorenzo Carrasco e publicado por um certo Movimento de Solidariedade Ibero-Americana (MSIA), também responsável por um documento contra o Greenpeace que há muito circula na Internet. Criado nos Estados Unidos por um cidadão de extrema direita, Lyndon LaRouche, o MSIA tem representações no Brasil, México, Peru, Colômbia, Venezuela e República Dominicana.

    A matéria do O Estado de S. Paulo diz que a Abin “chama os movimentos ambientalistas de ‘Clube da Ilhas’ e utiliza a expressão ‘tropa de choque’ para definir algumas dessas entidades, que seriam peças de ‘um grande jogo’ de dominação global a cargo ´dos países hegemônicos´”. As expressões e a lógica não são da Abin - são do MSIA, responsável pelo livro de Carrasco e pelo documento “Greenpeace, tropa de choque do governo mundial”, de fevereiro de 2000.

    O documento é uma peça delirante que pretende convencer os leitores de que existe uma conspiração mundial liderada por um certo Clube das Ilhas para acabar com a democracia e instaurar uma monarquia global dirigida pelas coroas da Inglaterra e Holanda. Fariam parte desse movimento, entre outros, órgãos da ONU nos quais o Brasil tem assento como a Unesco, as fundações Ford, Rockefeller e Jacques Cousteau, o Clube de Roma, multinacionais do petróleo como a Shell e até entidades de direitos humanos como a Anistia Internacional. O movimento ambientalista e os defensores dos povos indígenas nada mais seriam que peças dessa conspiração inacreditável.

    O Estado de S. Paulo prestaria um serviço a seus leitores se investigasse os interesses presentes nesse tipo de acusação; as ligações, se houver, do MSIA com a Abin; e porque um de seus agentes adotou as “informações” do MSIA sem questioná-las. Nos parece inacreditável que o serviço de inteligência criado para embasar decisões da Presidência da República e financiado pelos contribuintes adote argumentos conspiratórios alheios sem qualquer investigação aprofundada. Se isso aconteceu, faltou inteligência na Agência.

    Políticas públicas

    Nos próximos dias, o governo federal deverá divulgar os mais recentes dados referentes ao desmatamento na Amazônia. Acreditamos que, na ocasião, esse prestigiado periódico deverá dar a devida atenção à questão, crucial para o país. Com a perda da cobertura vegetal da floresta amazônica, o país desperdiça valiosos recursos em biodiversidade, além de propagar um modelo de políticas públicas e desenvolvimento que perpetua a miséria e os problemas sociais.

    Com relação à questão do desmatamento propriamente dito, destaca-se o seguinte trecho da reportagem: “De acordo com o documento, as ONGs contribuíram para a criação de extensas terras indígenas, áreas de proteção ambiental e corredores ecológicos que, atualmente, ’sem dúvida alguma, dificultam e inibem a presença do Estado e (aplicação) dos programas de políticas públicas para a região´.

    Ora, consideramos que a criação de áreas protegidas é, sim, uma política pública para a Amazônia. Trata-se de uma forma comprovadamente eficiente de se enfrentar o problema do desmatamento, mencionado acima, o qual parece ser uma preocupação de O Estado de S. Paulo. É uma das poucas faces do Estado na Amazônia, onde ele se encontra frequentemente ausente. Como este jornal tem noticiado sempre, a Amazônia é região onde impera a violência, a grilagem de terras e o abandono, todos decorrentes dessa ausência das autoridades e instituições públicas. O Greenpeace tem, com frequência, dirigido-se ao Governo Federal pedindo que instituições como o Ibama, o Incra e a

    Polícia Federal estejam mais presentes na região, para que se faça cumprir o Estado de Direito, evitando crimes hediondos como o assassinato da missionária Dorothy Stang, ocorrido no dia 11 de fevereiro. É fundamental uma maior presença do Estado na Amazônia.

    Consideramos a criação de áreas protegidas uma política pública visando poupar recursos valiosos para o futuro do Brasil. As áreas de uso sustentável, por sua vez, podem aliar a conservação com a melhoria das condições de vida dos habitantes da floresta, ao conferir às populações locais uma garantia contra a sua expulsão por grileiros, madeireiros e fazendeiros, com a adoção de um modelo alternativo de desenvolvimento. A proteção das florestas favorece o país nas negociações internacionais, onde figura como expressivo emissor de gases do efeito estufa, apenas devido às queimadas.

    Por último, gostaríamos de salientar que o Greenpeace está aberto a qualquer questionamento das autoridades nacionais, inclusive da Abin, e da sociedade brasileira. E que, em qualquer momento, estamos dispostos a receber autoridades da agência, bem como deste jornal, para conhecerem nossas atividades em defesa do meio ambiente e da Amazônia.

    Atenciosamente,

    Frank Gugenheim
    Diretor Executivo
    Greenpeace Brasil

  54. Anonimo Says:

    O que sabemos desse tal relatório da Abin:

    - Que ele nunca existiu, porque se fosse secreto, porque um Jornal teria acesso e poderia ter publicado? A ABIn é paga pelo estado para ajudar o governo brasileiro a tomar decisões estratégicas e secretas. Se a ABIN estiver funcionando assim, estamos fritos! Asssim, a única coisa que existiu é que um certo coronel lotado na Abin, reacionário e de extrema-direita (para não usar outros adjetivos) usou os mesmos arguntos do tal Lourezo e saiu rfepercutindo a mesma tese na imprensa brasileira.

    - Que o tal Livro Máfica Verde, escrito pelo mexicano Lorenzo Carrasco e publicado por um tal Movimento de Solidariedadem Ibero-Americana (MSIA), este sim tem sede nos Estados Unidos, e lá representa os interesses escusos de grupos reacionários. Se vale propagar teses conspiratórias, porque não perguntar se essa perseguição contra as ONGs não seria uma estrategia para fazer valer os interesses de empresas como a Cargil, que se inslou desrespeitando as leis do pais e foi finalmente condenada a fazer os estudos de impacto ambiental que nunca quiz fazer por arrogância de uma empresa estrangeira?

    Bom, sabemos que existem ONGs tbm com interesses escusos ou picaretas, assim como existem empresas boas e ruins, assim como políticos corruptos. Mas generalizar, é sempre um jeito de justificar o vazio de conteúdo sobre o que falar.

    Agora, cair nesse papo furado de conspiração não dá. Mas se quizerem continuar acreditando nisso, porque claramente lhe convém, então olhem essa nova notícia:

    O príncipe charles veio a santarém financiar ONGs para barrar o desenvolvimento da região

    Em sua visita a Santarém, o Principe Charles assinou acordos de bilhões de dólaes para financiar a ação de ONGs que são contra o desenvolvimento regional. Entre os planos, um jornalista que conseguiu barrar a segurança do serviço secreto britanico e estava no mesmo barco que Charles viajou até uma comunidade, descobriu que um dos interesses do Principe era que as ONGs comprassem moradores das comunidades do Rio Arapiuns para prejudicar o trabalho de madeireiras sérias que atuam no rio Arapiuns.

    Segundo o mesmo Jornaista, do ROTA e do Impacto, o princípe ataria armando para manter uma area de floresta onde ele pretende passar sua própria temporada de férias, caçando paca.

    Rsrsrs

    Vai nessaa… ridículo hein!

  55. Marcio Says:

    Anonimo.. ridículo é a sua voraz defesa dessas ONGs gringas que TODO MUNDO de santarém conhece o “trabalho” deles.. Vc pode enganar alguém de fora, mas não engano o povo daqui.

  56. Rafael Says:

    Incêndio

    A gleba Nova Olinda, no oeste do Pará, continua sendo palco de atos de vandalismo. Na madrugada de ontem, ocorreu mais um incêndio criminoso que atingiu cargas de uma empresa florestal ligada à Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Pará, e que possui projetos de manejo na área. Por volta das três da madrugada, quando os funcionários dormiam, o fogo começou em uma pilha de toras estocada no porto da empresa.

    Vigilância

    Apesar de o prejuízo ter sido de apenas sete toras de madeira, a empresa se queixa de que a paz, que sempre reinou na região, parece estar com seus dias contados. Agora, é preciso vigiar noite e dia para evitar novos ataques. Além disso, o reforço policial, solicitado há duas semanas pelo Ministério Público, ainda não chegou à área.

    Fonte: O liberal. 03 de Dezembro de 2009.

    _______________

  57. Rafael Says:

    DIARIO DO PARÁ
    06 DE DEZEMBRO DE 2009

    Funai quer criar área onde não há povos indígenas
    Uma certidão expedida em 25 de novembro de 1999 pela Administração Regional da Funai em Belém atestava que as áreas denominadas glebas “Nova Olinda” e “Mamuru”, situadas em terras dos municípios de Santarém, Juruti e Aveiro, não incidiam sobre terras indígenas. A certidão, expedida por solicitação do Instituto de Terras do Pará (Iterpa) e assinada pelo então administrador regional da Funai, Frederico de Miranda Oliveira, se baseou em análise feita pela divisão Fundiária da própria Fundação sobre plantas e memoriais descritivos dos terrenos que abrangiam os dois imóveis.

    Uma década depois, a mesma Funai traz à luz uma informação surpreendente. Em meio à tensão gerada pela apreensão de duas balsas carregadas de madeira no rio Arapiuns, nos limites da Gleba Nova Olinda, a Funai informou ao Ministério Público Federal que até dezembro estaria concluído “o processo de identificação e delimitação da TI (terra indígena) Maró, na Gleba Nova Olinda”. Ou seja, a Funai pretende criar uma área indígena onde dez anos atrás não havia a presença de índios, segundo informação passada na época em caráter oficial pela mesma Funai ao governo do Estado.

    Para Inácio Régis, pesquisador ambiental e pós-graduando em mudanças climáticas pela Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, não é difícil entender o que está acontecendo. “A Funai pretende criar uma terra indígena onde ela dizia não haver índios para abrigar uma etnia sabidamente extinta e reconhecer um povo indígena artificialmente criado pelas ONGs, pela CPT (Comissão Pastoral da Terra) e pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém. É uma vergonha, para dizer o mínimo”, diz o pesquisador.

    Os problemas recentes na Gleba Nova Olinda, que culminaram com o incêndio provocado de três mil metros cúbicos de madeira, tiveram início no dia 12 de outubro, quando, tendo à frente o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém, um pequeno grupo de moradores da área decidiu paralisar as atividades de extração de madeira. Na Gleba Nova Olinda existem ao todo 14 comunidades, totalizando cerca de 400 famílias. A maioria – 11 comunidades – está de acordo com a operação dos projetos de manejo florestal, implantados na área com autorização da Secretaria de Meio Ambiente, e com o trabalho de legalização fundiária que vem sendo conduzido pelo Iterpa.

    Três pequenas comunidades, porém, abrangendo em torno de vinte famílias, pelo que se diz com orientação do Greenpeace e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, se uniram para impedir o funcionamento dos projetos de manejo. Para engrossar seus quadros, foram arregimentar apoios junto a comunidades localizadas fora da Gleba Nova Olinda. O passo seguinte foi buscar referência a hipotéticas comunidades indígenas em área onde, segundo a Funai, não existiam índios. O que está em curso, portanto, na avaliação do pesquisador Inácio Régis, é uma farsa sob a forma de um processo de mutação genética induzida.

    Elevado à condição de cacique de uma suposta tribo Borari – tribo inexistente, segundo diz hoje o pesquisador da Universidade Gama Filho e como dizia há dez anos a Funai –, o colono Odair José Sousa Alves, que passou a denominar-se Odair José Borari, assumiu com pose guerreira o status de liderança indígena. Influenciado pelo Frei Florêncio, da CPT, pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais e pelo Greenpeace, ele passou a fazer reuniões nas comunidades da gleba para convencer os moradores locais a se declararem índios e, assim, requererem toda a área da Nova Olinda como área indígena.

    Quem diz isso já não é nem Inácio Régis nem a Funai, mas um tio de Odair José, Basílio Matos dos Santos. O depoimento de Basílio é sugestivo. “Como acreditar neles (a CPT e as ONGs) se o que pediam é que a gente mentisse dizendo que era índio? Eu sou tio do Odair e ajudei a criar esse menino desde que o pai dele morreu, aos 25 anos. O bisavô dele era riograndense. O meu pai, avô de Odair, morava em Belém, e nós nunca tivemos índio na família. Aqui no Maró a gente se conhece uns aos outros e nunca teve índio nessa gleba. Como concordar com uma mentira dessas?”

    Gleba Nova Olinda: madeira destruída era de origem legal:
    O tio de Odair pode não concordar com o que entende ser uma mentira (não só ele, diga-se), mas contrariando esse ponto de vista há setores que concordam. A Funai, por exemplo, passou a concordar, retificando uma informação oficial dada por ela própria dez anos antes. O Ministério Público Federal também parece acreditar, tanto que cobrou providências da Funai e assistiu impassível, durante um mês, a uma ação ilegal dos manifestantes que, desde o dia 12 de outubro, mantiveram retidas duas balsas e todo o carregamento de madeira que elas transportavam, cerca de três mil metros cúbicos.

    O MPF em Santarém se manteve imperturbável mesmo quando, no dia 10 de novembro, os manifestantes, em clara afronta às leis e em total desrespeito à Justiça, atearam fogo em toda a madeira apreendida sobre as balsas. Na mesma data, convém ressaltar, o juiz Cosme Ferreira Neto, da 5ª Vara Cível de Santarém, havia expedido liminar determinando a liberação das balsas e a imediata desobstrução do rio Arapiuns à navegação. Entre o cumprimento da decisão judicial e a radicalização do movimento de resistência, os manifestantes optaram pela segunda alternativa, mais desafiadora e violenta.

    A liminar foi concedida pelo magistrado em despacho de ação interposta no dia 2 de novembro por quatro empresas que operam com projetos de manejo na Gleba Nova Olinda, todos com titulação expedida pelo Iterpa e autorização expressa da Secretaria de Meio Ambiente do Estado. Ao optar pelo incêndio que destruiu todo o carregamento de madeira, segundo avaliação de técnicos que acompanham o caso, os manifestantes se livraram também do vexame de terem que admitir a farsa, já que o discurso deles, desde o início, era de que a madeira teria sido retirada ilegalmente.

    Porém, a Sema e o Ideflor já haviam vistoriado a carga e atestado a origem legal da madeira, coisa que qualquer nova inspeção facilmente comprovaria. Assim sendo, eles não teriam como justificar a retenção das balsas e, muito menos, a queima da madeira, um ato criminoso sobre o qual não houve até agora qualquer manifestação do aparelho estadual de segurança e muito menos dos órgãos que atuam (ou deveriam atuar) em defesa da lei.

    Sema, Ideflor e MPs iniciam operações na gleba esta semana:
    Os Ministérios Públicos Estadual e Federal, a Secretaria de Meio Ambiente e o Ideflor (Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará), entre outras instituições, vão fazer, a partir de 9 de dezembro, operações de fiscalização em onze projetos de manejo implantados na área da gleba Nova Olinda, no município de Santarém. O objetivo é averiguar a legalidade da exploração madeireira em curso na região, que é questionada por algumas comunidades locais. Os processos relativos aos planos de manejo serão também enviados ao Ibama para análise de conteúdo.

    A decisão foi tomada em audiência pública convocada pelo Ministério Público do Estado e realizada em Santarém no último dia 23. O termo de audiência ministerial, elaborado pelo MPE, faz referência, entre os órgãos e instituições presentes, além dele próprio, ao MPF, Ideflor, Sema, Ibama, movimento indígena (tribo Borari), Batalhão de Polícia Ambiental e CPT (Comissão Pastoral da Terra). Estranhamente, o documento ignorou a presença de dirigentes da Aimex, a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Estado do Pará, e também das empresas estabelecidas na região.

    O diretor técnico da Aimex, Guilherme Carvalho, declarou que o objetivo da Associação, e das indústrias que ela representa, é assegurar o máximo de transparência nas discussões e possível solução do impasse criado na Gleba Nova Olinda por um pequeno grupo comunitário local. Disse Guilherme Carvalho que, como há a alegação de que a madeira não viria dos planos de manejo, a Aimex propôs a criação de uma comissão composta por representante de cada segmento para vistoriar os projetos.

    Essa comissão deverá também, conforme frisou, travar conhecimento direto com as comunidades que residem na área, para assim comprovar que há divergências entre elas. “Das comunidades existentes na gleba, somente três querem ser reconhecidas como índios ressurgidos”, acrescentou. O diretor técnico da Aimex garantiu ainda ter levado ao conhecimento das autoridades as ameaças feitas repetidamente pelos manifestantes de que iriam recorrer novamente à violência para impedir o transporte de balsas pelo rio Arapiuns.

    No dia 10 de novembro, eles incendiaram duas balsas, que haviam apreendido quase um mês antes (no dia 12 de outubro), destruindo completamente três mil metros cúbicos de madeira. Até hoje ninguém foi responsabilizado pelo grave incidente. Pelo contrário: os líderes da manifestação, principais responsáveis pela destruição de bens pertencentes a terceiros, não somente permanecem em liberdade como são tratados com toda deferência pelos dirigentes de órgãos estatais.

    Com a certeza da impunidade, continuam espalhando ameaças e criando na região um clima de pânico. “Nós nos sentimentos todos inseguros e desamparados pelo poder público”, afirma Fernanda Belusso, diretora da Rondobel Madeiras, uma das empresas estabelecidas com projeto de manejo na Gleba Nova Olinda.
    Fonte:(Diário do Pará)

    PS: desculpa se o Liberal e o Diário do Pará tb são jornais como o Impacto, que como alguns afirmam são “comprados”. Pelo jeito toda a imprensa é comprada qd fala o que certas pessoas não querem ouvir. Típico comportamento de radicais comunistas, vcs devem ser a favor da censura e liberdade da imprensa, pq daí só falam o que vcs querem.
    Qt ao fato de ter sido esses “índios” que atearam fogo em madeira legal (e mesmo que fosse ilegal eles não poderiam ter feito isso), isso já está sendo apurado pela Justiça, atráves de inquéritos policiais onde está sendo investigado esses crimes.

  58. Renata Says:

    Nossa, não sou do Pará, moro no Sul do Brasil e fiquei perplexa ao ler a Revista Época da semana passada falando de pessoas que se dizem índios e cometem barbaridades, crimes mesmo e ninguém faz nada.
    Então resolvi entrar na internet para ver essa situaçao e vejo que isso acontece em diversos lugares do Brasil
    Quero manifestar aqui meu protesto contra essa insegurança jurídica que estamos vivendo, onde qq tipo de grupo que se diz movimento social pode fazer de tudo, a exemplo do MST, e o Governo nada faz. Onde está a Justiça? Mesmo se eles fossem índios, a maneira de lutar pelos seus direitos é respeitando o direito do outro, a integridade do outro e as leis do País.
    Como é que a Funai emite uma certidão há dez anos atrás afirmando que certa área não é indígena e que não há índios lá e depois falam o contrário? Surgiram índios de uma hora pra outra? E o dreito de propriedade do outro? E a segurança jurídica onde ficam??? Esse país tá de cabeça pra baixo, é vergonhoso ver como o Brasil está regredindo mais e mais a cada dia. E é triste ver como certas pessoas se negam ver a verdade.
    Deixo aqui meu protesto contra MST, CPT, ONGs que não trabalham honestamente, falsos índios, empresários que trabalham fora da lei.
    Deixo aqui meu apoio aos que trabalham com seriedade e honestidade, empregando pessoas e gerando renda para o Estado.
    Meu protesto contra os Governos que não empregam essa renda em prol dos necessitados.
    Meu protesto contra a esquerda radical que quer ver esse país dominado por comunistas e acabar com o direito de propriedade alheia, que apoiam indiscriminadamente qq ato de vandalismo em prol de uma jusitça ridícula que eles pregam

  59. anonimo Says:

    kkkkkkkkkkk
    que índio o que??? ïndio que é índio não age assim, cometendo crimes por aí e ameaçando as pessoas!
    São índios iguais aquele que saiu na revista época: de araque, de mentira.
    E qt aos comentários de algumas pessoas aqui: por favor , se mandem para CUBA, bando de radicais marxistas, doidos!

  60. Rita Says:

    Só quero dizer que os donos da Rondobel são pessoas honestissímas e trabalhadoras e isso veio de berço. Meu apoio a Rondobel e propríetários. O resto é resto.

  61. Anonimo Says:

    Márcio,
    É só isso que você a dizer sobre minha contestação? Não poderia pelo menos fazer um esforço de raciocínio melhor pra ver se sai alguma coisa de sua própria autoria e não copia de textos do tipo spam da internet?

  62. Arapiuns Says:

    Rafael,

    Boa parte da imprensa no nosso país, faz parte ou tenta montar um quarto poder, aquilo que muitos especialistas, chamam de PIG – Partido da Imprensa Golpista. Esse grupo, acha que ainda pode fazer do Brasil um país onde se elege governanantes ou onde se defende interesses de seus patrões, através da manipulação da opinião pública. Para nossa sorte, o Brasil vem melhorando, e essa turma já não tem tanta força assim.

    Mas apenas para refrescar sua memória aqui em nosso estado:
    Diário do Pará = propriedade de Jader Barbalho, um dos políticos mais corruptos do Pará.
    O Liberal = panfleto da família Maiorana, que também querem ser os donos de Belém e do Pará e brigam como o Jader para ver que manda mais.

    Portanto rapaz, o fato de você perfilar uma série de matérias, algumas deles requentadas, não vai mudar em nada a realiade.

    Mais mesmo se isso não bastasse, vamos analisar o discurso das matérias.

    “Funai quer criar área onde não há povos indígenas”. Títulos como esses já foram vistos em muitos lugares do Brasil e são bastante recorrentes quando a questão é defender os grupos do agronegócio, da madeira, grileiros e outros tipos de baditismo disfaçado de empresa, em detrimento de grupos minoritários, que querem viver em paz em seus territórios, como os índios. Foi assim que ocorreu, por exemplo, com a área da Reserva Rapousa Serra do Sol. Bringaram, brigram, difaaram os índios, dizem que eles não eram mais índios porque andavam de carro 4 x4 e botas no pé, e deu no que deu. Está lá a reserva criada, porque felizmente no Brasil, o PIG não dá as castas tanto assim.

    Para o seu conhecimento, a Funai não pode criar área indigenas onde não há índios, pois isso só é feito a partir de estudos antropológicos sérios.

    A matéria diz que “Uma certidão expedida em 25 de novembro de 1999 pela Administração Regional da Funai em Belém atestava que as áreas denominadas glebas “Nova Olinda” e “Mamuru”, situadas em terras dos municípios de Santarém, Juruti e Aveiro, não incidiam sobre terras indígenas”. Mas é claro, é uma constatação obvia. Nessa época nenhuma comunidades indígena tinha se organizado para reinvindicar seus direitos. E de fato nenhuma área indégena tinha sido criada.

    Sobre a opinião do nobre pesquisador Inácio Régis, me recuso a comentar. Ele já é motivo de piada nas discussões sobre o assunto.

    Sobre os radicais comunistas, se existissem já teriam tomados atitudes bem mais radicais do que essas que foram tomadas. Você já ouvia falar do Muro de Berlim? É melhor você reler livros de história ou socialogia do que ficar lendo jornalecos que alimentam sua visão míope da realidade.

  63. anonimo Says:

    Prezado Arapiuns,
    visão míope tem vc. Então se o Impacto, Diário do Pará, Revista Época e todos mais não são dignos de credibilidade o que teria crédito para vc???
    Acho que nada que vá contra sua opinião, não é mesmo??
    Se vc não considera os crimes que estes manifestantes tem feito como radical, realmente não sei o que seria radical pra vc, pq para mim e para muita gente, inclusive pra a Justiça, é radical sim e crime.
    Qt ao fato de eu ler um pouco mais, por favor, né? Acho que vc é quem está precisando ler um pouco mais, quem sabe algumas jurisprudências a respeito do caso Raposa Serra do Sol e outros mais nesse país, no qual o STF e STJ tem repudiado ações como esta desses pseudo-índios.
    Outra coisa, meu caro, o direito de se dizer indígena requer provas, e não se criam índios da noite para o dia, isso há de ser provado. Outra coisa, os estudos antropológicos são tidos na esfera administrativa, nada que a esfera jurídica não possa reavaliar e declarar inválido, nulo.
    Portanto, o que estes supostos índios estão fazendo contraria a lei e deverão responder por isso.
    A exemplo do MST, estao fazendo baderna na região, só que dessa vez não irão lograr êxito, pois não tudo está muito bem amarrado, tudo dentro das normas. Dia 09 haverá uma fiscalização na área, com PF, MPF, MPE, IBAMA, SEMA> Vou adorar saber que a legalidade dos projetos de manejo da região foram provados e atestados por autoridades de todos os escalões. E o melhor, vou adorar ver esses vândalos responderem pelos vandalismos que cometeram.
    Bem, minhas informações aqui prestadas não são para o Sr. ou Sra.Arapiuns que não aceita nada que venha contra o que ele diz, são para os demais leitores do site, para que possam ler os dois lados da moeda, isso é democracia.
    Ah, qt ao fato do pesquisador Inácio ser piada, não sei te dizer. Mas sei que atitudes desses ”índios”’isso sim é piada, com cocar e tudo mais, tipo aquele que apareceu na revista época, na Bahia.
    Mas piada ainda virou retardatários comunistas em pleno século XXI.

  64. Marcela Says:

    Arapiuns!!!!
    Índio fazer baraulho! uiuiuiuiu! ïndio querer terra! Spi índiooooo!!
    Que índio o que???? quer dizer que virou índio nos últimos dez anos, é???
    Quer dizer quem imprensa nenhuma presta!!!!??? kkkkkkk
    e o que é que presta enão???? Ahhhh, só o que o Arapiuns quer ouvir!
    Deve ser integrante do MST, CPT, ou quem sabe é “índio”tb!! Virou índio qd???
    kkkkkkkkk

  65. Marcelo Says:

    Ah, meu nome é Marcelooo, escrevi errado!

  66. Pedro Luís Says:

    MST, CPT e pessoas que se declaram índios se dizem defensores de uma luta de classes e de uma revolução social que na verdade elimina o Estado de Direito, a Democracia Representativa e a Propriedade Privada, direito constitucionalmente garantido. Freqüentemente se identificam com Hugo Chavez, Fidel Castro e Che Guevara, mas também com a revolução russa de 1917 e com o comunismo chinês de Mao Tse-Dong. Eles não querem somente uma agricultura capitalista “mais produtiva”, mas sim o socialismo. O objetivo é ‘coletivizar’ todas as propriedades privadas, com sua luta travada contra os proprietários de terras, que pagaram por aquilo que tem. Para alcançar tal objetivo, eles se dizem índios, sem-terra, etc e tratam empresários e donos de terra como criminosos e se julgam injustiçados, coitadinhos, além de frequentemente utilizar conscientemente a quebra das leis, a violência e a intimidação. E a sociedade e o Governo não reagem pq eles são os injustiçados, coitados, por isso estes podem fazer tudo para alcançar a ‘’justiça’’e conseguirem terra dos outros. O fato de que muitos no governo de Lula continuem mostrando grande simpatia pelos ‘’movimentos sociais’’, doando terra para o MST e pseudo-índios, deixa claro o ínfimo interesse do PT com o Estado de Direito e com a Democracia. Vamos virar um país socialista, já que todas as terras ‘’doadas’’aos coitadinhos são propriedade da União. Isso é um confisco do patrimônio das pessoas que lutaram para ter seu pedaço de terra. ACORDA BRASIL!
    Rafael, vi a reportagem da Época! Um absurdo aquilo. Não conheço A Gleba Nova Olinda, mas ao que parece está acontecendo a mesma coisa que está ocorrendo na Bahia!! Um Absurdo isso, uma vergonha para o Brasil e para o Estado do Pará!

  67. amanda Says:

    E viva o Bolsa-família, bolsa cinema pra assistir o filme do LUla!! Viva o bolsa celular!! Viva o MST!! vivaaaa a bagaçaaaa nesse país!!
    E viva o subdesenvolvimento!! Viva a hipocrisia e o comunismo!! Me dá tua terra, eu quero, sou índia de 2005 pra cá!!!! Vivaaaaa!!!

  68. anonimo Says:

    kkkkkkkkkk

  69. Anonimo Says:

    Anonimo das 9.58. A fiscalização que vai acontecer, não é vocês que exigiram ou queriam. Esse foi uma demanda levantada pelo próprio movimento, exigindo que o governo se faça presente não apenas expedindo documentos para a entrada de madeireiras em áreas públicas (que são das comunidades que lá vivem e de todos nós, portanto, não é propriedade de madeireiro nenhum). Eles exigem uma fiscalização fina, e não apenas visitas de técnicos da sema que só enchergam até onde é conveniente ao governo e às empresas. A fiscalização que vai acontecer agora desse modo, deve ser constante e não de vez em quando.

    Sobre os índios, se dizer índio não requer prova alguma. A autoafirmação da identidade é um direito constitucional SIM, é isso que eu sempre to falando aqui. Ser índio, ao contrário do que pensa essa cambada de cabeças cheias de prenconceito (que justificam a parte podre da história desse país) tem haver em primeiro lugar com o reconhecimento de sua raça, do pertencimento à um povo, mesmo que em alguns casos (como nesse do arapiuns), a cultura não seja mais originária.

    O que tem que ser provado, através de estudos atropológicos, é se esses índios que se autorafirmam, podem ter os mesmos direitos que a constituição prevê aos índios primitivos ou originários. Daí vem a questão da terra e outros direitos. É isso que está em jogo no Arapiuns, que vocês com seus preconceitos e interesses particulares, submentem a uma visão preconceituosam, os direitos de comunidades inteiras.

  70. Anonimo Says:

    Marcelo,

    Tenho até pena de como tua cabeça está cheia de preconceito. A ridicularização dos índios, ou que quem se diz índio, é crime, você sabia? A contrário do que vc quer fazer, isso não tem graça nenhuma. Você tem uma mente poluída sobre o que seja a cultura dos povo brasileiro, sobre a nossa diversidade cultural.

    Acho que os administradores desse blog devem ter cuidado ao permitir a publicação de certos comentários preconceituosos contra grupos de pessoas.

  71. Anonimo Says:

    Pedro Luiz, por acaso você está estudando ou estudou na mesma faculdade de um tal pesquisador Regis? Há muita semelhança na forma de analisar a realidade, chega a ser tão profunda sua análise que mistura Hugo Chaves com Mao Tse-Dong numa frase só.

    Deixa eu ver se entendi:

    No seu Estado de Direito, só tem direito aqueles do pensamento capitalista. O estado está aí para manter as estruturas daqueles que sempre estiveram confortáveis, mamando às custas da maioria da população e de grupos minoritários, como os índios, camponeses, agricultores familiares. Você também devia achar que o Estado tinha que deixar a economia, o capitalismo regular tudo. E olha o que acabou de acontecer? O tal mercado, esse capitaismo que vc defende, quase afunda os países com a crise economica mundial, e teve que ser socorrido com dinheiro de quem? Do Estado, ou seja, o dinheiro do povo, que no final é quem paga as contas.

    A propriedade privada que você fala, no caso aqui, deve ser aquelas terras que são públicas, portanto de todos os cidadãos desse estado. Mas não, qualquer um pode ir lá, arranjar um documento num órgão público qualquer, pagar para dar uma tal “legalidade” a partir daí a terra passa a ser sua propriedade. Não interessa se nessa mesma área moram pessoas, comunidades.

    Enfim, você deve ser fã do gilmar dantas, aquele ladrão terras públicas e tantos outros PROPRIETÁRIOS daquilo que pertence a todos nós, povo brasileiro.

    Você nem precisa pedir ao povo que acorde, porque felizmente o povo está mesmo acordando. Com a mobilização social, como essa que acontece no Arapiuns, ou com uma avaliação de mais de 80% do presidente nordestino, que gente como você nunca vai engolir, mas vai ter que se conformar.

    Mesmo que ele, as vezes fale parecendo com certos discursos que vejo por aqui, mas fez mudança importantes nesse país.

  72. Anonimo Says:

    Amanda,
    Viva o pensamento medíocre. Viva aqueles que querem ganhar em cima do direito alheio. Viva as vozes do atraso, da destruição ambiental. Viva as mentes obscuras

  73. anonimo Says:

    Anonimo, vc sabe o que é Permuta????? São sim propriedades dos madeireiros, sob algumas condições. Viva essa fiscalização, porque nela será atestado que tudo está correto, pelo menos no Projeto que conheço.
    Qt a capacidade e fé pública contestada dos servidores da Sema, meu caro, vá até a justiça falar isso pq o que vc está falando aqui é muito sério, torço para que algum servidor de lá leia e veja do que vc está acusando aqueles.
    Em relaçao a ser ou não índio, não vou discutir com vc, vá até o STJ e STF e alguna tribunais que vc verá que para ser índio precisa sim ser comprovado. Senão eu que sou um albino tb sou índioooo, em algum lugar do meu passado deve ter tido índio, não é mesmo? Assim como esse direito, o da propriedade tb é outro constitucionalmente garantido. E invadir propriedade alheia e queimar as coisas por aó, é crime, tipificado no CP.
    Direitos de comunidades inteiras?? Ahhh, então tô tranquilo já que 11 são contra essa baderna que essa meia dúzia de gente tá fazendo, somente 3 delas estão nessa palhaçada.
    Preconceito???? Ahhh, agora estamos falando a mesma língua. Vejo que vc é um grande preconceituoso que tem seus pré-conceitos a respeito de qq atividade madeireira ou empresarial, não enxergando que em todos os setores há gente certa e gente errada. Sou super a favor de punir quem trabalha errado, meu caro. Mas não sou preconceituoso a ponto de colocar todo mundo dentro do mesmo saco e dizer que todos não prestam. Conheço gente lá que trabalha corretamente, com Projetos de Manejo. E sinceramente, se há realmente índios aí, sou a favor de se dar direitos a eles tb. Mas tb sou a favor de que se diga que tem gente, madeireiros que trabalham dentro da lei, que não isso que vcs, preconceituosos, andam dizendo por aí.
    O resto dos comentários não são direcionados a mim.

  74. Marcelo Says:

    Arapiuns ou anonimo, sabia que é crime dizer que funcionários da SEma atendem a interesses das empresas??? Sabia?????
    Não sou preconceituoso com índios de verdade, só com os mentirosos!
    Tb acho que devem ter cuidado com os comentários, principalmente qd falam por aqui que certos servidores públicos não atestam a verdade e atendem a interesses de empresas. Isso é sérioooo, é crimeee!!

  75. Pedro Luís Says:

    Anonimo diz: Você também devia achar que o Estado tinha que deixar a economia, o capitalismo regular tudo. E olha o que acabou de acontecer? O tal mercado, esse capitaismo que vc defende, quase afunda os países com a crise economica mundial, e teve que ser socorrido com dinheiro de quem? Do Estado, ou seja, o dinheiro do povo, que no final é quem paga as contas.
    Putz!! E por acaso os setores que empregam, os empresários não geram renda ao teu querido ESTADO????? Por favor, geram e muitos através do pagamento de impostos e royaltes!! Ou vc acha que o teu Estado tem dinheiro da onde??? E o socialismo ou comunismo, deu certo em que lugar desse mundo mesmo, meu caro????? Ahhh, em lugar nenhum, matou milhares de pessoas e roubou mais do que nunca!!
    Que mal há em querer lucro? Vem cá, duvido que vc trabalhe de graça. Ou então que tal vc me dar a tua casa, tuas roupas, hein??? Vamos viver coletivamente, hein???
    Meu amigo, não sei se o Gilmar Dantas é ladrão de terras públicas, não posso afirmar isso, mas que tal vc contar uma coisa tão séria para a jusitça, hein? Sou totalmente a favor de punir quem anda fora da lei!
    Mas sei que tem muita gente que tem empresas por aí e trabalha honestamente, dá emprego pra muita gente, e não vejo mal nenhum nisso.
    Ah sim, o Lula é uma maravilha, hein? Quem diria. Sabia que eu votei nele nas primeiras eleições, acreditava que um cara como ele ia ser diferente, não ia roubar. Foi igual ou pior que os outros, roubou para caramba!! Um populista que com a bolsa família conseguir legalizar a melhor forma de compra de voto no mundo.
    Não to aqui pra defender nenhum político pq acho todos iguais. Mas to aqui pra dizer que gente como a gente, que não é político, esses sim tem de todo tipo. gente honesta e gente desonesta! Gente em movimento social que realmente tá ali por uma causa maior, e gente que só quer boa vida. Empresário honesto e empresário errado.
    Depois vc acusa os outros de preconceituosos? Pelo amor de Deus, preconceito vi da sua parte aqui, cheio de pré-conceitos, colocando todo mundo no mesmo barco, como disse um comentário alhures.
    PS: realmente a sociedade está finalmente acordando, movimentos sociais a exemplo do MST e outros que ficam cometendo vandalismo por aí não tem mais vez, não se tolera mais isso!

  76. Pedro Luís Says:

    Quanta hipocrisia!

  77. Amanda Says:

    Olha o preconceito, anonimo, ou ARAPIUNS!!
    E cuidado pra nao queimar a mão! A fiscalização vai atestar que tem gente ali que está a favor do meio ambiente, e não destruindo ele. Dá uma estudadinha em Projeto de Manejo, tá?
    E cuidado com o preconceito, nem todo mundo é desonesto e trabalha só pra se aproveitar do outro,tá?
    Aff, difícil conversar com gente radical!

  78. Arapiuns Says:

    Pedro,

    Quem te disse que eu sou comunista? Da onde tu tirou essa besteira? Deve ser do mesmo poço sem fundo das tuas idéias sobre democracia, estado de direito e por aí vai.

  79. Amanda Says:

    Bem, gostaria de expressar minha opinião sobre o assunto:
    Eu não coloco minha mão no fogo por qualquer empresário do setor florestal, mas garanto aos leitores que conheço quem trabalha realmente com visão de compromisso ambiental acompanhado de lucro é claro, pois ninguém trabalha para não obter lucro, mas só acho injusto quem esta tentando ser legal ser prejudicado por uma onda entende? É desanimador.
    Estou a disposição para o que for preciso e acho que esta discussão de vocês não leva a nada. É justamente o que falta quando se fala em manejo florestal, as pessoas pouco sabem sobre o assunto, porque pouco se divulga, pouco se explica, pouco se dialoga. Bate boca não leva a nada, gente.
    vamos considerar a hipótese de que tem gente correta e errada em todos os setores do mundo! Inclusive no setor florestal e vcs vão se surpreender com a Gleba Nova Olinda, o que se tem feito lá é inovador para o Estado do Pará. Muito legal mesmo!
    Acho errado colocar todo mundo no mesmo saco, a fiscalização vai atestar isso.

  80. anonima Y Says:

    é verdade, esses movimentos sociais que destroem tudo e que querem as coisas na marra, ferindo o direito do outro não estao com nada.
    Aquilo que o MST fez, de derrubar tantos pés de laranja, pelo amor de Deus!!
    E esses aí agora que queimaram duas balsas, ridículo, vandalismo, isso dá medo.

  81. Arapiuns Says:

    É bom relembrar. Só para refrescar a memória de vocês, a maioria dessas tal permutas começaram a ser liberadas na gestão anterior da pasta de meio ambiente do governo do estado, na época em que Jatene e cia comandavam a tropa de choque da grilagem de terras públicas e outras cositas mais.

    E olha só o que aconteceu com o cara que liberava as tais licenças? Vejam abaixo.

    Isso não quer dizer que no atual governo é assim, o que também não elimina a resposabilidade dos atuais gestores com o problema criado no Arapiuns.

    Mas já sei, os acontecimentos foram mais uma conspiração internacional para frear o desenvolimento. Rsrs

    15 / 03 / 2007 Ex-secretário é preso acusado de envolvimento em irregularidades de madeireiras no Pará

    A Operação Ananias, da PF - Polícia Federal, prendeu nesta quarta-feira (14) o ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Pará, Raul Porto.

    Ele é acusado de envolvimento em atividades ilegais de madeireiras na região. O mandado de prisão temporário foi executado pela PF paraense.

    Porto foi preso em casa, na capital do estado, Belém, e deve ficar nas dependências da PF por cinco dias, prazo da prisão temporária.

    Até a publicação desta reportagem, o atual secretário estadual de Meio Ambiente, Valmir Ortega, não foi encontrado para comentar o caso.

    A Operação Ananias começou no início de março e foi realizada em sete cidades paraenses: Altamira, Santarém, Uruará, Belém, Itaituba, Placas e Porto de Moz.

    As investigações foram feitas em conjunto com o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Até o momento 34 pessoas foram presas. (Juliane Sacerdote/ Agência Brasil)

    Ex-secretário de Meio Ambiente do Pará e mais 32 pessoas são denunciados por corrupção

    18/12/2008 13h33

    MPF acusa Raul Porto de integrar quadrilha que fraudou controle de comércio de madeira no estado

    O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) denunciou à Justiça nesta quinta-feira, 18 de dezembro, 33 pessoas por envolvimento em um esquema formado para dar aparência de legalidade à comercialização irregular de madeira no estado. Entre os acusados estão o ex-secretário estadual de Meio Ambiente Raul Porto e dez servidores públicos federais e estaduais.

    O grupo, pego em 2007 pela Operação Ananias, é acusado de corrupção e formação de quadrilha. A pena para esses crimes pode chegar a 12 anos de prisão e multa. A denúncia, assinada pelo procurador da República Alan Rogério Mansur Silva, foi enviada à Justiça Federal em Altamira e pede o aumento da pena em até dois terços para os casos de acusados que praticaram o mesmo crime diversas vezes.

    Dos servidores envolvidos, cinco são do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), três da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) e dois da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). O ex-secretário Raul Porto foi denunciado juntamente com uma de suas auxiliares, Maria do Socorro Cruz, que também não trabalha mais na secretaria.

    A atuação do grupo ficou conhecida a partir da divulgação da Operação Ananias, realizada em março de 2007 pela Polícia Federal (PF), MPF/PA e Ibama para o cumprimento de 37 mandados de prisão e 44 mandados de busca nos municípios paraenses de Altamira, Belém, Itaituba, Placas, Porto de Moz, Santarém e Uruará.

    Foi a primeira operação contra fraudes no sistema de emissão de documentos de origem florestal (DOFs), documento expedido eletronicamente, com código de barras e informações registradas em um banco de dados centralizado.

    Lançado no final de 2006 pelo Ministério do Meio Ambiente, o sistema DOF foi uma tentativa de impedir a falsificação de autorizações para a comercialização de madeira. No entanto, madeireiros conseguiram burlar o DOF corrompendo funcionários públicos, como neste caso, ou por meio de serviços de crackers, conhecedores de informática que invadem sistemas de dados para realizar atividades ilícitas (casos desse segundo tipo foram pegos na Operação Ouro Verde II e também já foram denunciados à Justiça pelo MPF/PA).

    O nome Ananias é uma referência ao personagem bíblico do livro do Atos dos Apóstolos que, juntamente com a esposa Safira, teria omitido ao apóstolo Pedro o real valor do dinheiro arrecadado com a venda de um terreno. Como punição pela mentira, Ananias e Safira teriam morrido fulminados.

    Como a madeira era ‘esquentada’ - Um engenheiro florestal era contratado por uma madeireiro para elaborar um projeto de manejo florestal de uma área que não existia, a não ser no papel, ou com um volume de madeira maior que o real.

    O projeto era entregue pelo madeireiro a “despachantes”, geralmente pessoas que tinham amizade com servidores do Ibama ou da Sema ou que já conheciam quais eram os servidores corruptíveis. Assim, esses intermediários conseguiam a aprovação do projeto de manejo sem a vistoria que obrigatoriamente teria que ser realizada na área.

    Aprovado, o projeto era convertido em créditos no sistema de emissão de DOFs. O detentor do projeto passava a dispor de uma “floresta virtual”, pronta para ser vendida a madeireiros que tinham estoques sem comprovação de origem legal do material.

    Assim, se o madeireiro possuía cem metros cúbicos de jatobá extraídos ilegalmente de uma área de reserva ambiental, bastava comprar a mesma quantidade em créditos de jatobá do detentor do projeto de manejo. A madeira era ‘esquentada’: sua origem ficava com aparência de lícita.

    Acusados:
    Adeílson Belém Gama – empresário
    Adeílson Bezerra Aguiar – empresário
    Adinor William Mota Vinhote – despachante de madeireiras
    Admar Pimentel Rocha – servidor do Ibama
    Alexandra Simone Santos de Almeida – despachante de madeireiras
    Altiléa Cabral Souza – despachante de madeireiras
    Anabel Guimarães Poubel – empresária
    Antonieta Bento da Silva – secretária de madeireira
    Breno Cecim Bicelli – engenheiro florestal
    Carlos Renato Leal Bicelli – servidor do Ibama
    Chester Gomes Pedro – empresário
    Cícero Veloso Carvalho – empresário
    Darlene Gomes Pedro – profissional liberal
    Erivaldo Francelino Viana – profissão não identificada
    Eurípedes Almeida Guimarães – empresário
    Francisco de Assis Germano – servidor do Ibama
    Guiomarlea Lopes Barbosa – servidora da Sefa
    Iacy Braga da Silva Corrêa – servidora do Ibama
    Idelfonso Mattos Neto – empresário
    Ivair de Lima Pontes – empresário
    Ivan da Costa Lobato Júnior – servidor da Sema
    João Salim - empresário
    José Augusto da Costa – empresário
    José de Souza Pinto – servidor da Sefa
    Luiz Cláudio Pereira Corrêa – servidor da Sefa
    Maria do Socorro de Jesus Cruz – ex-funcionária da Sema
    Nelson Honedes da Silva – empresário
    Newton Carlos Ricker – servidor da Sema
    Raimundo Adalberto Silva Queiroz – servidor do Ibama
    Ramádio Alves de Lima – despachante de madeireiras
    Raul Pinto de Souza Porto – ex-titular da Sema
    Reinaldo Lucas Cajaíba – empresário
    Rosarinha Lacerda do Nascimento – despachante de madeireiras

    Assessoria de Comunicação
    Procuradoria da República no Pará
    Telefones: (91) 3299-0177 / 0148
    E-mail: ascom@prpa.mpf.gov.br

  82. rafael Says:

    vamos relatar agora os líderes do MST e outros movimentos sociais, os que se dizem injustiçados que estão respondendo na justiça?????
    Sou super a favor de pegar todos esses aí da tua lista, meu caro, como disse acho que tem gente errada em tudo que é lugar.
    Ah, em relaçao os que estáo respondendo por vandalismos que fazem por aí, vc acha que o que a imprensa e a justiça relatou foi uma conspiraçao dos que tem dinheiro contra os pobres coitados, né?
    rsrsrsrs

  83. Arapiuns Says:

    Aí vocês vão dizer. Isso já passou e não tem nenhum nome conhecido que atua no Arapiuns. Não ponho minha mão no fogo por ninguém. Mas poderia usar a mesma lógica que usam para avaliar as ONGs: são todas fachadas de interesses internacionais. Ou a mesma para avaliar movimentos socais: são todos criminosos.

    Mas não. Só tô mostrando que atrás de verdades, há sempre possibilidade de questionamento. E apresentando a vocês, qual o pano de fundo das questões, que justificam meus comentários anteriores.

  84. rafael Says:

    Seus comentários colocam todos os empresários no mesmo saco. Vcs são os corretos, honestos, sem nada de errado.
    Os empresários são todos desonestos, criminosos, errados.
    Esse é o teu raciocínio. Não acho isso certo.
    Sou a favor de pegar e colocar na cadeia todos do setor florestal que trabalham errado, é concorrência desleal para quem trabalha certo. Um Projeto de Manejo é algo dificílimo de se fazer, de se ter autorizaçao, altamente controlado. Quem trabalha errado, simplesmente derruba a floresta sem projeto e critério algum daí revende por preço de banana. Quero que peguem todos desse tipo, como disse é uma concorrencia desleal para parte do setor que trabalha na lei.
    É isso que estou dizendo e vc não reconhece, isso é desestimulante.

  85. Arapiuns Says:

    Rafael,
    Não dá nem pra plantar laranjeira pro MST derrubar com essa tua coversa. É claro que quem tiver que responder, vai responder pois cada um é responsável pelos seus atos. Se justifica ou não, é outra história.

  86. amanda Says:

    Rafael, esquece esse arapiuns, é radical cego. Só ve o lado dele, realmente ele entende de diálogo e de ouvir o outro lado, e de preconceito. Realmente ele ama uma democracia. Esquece, ele não consegue conversar civiizadamente, ou se concorda com ele ou se concorda com ele. É assim o diálogo dele. Coitada da mulher dele, tem que dizer amem e amem senão o pau come. rsrsrs

  87. rafael Says:

    Oi Amanda, Já desisti no tópico acima qd disse que tudo isso é desestimulante.
    Fui!

  88. Arapiuns Says:

    Rafael e amanda,

    Eu não assinei ou combinei aqui com ninguém que essa discussão deveria chegar a um ponto em comum. Vocês listam suas justificativas, eu as minhas. Ninguém é obrigado a concordar com ninguém, mas cada um que comenta ou lê, elaborada suas próprias opiniões. Isso sim é democracia, aquilo que vcs tanto clamam.

  89. rafael Says:

    Tem razão Arapiuns, vc entende muito de democracia e diálogo.

  90. Ana Luiza Says:

    Aconteceu em dezembro uma fiscalização pente fino em conjunto entre: Sema, Ibama, Ministerio Publico, Peritos do Evandro Chagas, Policia Federal e Força Nacional (Arco de Fogo) nos projetos de manejo da gleba nova olinda I, conforme exigido pelos manifestantes que colocaram fogo nas balsas em “protesto pacifico” e pasmem:
    NADA DE IRREGULAR FOI DETECTATO!!! E agora, o que vão dizer? Ainda não acreditam que existem empresários trabalhando de forma sustentável e de acordo com a legislação ambiental?
    É necessário separar o jóio do trigo urgente! E quem trabalha correto deve ser respeitado.
    Sou a favor da defesa da amazônia, combatendo o desmatamento, mas sou a favor de manejo florestal que por sinal não tem nada haver com desmatamento. Sou a favor de manejo aplicado de forma correta e sei que naquela região tem gente trabalhando assim!

  91. nina Says:

    Lendo todas estas barbaridades, constato que, realmente, GREENPEACE, MST, SINDICATOS estão sendo “organizações terroristas”. Lamentável.

  92. Anonimo Says:

    Nina,
    Vc deve ser daquelas pessoas que tem saudades da época das botas e capacetes. Lmentável, a mesquinhes do seu pensamento

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